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A economia brasileira, sobretudo após a industrialização ocorrida incipientemente a partir da segunda metade do século XX, perpassou por várias tentativas de programas econômicos elaborados pelo Estado sempre objetivando a promoção do crescimento e o desenvolvimento econômico, bem como da estabilidade dos preços dos bens e serviços disponíveis para população. Dentro desse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Durante o Plano de Metas promovido no governo de Juscelino Kubitschek, o desenvolvimento industrial foi
liderado pelo crescimento do departamento produtor de bens de capital e do departamento produtor de bens de
consumo duráveis. Suas taxas anuais de crescimento médio no período 1955/1962 foram de 26,40% e 23,90%,
respectivamente.
( ) Após um período de intenso crescimento do PIB entre 1956 e 1962, a economia brasileira sofreu uma
desaceleração que perdurou até 1967. Entre 1962 e 1967, a taxa média de crescimento do PIB caiu à metade
daquela alcançada no período anterior. A formação bruta de capital fixo que crescia até 1962, torna-se negativa
em 1963, juntamente com a produção industrial nacional. A inflação disparou e atingiu 90% no ano de 1964.
( ) O Plano de Ação Econômica de Governo (PAEG) impôs uma série de transformações institucionais na economia
nacional, em especial as consubstanciadas nas reformas bancária e tributária. Entretanto, as políticas monetária e
creditícia foram do tipo stop-and-go, alternando com período de expansão da moeda e do crédito com outros de
forte contração monetária, atingindo duramente a atividade econômica e provocando falências, concordatas e
desemprego.
( ) O intenso crescimento econômico que houve durante o período chamado de “milagre econômico” trouxe grandes
benefícios para as classes de maior renda, incluindo-se, aí, a parte da classe média assalariada que fornecia os
quadros técnicos necessários à gestão da economia, como engenheiros, economistas, administradores, analistas
de sistema e outros. Verificou-se também que a renda dos brasileiros neste período concentrou-se ainda mais,
sobretudo, em consequência do valor real do salário mínimo.
A sequência está correta em
A inflação é um sintoma derivado da alta generalizada de preços e provoca a redução do poder de compra interno da moeda, afetando em especial os mais pobres. A inflação representa uma média ponderada da elevação de preços. Utilizando-se dos conceitos de inflação produzidos pela ciência econômica, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Inflação de custos.
2. Inflação de demanda.
3. Inflação de demanda e de custos.
( ) Aumento real da massa salarial.
( ) Aumento real da carga tributária.
( ) Aumento real dos aluguéis.
( ) Aumento real dos juros bancários.
( ) Crescente aumento da margem real de lucro empresarial.
( ) Aumento real da taxa de câmbio.
( ) Aumento da quantidade de moeda do sistema econômico.
A sequência está correta em

* d1 e d2 fornecidos em Reais (R$)
Elaborando cálculos econômicos, assinale a alternativa que evidencia uma conclusão INCORRETA.
Analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.

A figura acima representa as curvas de demanda de mercado e de uma firma individual em concorrência perfeita. Dada a hipótese da atomicidade, uma firma isolada não consegue alterar o preço de mercado (sua saída, por exemplo, traria uma alteração apenas infinitesimal na curva de oferta de mercado S., não afetando o preço P0). Como P0 é preço de venda para a firma, então a curva de demanda é dada para a firma, ou seja, é horizontal. Afirma só pode vender a esse preço, pois:
I. Se quiser vender a um preço mais alto, não venderá nada (como os produtos são homogêneos, os consumidores comprarão mais barato das outras empresas)
II. Não venderá a um preço mais baixo. Fere o princípio da
racionalidade: Se ao preço P0 vende quanto quer, por
que vender mais barato?
Afigura abaixo representa:

Dadas abaixo as equações referentes a quantidade ofertada (Qs) e a quantidade demandada (Qd) de um determinado produto:
Qs = 20 + 2P / 40 + 5P
Qd = 30 + P / 60 + P
Onde P é o preço do produto. Em uma economia sob o
regime de concorrência perfeita, a quantidade e o preço
de equilíbrio deste produto são, respectivamente:
Dadas as seguintes informações sobre as contas nacionais de uma economia aberta e com governo:
Produto Interno Bruto a custo de fatores (PIBcf): 1.850
Impostos Indiretos (II): 150
Subsídios (S): 350
Renda líquida enviada ao exterior (RLEE): 500
A Renda Nacional Bruta a preço de mercado (RNBpm)
desta economia é igual a:
São dadas as seguintes funções para uma economia fechada e com governo:
C = 450 + 0,40 Yd
I = 200
G = 50
T = 250
Onde:
C = consumo final das famílias;
Yd = renda disponível;
I = investimento;
G = gasto do Governo;
T = tributação
A renda disponível (Yd) é a parte não tributada da renda
total. Nesta economia, o Produto Nacional Total (ou
Bruto) é:
Sobre uma economia aberta e com governo, são oferecidas as seguintes informações referentes ao seu sistema de contas nacionais:
Investimento público = 300 250
Poupança do governo = 200 125
Déficit do Balanço de pagamentos em transações correntes = 50 0
Poupança privada = 100 350
Considerando as identidades básicas de um sistema de
contas nacionais, podemos inferir que o investimento
privado nesta economia é de: