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Número de pessoas que acessam banco on-line cresce 22 milhões em 2 anos
Em 2024, foram 119,6 milhões de brasileiros, mostra IBGE
Mais de 119,6 milhões de pessoas usaram a internet para acessar bancos ou outras instituições financeiras em 2024. Esse número supera em 22,5 milhões o total de brasileiros que utilizaram internet banking em 2022. O dado de 2024 representa também 71,2% dos 168 milhões de brasileiros que tinham acesso à internet. Em 2022, o percentual era 60,1%; em 2023, 66,7%. Os dados fazem parte de um suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes destacou o crescimento identificado pela pesquisa. “Foi um aumento muito rápido, 11,1 pontos percentuais em um período de dois anos”, constata.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
A informatização de serviços se tornou mais comum a partir da pandemia de Covid-19, que modificou a dinâmica social das relações, comércios e atividades cotidianas, de forma geral. Nesse sentido, o aumento do número de usuários de bancos online, no Brasil, representa:
I.O endividamento interno é contraído junto a credores nacionais, podendo afetar a política monetária e a capacidade de investimento público, já que os juros pagos competem com outros gastos do governo.
II.O endividamento externo aumenta a dependência em relação a credores internacionais, podendo gerar pressão sobre a balança de pagamentos e vulnerabilidade a variações cambiais e juros internacionais.
III.A redução do endividamento externo, mantendo o interno constante, elimina totalmente os riscos econômicos do país, incluindo crises fiscais ou monetárias.
IV.O crescimento descontrolado da dívida interna pode levar à necessidade de emissão monetária excessiva, provocando inflação, além de comprometer o orçamento público.
V.Endividamento externo e interno produzem efeitos idênticos sobre a economia, não havendo distinção entre credores nacionais e estrangeiros.
Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa correta:
( ) O Plano Real foi implementado em uma única etapa com o lançamento direto da nova moeda, em julho de 1994.
( ) A Unidade Real de Valor (URV) funcionou como unidade de conta transitória, entre março e junho de 1994, sendo reajustada diariamente.
( ) Durante o período de vigência da URV, os preços eram cotados tanto em cruzeiros reais quanto em URV, facilitando a transição para a nova moeda.
As afirmativas são, respectivamente,
A respeito desses instrumentos e de sua utilização, assinale a afirmativa correta.
Com base nessas teorias, assinale a afirmativa correta.
A partir do trecho, assinale a afirmativa correta a respeito do desenvolvimento econômico.
( ) O papel alocativo do governo refere-se à sua função de corrigir falhas de mercado, como externalidades e bens públicos, alocando recursos de forma mais eficiente.
( ) A função estabilizadora do governo envolve a promoção da equidade por meio de políticas de redistribuição de renda.
( ) O papel distributivo do governo está associado à busca por estabilidade macroeconômica, incluindo o controle da inflação e do desemprego.
As afirmativas são, respectivamente,
Assinale a opção que descreve corretamente um dilema recorrente na coordenação dessas políticas.
As três óticas principais de mensuração do PIB são:
Qual é a interpretação adequada para esse comportamento dos consumidores?
(Extraído de Hoffmann (2006) com adaptações.)
Dessa forma, na construção de números índices, há etapas fundamentais que devem ser seguidas para garantir a consistência e representatividade do indicador.
Segundo Hoffmann (2006), a sequência correta dessas etapas é:
Considerando-se conceitos de correlação e regressão linear simples, qual interpretação é mais adequada para esses resultados?
A medida reajusta as tarifas anunciadas pelo presidente americano no dia 2 de abril, que ficou conhecido como Dia da Libertação. Trump já havia dito que qualquer país que não tivesse fechado um acordo com os EUA até 1º de agosto estaria sujeito a taxas mais altas sobre seus produtos.
O Brasil aparece na lista com uma alíquota de 10%, que subirá em 40 pontos percentuais a partir do dia 6 de agosto, como confirmado num decreto assinado por Trump na quarta-feira (30). Com isso, a alíquota brasileira, de 50%, será a mais cara cobrada pelos EUA na nova rodada de reajustes.
Apesar dos cerca de 700 itens incluídos na lista de exceções da tarifa sobre o Brasil, a sanção dos EUA impactará a economia nacional. O governo federal prega negociação e trabalha num plano de contingência para os setores afetados, que deve ser anunciado nos próximos dias.
(Extraído de Como o tarifaço de Trump impacta a economia brasileira, de Marcelo Montanini, com adaptações) Jornal Nexo, do dia 31 de julho de 2025. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/07/31/impacto-tarifas-trump-economia-brasileira Acesso em 31 jul. 2025.
O texto trata da medida anunciada pelos Estados Unidos de elevação de tarifas de importação, incluindo produtos brasileiros, para até 50%.
Considerando o efeito esperado dessa medida sobre o excedente do consumidor e o excedente do produtor no mercado estadunidense, qual é a implicação mais provável dessa política tarifária?
Quando essa diferença de informação leva à participação desproporcional de agentes com características menos favoráveis ao lado informado, qual conceito da teoria microeconômica descreve essa situação?