Questões de Concurso Para filosofia

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Q2408147 Filosofia

Na busca das certezas do conhecimento, é a razão humana que ocupa o lugar central da ética, pois é ela que irá se apresentar como trabalho da inteligência ou da vontade humana de dominar e controlar o ímpeto humano de desejos e de paixões. Esse conceito ético corresponde à tradição teórica denominada:

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Q2408146 Filosofia

Para Sócrates, a reflexão filosófica começa quando a pessoa aprende a duvidar, particularmente, de suas próprias crenças, seus dogmas e seus saberes. O filósofo considerava que a existência de uma filosofia verdadeira só evolui quando a mente se dedica à reflexão de si mesma. Por isso, ao orientar seus alunos, dizia:

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Q2408145 Filosofia

As pessoas que defenderam a aglomeração e andaram sem máscara em locais fechados, em um momento trágico da pandemia no país (que acumulou um total de mais de 660 mil mortes), foram chamadas pelo senso comum de “negacionistas”, por negarem a realidade ou ignorarem as informações e as orientações científicas e médicas de prevenção ao contágio.

Sob o ponto de vista dos fundamentos da filosofia, essas pessoas se afastam da busca da verdade e aprofundam o estado em que se encontram de:

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Q2408143 Filosofia

A convivência humana exige que todo ser humano viva no mundo com outros seres humanos em uma humanidade compartilhada, por isso a liberdade de cada um é eticamente limitada pela possibilidade de ela poder afetar a vida de outro. Para se ter consciência da própria liberdade, é necessário ter uma visão de alteridade como uma capacidade de olhar:

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Q2405019 Filosofia

Empédocles estabelece quatro elementos corporais — fogo, ar, água e terra —, que são eternos e que mudam aumentando e diminuindo mediante mistura e separação; mas os princípios propriamente ditos, pelos quais aqueles são movidos, são o Amor e o Ódio. Pois é preciso que os elementos permaneçam alternadamente em movimento, sendo ora misturados pelo Amor, ora separados pelo Ódio.


SIMPLÍCIO. Física, 25, 21. In: Os pré-socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 1996.


O texto propõe uma reflexão sobre o entendimento de Empédocles acerca da arché, uma preocupação típica do pensamento pré-socrático, porque

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Q2405017 Filosofia

TEXTO I


Uma filosofia da percepção que queira reaprender a ver o mundo restituirá à pintura e às artes em geral seu lugar verdadeiro.


MERLEAU-PONTY, M. Conversas: 1948. São Paulo: Martins Fontes, 2004.


TEXTO II


Os grandes autores de cinema nos pareceram confrontáveis não apenas com pintores, arquitetos, músicos, mas também com pensadores. Eles pensam com imagens, em vez de conceitos.


DELEUZE, G. Cinema 1: a imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1983 (adaptado).


De que modo os textos sustentam a existência de um saber ancorado na sensibilidade?

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Q2405013 Filosofia

Advento da Polis, nascimento da filosofia: entre as duas ordens de fenômenos, os vínculos são demasiado estreitos para que o pensamento racional não apareça, em suas origens, solidário das estruturas sociais e mentais próprias da cidade grega. Assim recolocada na história, a filosofia despoja-se desse caráter de revelação absoluta que às vezes lhe foi atribuído, saudando, na jovem ciência dos jônios, a razão intemporal que veio encarnar-se no Tempo. A escola de Mileto não viu nascer a Razão; ela construiu uma Razão, uma primeira forma de racionalidade. Essa razão grega não é a razão experimental da ciência contemporânea.


VERNANT, J. P. Origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002.


Os vínculos entre os fenômenos indicados no trecho foram fortalecidos pelo surgimento de uma categoria de pensadores, a saber:

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Q2403469 Filosofia

Na Summa contra gentiles, falando a propósito das verdades relativas a Deus, Tomás escreve: “há algumas verdades que superam todo poder da razão humana, como, por exemplo, a verdade de que Deus é uno e trino. Outras verdades podem ser pensadas pela razão natural, como, por exemplo, as verdades de que Deus existe, de que Deus é uno, e outras mais”.

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REALE, G.; ANTISIERI, D. História da filosofia: patrística e escolástica.

Volume 2. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2003.

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Com base no texto e em seus conhecimentos a respeito de Tomás de Aquino, assinale a alternativa correta.

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Q2403468 Filosofia

Hegel introduz uma noção nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no tempo. Partindo da noção kantiana de que a consciência (ou o sujeito) interfere ativamente na construção da realidade, propõe o que se chama filosofia do devir, do ser como processo, como movimento, como vir-a-ser. Desse ponto de vista, o ser está em constante transformação, donde surge a necessidade de fundar uma lógica que não parta do princípio de identidade, que é estática, mas do princípio de contradição, para dar conta da dinâmica do real.

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ARANHA, M.; ARRUDA, M. Introdução à filosofia.

São Paulo: Moderna, 2009.

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Tendo em vista essas informações, assinale a alternativa que apresenta a nova lógica proposta por Hegel.

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Q2403467 Filosofia

Em relação à diferença entre ciência e senso comum, assinale a alternativa correta.

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Q2403466 Filosofia

Os regimes totalitários, de acordo com Hannah Arendt, não consideram nenhum país como estrangeiro, mas como um potencial território seu. “E da ‘questão judaica’ serviram-se os nazistas para o seu escopo: ‘obrigando-os [os judeus] a deixar o Reich sem passaporte e sem dinheiro, se traduzia na realidade a lenda do hebreu errante; e obrigandoos a assumir um comportamento de hostilidade intransigente contra o Terceiro Reich, os nazistas aproveitavam o pretexto para imiscuir-se nos assuntos internos de qualquer país estrangeiro’.”

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REALE, G.; ANTISSIERI, D. História da filosofia, 6: de Nietzsche à escola

de Frankfurt. São Paulo: Paulus, 2005, com adaptações.

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Em conformidade com o texto e com o pensamento de Arendt, quanto à conquista do mundo todo, é correto afirmar que os campos de concentração

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Q2403465 Filosofia

Segundo Kuhn, os cientistas recebem um paradigma da “ciência normal” e tentam articulá-lo, refinando suas teorias e leis, resolvendo vários enigmas e estabelecendo medições mais exatas de constantes. Mas, por fim, seus esforços podem gerar anomalias. Estas emergem só com dificuldade contra um fundo de expectativas criadas pelo paradigma. A acumulação de anomalias desencadeia uma crise que, às vezes, se resolve por meio de uma revolução que substitui o paradigma antigo por um novo.

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AUDI, R. Dicionário de filosofia. São Paulo: Paulus, 2006, com adaptações.

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No que tange ao pensamento científico de Kuhn, assinale a alternativa correta.

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Q2403464 Filosofia

Carnap é extremamente claro: fora das expressões lógicas e matemática, que são apenas transformações tautológicas, não há fonte de conhecimento além da experiência: não existe nenhum juízo sintético a priori, nenhuma intuição, nenhuma visão eidética. As palavras só têm significado quando indicam algo de factual, e as afirmações só têm sentido quando expressam um possível estado de coisas; do contrário, no primeiro caso, temos um scheinbegriff (pseudoconceito) e, no segundo, uma scheinsatz (pseudoproposição).

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REALE, G.; ANTISSIERI, D. História da filosofia, 7: de Freud à

atualidade. São Paulo: Paulus, 2006, com adaptações.

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Um dos temas e problemas que surgiram na filosofia da ciência e na teoria do significado foi a caracterização do sentido dos termos empregados em uma linguagem científica. Carnap, ocupado com esse problema, dirige duras críticas à linguagem de algumas áreas de investigação filosófica. Acerca desse tema, é correto afirmar que Carnap dirige duras críticas à(s)

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Q2403463 Filosofia

Na obra Lógica da investigação científica, Karl Popper afirma que o problema da demarcação é o “de encontrar um critério que nos permitiria distinguir entre as ciências empíricas de um lado, e a matemática e a lógica assim como os sistemas ‘metafísicos’, de outro lado”.

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À luz do problema apontado por Popper, ele rejeita a lógica indutiva justamente porque ela não proporciona um marco discriminador apropriado. Considerando essas informações, assinale a alternativa que apresenta o critério demarcatório defendido por Popper.

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Q2403462 Filosofia

[...] sempre que a repetição de algum ato ou operação particular produz uma propensão de renovar o mesmo ato ou

operação sem que sejamos impelidos por qualquer raciocínio ou processo do entendimento, dizemos que essa propensão é efeito de um hábito.

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HUME, D. Investigação sobre o entendimento humano.

São Paulo: Abril Cultural, 1984.

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Assinale a alternativa correspondente ao que Hume entende por hábito.

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Q2403461 Filosofia

Deus é inteligível, e inteligíveis são também os princípios das ciências; todavia, há notável diferença entre as duas coisas. Com efeito, tanto a terra como a luz são visíveis, mas a terra não pode ser vista se a luz não brilhar. Deve-se, portanto, crer que também os conhecimentos que são transmitidos nas ciências, e que todo aquele que é capaz de entender admite sem nenhuma dúvida serem verossímeis, não podem ser compreendidos se não forem iluminados por outra coisa, como por um sol deles. Portanto, como no sol natural, podemos observar três coisas: que existe, que resplandece e que ilumina, assim, naquele Deus escondido que queres conhecer, existem três outras coisas: que existe, que é inteligível e que torna inteligíveis todas as outras coisas.

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Agostinho, Solilóquios, 1, 8, 15. In: REALE, G.; ANTISIERI, D. História

da filosofia: patrística e escolástica. Volume 2. Tradução de Ivo Storniolo.

São Paulo: Paulus, 2003, p. 107, com adaptações.

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Com base em seus conhecimentos a respeito de Santo Agostinho e no excerto apresentado, no que se refere ao pensamento agostiniano, assinale a alternativa correta.

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Q2403460 Filosofia

Assinale a alternativa que apresenta um dos argumentos com os quais Locke refuta o inatismo.

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Q2403459 Filosofia

John Locke, em Ensaio acerca do entendimento humano, intenta descobrir os elementos constitutivos do conhecimento humano, sua origem e formação. Sob essa intenção, o filósofo faz uma crítica ao inatismo. Tal crítica o leva a conceber o ser humano como uma tabula rasa. Quanto a essa concepção, assinale a alternativa correta.

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Q2403458 Filosofia

Eis por que considerarei de novo o que acreditava ser, antes de me empenhar nestes últimos pensamentos; e de minhas antigas opiniões suprimirei tudo o que pode ser combatido pelas razões que aleguei há pouco, de sorte que permaneça apenas precisamente o que é de todo indubitável. O que, pois, acreditava eu ser até aqui? Sem dificuldade, pensei que era um homem. Mas que é um homem?

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DESCARTES, R. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

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Esse excerto decorre de um processo investigativo que visa a encontrar o que promoveria a certeza acerca do ser do sujeito. Por isso, na Segunda Meditação, Descartes afirma que, apesar de se ter certeza de que se é, ainda é necessário investigar o que se é, uma vez que essa determinação impedirá que o sujeito se tome imprudentemente como sendo outra coisa. De acordo com o pensamento de Descartes, assinale a alternativa em que a indagação “Que é o homem?” é respondida corretamente.

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Q2403457 Filosofia

Maquiavel, filósofo que viu a fragmentação da Itália, dividida em reinos, repúblicas, ducados e Igreja, escreveu, em 1513, a obra O príncipe. O objetivo de resolver os problemas de seu tempo conduziu o filósofo a uma nova concepção de política e de sociedade. Tal concepção rompe com a política tradicional.

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ARANHA, M.; ARRUDA, M. Introdução à filosofia.

São Paulo: Moderna, 2009, com adaptações.

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Assinale a alternativa que expressa corretamente o pensamento político de Maquiavel.

Alternativas
Respostas
2221: A
2222: D
2223: B
2224: C
2225: C
2226: C
2227: C
2228: A
2229: C
2230: E
2231: B
2232: D
2233: A
2234: B
2235: D
2236: B
2237: E
2238: E
2239: C
2240: D