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Para filosofia
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“Homens e adolescentes da geração Z são mais prováveis de achar que o feminismo é mais prejudicial do que benéfico para a sociedade, aponta pesquisa publicada nesta quinta-feira (1º/2) pelo Instituto Global para a Liderança das Mulheres da Universidade King's College de Londres. O estudo ouviu 3.716 pessoas acima de 16 anos, entre homens e mulheres de diferentes gerações.
De acordo com o levantamento, um a cada quatro homens britânicos entre 16 a 29 anos, faixa etária que forma a geração Z, acredita que é mais difícil ser homem do que mulher. Além disso, os homens da geração Z são os que mais acreditam que o feminismo fez mais mal do que bem para a sociedade — são 16%, contra 15% dos homens entre 30 a 59 anos e 13% de homens acima de 60 anos.”
STANGA, Isabela. Homens da geração Z acham feminismo mais prejudicial do que os das anteriores. Correio Braziliense, Brasília, 01 de fev. de 2024. Disponível em: <https://tecnoblog.net/responde/referencia-site-abnt-artigos/>. Acesso em: 20 mai. 2024.
O trecho dessa reportagem mostra como a discussão em torno do feminismo, bem como sua popularização entre os membros das gerações mais novas, têm levado a problematização sobre a questão da relação entre os gêneros no conjunto da vida social. Também aqui há muitos ruídos e desinformação sobre o significado e o sentido do Feminismo. Surgido no contexto do Iluminismo e das revoluções burguesas, o Feminismo
“Quem inventou a fome são os que comem.”
Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo. São Paulo, Ática, 2020.
Não é possível falar em democracia sem falarmos da cidadania e dos direitos cívicos e dos direitos sociais do cidadão. Uma das críticas à democracia brasileira é que esta tem aspectos formais que caracterizam uma sociedade democrática, mas é insuficiente em seus aspectos substanciais. Em seus aspectos político, social, econômico e jurídico, a democracia brasileira
“(...) decisivo para a felicidade são as atividades autênticas realizadas de acordo com a excelência ética, enquanto as atividades opostas levam à infelicidade.”
Aristóteles, Ética a Nicômaco. São Paulo: Editora Atlas, p. 33.
Na ética aristotélica vimos que o bem e a virtude (excelência) não são realidades ideais a serem contempladas, mas atividades da alma a serem realizadas pela ação. Para a ética aristotélica, a felicidade é
“O problema epistemológico da objetividade científica coloca, quer queira quer não, a questão da neutralidade dos cientistas relativamente a todo e qualquer tipo de valoração e de engajamentos pessoais.”
JAPIASSU, Hilton. O Mito da Neutralidade Científica. Rio de Janeiro: Imago, 1975, p. 29.
O problema da objetividade e da neutralidade é um dos mais discutidos na epistemologia em sua história e ganha novos contornos na contemporaneidade. As posições epistemológicas são variadas e até antagônicas. Entre essas posições, existem
“Todos os conhecimentos, quer dizer, todas as representações relacionadas a um objeto são ou intuições ou conceitos”
KANT, Imannuel. Lógica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1999, p. 109.
O trecho acima citado mostra uma diferenciação kantiana entre conceitos e intuições. Segundo Kant
“Kuhn sugere que a racionalidade da ciência pressupõe a aceitação de um referencial comum. Sugere que a racionalidade depende de algo como uma linguagem comum e um conjunto comum de suposições. Sugere que a discussão racional e a crítica racional só serão possíveis se estivermos de acordo sobre questões fundamentais.”
POPPER, Karl. A Ciência Normal e seus Perigos. In: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan (orgs.). A Crítica e o Desenvolvimento do Conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979, p. 68-69.
O trecho acima citado apresenta um comentário de Karl Popper sobre Thomas Kuhn, que ficou mundialmente conhecido através de sua obra A Estrutura das Revoluções Científicas. A posição de Karl Popper sobre as teses de Thomas Kuhn é a de