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O componente “C” dessa sigla refere-se a:
Para manter a participação ocupacional de S. F. e reduzir risco de frustração ou acidentes, a terapeuta ocupacional recomendou:
• adaptação de utensílios de cozinha, como xícaras e colheres com cabos ergonômicos;
• etiquetas e sinalizações para orientar a sequência das atividades;
• planejamento conjunto com cuidador familiar para apoiar a supervisão mínima sem retirar autonomia.
Considerando os princípios da Terapia Ocupacional na Atenção Primária à Saúde e a atuação baseada em manutenção da participação ocupacional, a abordagem utilizada pela terapeuta ocupacional foi:
1. Orientação comunitária
2. Competência cultural
3. Responsabilização
4. Longitudinalidade
( ) O terapeuta ocupacional reconhece e valoriza as práticas culturais, crenças e modos de vida da comunidade, adaptando suas estratégias de cuidado à diversidade sociocultural do território.
( ) As ações são organizadas de modo contínuo e sustentado no tempo, com acompanhamento e vínculo entre profissional e usuário, fortalecendo a confiança e o cuidado prolongado.
( ) O profissional participa de atividades coletivas e comunitárias, identificando demandas locais e fortalecendo redes sociais de apoio, como associações e grupos de convivência.
( ) Implica o compromisso ético e técnico do terapeuta ocupacional em assumir corresponsabilidade pelo cuidado, acompanhando o usuário em suas trajetórias e necessidades, mesmo quando exige articulação com outros serviços.
Com base nos princípios da Atenção Primária à Saúde e na especificidade da Terapia Ocupacional no contexto do NASF/eMulti, a intervenção mais adequada do terapeuta ocupacional nesse caso é:
I. A justiça ocupacional é promovida por meio de ações intersetoriais e comunitárias que visam à inclusão social e à ampliação da participação de grupos em situação de vulnerabilidade, enfrentando barreiras estruturais (sociais, econômicas e políticas).
II. A discussão do território com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), em grupos focais, contribui para identificar situações de privação ocupacional, embora por si só não constitua uma intervenção direta sobre as injustiças ocupacionais.
III. A avaliação cinesiológica detalhada e a prescrição de órteses são práticas que podem promover autonomia funcional individual, mas não atuam sobre as causas estruturais da injustiça ocupacional no território.
Assinale a alternativa correta:
I. O foco da atuação do terapeuta ocupacional deve estar na relação pessoa-ocupação-ambiente, identificando e intervindo em injustiças ocupacionais e desequilíbrios de desempenho ocupacional, promovendo participação social e funcionalidade no território.
II. A contribuição essencial da Terapia Ocupacional se limita à prescrição de equipamentos adaptativos e orientações posturais, com foco em aspectos físicos isolados.
III. Atividades físicas e alongamentos para grupos de idosos constituem a principal expressão da especificidade profissional da Terapia Ocupacional no NASF/eMulti.
IV. A elaboração de genogramas e ecomapas para mapear redes de suporte é útil, mas não expressa a contribuição específica da Terapia Ocupacional, pois não aborda diretamente a ocupação e o desempenho funcional.
Assinale a sequência correta: