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“Kuhn sugere que a racionalidade da ciência pressupõe a aceitação de um referencial comum. Sugere que a racionalidade depende de algo como uma linguagem comum e um conjunto comum de suposições. Sugere que a discussão racional e a crítica racional só serão possíveis se estivermos de acordo sobre questões fundamentais.”
POPPER, Karl. A Ciência Normal e seus Perigos. In: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan (orgs.). A Crítica e o Desenvolvimento do Conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979, p. 68-69.
O trecho acima citado apresenta um comentário de Karl Popper sobre Thomas Kuhn, que ficou mundialmente conhecido através de sua obra A Estrutura das Revoluções Científicas. A posição de Karl Popper sobre as teses de Thomas Kuhn é a de
“Uma ciência madura é governada por um único paradigma. O paradigma determina os padrões para o trabalho legítimo dentro da ciência que governa”
CHALMERS, Alan. O Que é a Ciência, Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993, p. 125.
O texto de Chalmers citado acima comenta a posição de Thomas Kuhn sobre a questão do paradigma e sua relação com a ciência. Para Kuhn, um paradigma
“Examinemos, agora, mais além, como esse conceito de trabalho alienado deve expressar-se e revelar-se na realidade. Se o produto do trabalho me é estranho e enfrenta-me como uma força estranha, a quem pertence ele? Se minha própria atividade não me pertence, mas é uma atividade alienada, forçada, a quem ela pertence? A um ser outro que não eu. E quem é esse ser?”
MARX, Karl. Manuscritos Econômicos-Filosóficos. In: FROMM, Erich. O Conceito Marxista de Homem. 8ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1983, p. 98.
O trecho de Marx citado tematiza a questão do trabalho alienado. A concepção de alienação em Marx tem várias interpretações. Entre essas, destaca-se a interpretação que considera a alienação como uma relação social. No trecho, Marx questiona quem é o "outro" como o qual o trabalhador se relaciona e nessa obra esclarece que este é a
A religião nasce onde o homem considera essa sua essência como separada de si como Deus. Neste caso Deus é a projeção daquilo que o homem deseja ser.
ZILLES, U. Filosofia da Religião. 5ª ed. São Paulo: Paulus, 2004, p. 106.
Essa afirmação está em estrita relação com
A Consciência Feliz repele a conexão. A tortura foi reintroduzida como uma coisa normal, mas numa guerra colonial que ocorre na margem do mundo civilizado. E aí ela é praticada com paz de consciência, porque guerra é guerra.
MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1973, p. 92.
Em Ideologia da Sociedade Industrial, Herbert Marcuse apresenta o conceito de “consciência feliz” que reflete o
Leia o texto a seguir.

Considerando a charge apresentada, mais do que
influenciadoras, para Pierre Lévy as tecnologias são um
produto da
Considerados um dos principais representantes da escola eleata, surgida na Grécia Antiga, geograficamente apontada no Sul da Itália em nossos dias, posicionava-se como pensadores monistas.
O texto se refere a
Observe a imagem a seguir.

A imagem acima é ilustrativa de uma das maiores
discussões emergentes na filosofia sobre a relação
cooperativa entre cérebro humano e tecnologias digitais na
atualidade, especialmente sobre as possibilidades do
amadurecimento da inteligência coletiva. Sob esta
inteligência, centraliza-se o debate que abrange
criticamente o hipercórtex vinculado ao modelo de economia
da informação
“O sonho moderno da razão legisladora da felicidade tem trazido frutos amargos. Os maiores crimes contra a humanidade têm sido cometidos em nome da regrada razão, da melhor ordem e da maior felicidade”.
ZIGMUNT, B. Ética pós-moderna. São Paulo: Editora Paulus, 2006, p. 271.
Crítico da modernidade, Zigmunt Bauman admite que uma ética pós-moderna se vincula à admissão do outro como