Questões de Concurso
Para terapia ocupacional
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Considerando as definições dos termos e conceitos utilizados na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) da Organização Mundial de Saúde, são apresentados exemplos de aplicações práticas desses conceitos.
Relacione as colunas 1 e 2 abaixo de acordo com os conceitos da CIF:
Coluna 1 Conceitos
1. Uma criança nasce sem a unha.
2. Uma criança diabética tem uma deficiência de função: o pâncreas não funciona adequadamente para produzir insulina.
3. Um indivíduo que se recuperou de um episódio psicótico agudo, mas que porta um estigma de ter sido um “paciente mental”.
4. Um indivíduo saudável se submete a testes periódicos de HIV por trabalhar com pacientes com aids e as pessoas que o conhecem socialmente suspeitam que ele pode ter adquirido o vírus e o evitam.
Coluna 2 Aplicação
( ) Deficiência presumida que resulta em problemas marcantes no desempenho sem limitação da capacidade.
( ) Deficiência que não resulta em limitação da capacidade e nem em problemas de desempenho.
( ) Deficiência anterior que não resulta em limitação da capacidade, mas mesmo assim causa problemas de desempenho.
( ) Deficiência que não resulta em limitação da capacidade, mas em problemas de desempenho.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Declarações racistas de Fernando Pessoa reacendem a discussão sobre a relação entre os artistas e suas obras
Causou estarrecimento em muita gente a descoberta de um texto racista escrito pelo poeta Fernando Pessoa (1888 – 1935). A discussão correu as redes sociais depois que o escritor Antonio Carlos Secchin reproduziu um trecho em sua página no Facebook. O estarrecimento certamente ficou por conta da contundência das frases e também porque Fernando Pessoa ocupa um imaginário quase etéreo e mítico dentro da cultura ocidental contemporânea. Para nós, hoje, é difícil aceitar que um artista do calibre do poeta português, que simplesmente reescreveu liricamente a empreitada lusitana, criou complexos heterônimos e se tornou um dos pilares da literatura e da língua portuguesa, fosse capaz de escrever palavras tão assombrosas. [...]
Fernando Pessoa tinha 28 anos quando escreveu que “a escravatura é lógica e legítima; um zulu ou um landim não representa coisa alguma de útil neste mundo.” Anos mais tarde, aos 32 anos, Pessoa escreveu que “a escravidão é lei da vida, e não há outra lei, porque esta tem que cumprir-se, sem revolta possível. Uns nascem escravos, e a outros a escravidão é dada.” E, mesmo próximo de completar 40 anos, as ideias racistas ainda persistiam: “Ninguém ainda provou que a abolição da escravatura fosse um bem social (...) quem nos diz que a escravatura não seja uma lei natural da vida das sociedades sãs?” [...]
O caso de Fernando Pessoa reacende a discussão sobre a relação entre os escritores e suas obras e nos faz refletir o quanto suas biografias podem nos influenciar como leitores. Mesmo considerado um grande gênio pela crítica, não se pode esquecer que Fernando Pessoa é fruto de um país colonialista, ou seja, ele está inserido na longa tradição lusitana de exploração colonial. [...]
É doloroso descobrir que um ícone literário tenha um lado tão sombrio. Portanto, o nosso desafio como leitores é o de sabermos separar a obra do autor, pois antes de ser poeta, Fernando é humano com toda a complexidade e contradição que ele carrega. A indignação e a decepção com o literato é válida e necessária porque nos aproxima dele e nos afasta daquela figura mítica e sobrenatural, ao mesmo tempo em que resgata a humanidade que há em nós ao refutarmos seus textos racistas e misóginos. A discussão foi posta, mas não percamos de vista a literatura. Guimarães Rosa já cantava essa pedra: “Às vezes, quase sempre, um livro é maior que a gente”.
(Adaptado. Disponível em: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2016/01/d eclaracoes-racistas-de-fernando-pessoa-reacendem-adiscussao-sobre-a-relacao-entre-os-artistas-e-suasobras-4952826.html)
Com base no texto 'Declarações racistas de Fernando Pessoa reacendem a discussão sobre a relação entre os artistas e suas obras', marque a opção INCORRETA
Em relação ao código de ética profissional em seu capítulo X, sobre a divulgação profissional do Terapeuta Ocupacional, marque a alternativa incorreta:
Segundo De Carlo e Luzo (2004), é objetivo da terapia ocupacional em trauma-ortopedia, exceto:
Sobre o papel do terapeuta ocupacional na tecnologia assistiva, assinale a alternativa incorreta:
Acerca da epilepsia, assinale a alternativa incorreta:
A seguir apresentamos o que deve ser considerado ao escolher um recurso terapêutico, exceto:
Em relação ao instrumento PEDI (Pediatric Evaluation Disability Inventory), assinale a assertiva errada:
Aplica-se em bebês e em crianças de 0 a 3 anos. É um procedimento que avalia o desenvolvimento cognitivo, motor, fino e grosso; a linguagem e fala; e o comportamento sócioemocional.
Podemos chamar este método de avalição de:
Podemos dizer que a capacidade de recordar e reproduzir informações auditivas anteriores, na sequência correta e em detalhes, é uma habilidade da área:
Qual foi a primeira pessoa a lançar um manual de terapia ocupacional, em 1915?
Segundo Trombly (1989), as Atividades da Vida Diária requerem capacidades básicas, enquanto as Atividades Instrumentais da Vida Diária, requerem habilidades mais avançadas.
As Atividades Instrumentais da Vida Diária são:
Atenção: Para responder às questões de números 58 e 59, considere o caso hipotético abaixo.
A Dra. Renata é Terapeuta Ocupacional, especialista em Bobath infantil, participa de pelo menos um Curso/Simpósio/Congresso ao ano, com o intuito de atualização e aprimoramento. A Terapeuta Ocupacional em questão atende vinte pacientes, com diagnóstico de Paralisia Cerebral, em seus domicílios, e é conhecida por realizar um trabalho muito eficiente e satisfatório com esta clientela, que segue desde poucos meses de vida e que hoje estão com idade cronológica em torno de 8 anos de idade.
A Dra. Renata, sempre orientou os pais e professores destas crianças, assim como realizou as devidas adequações de domicílio e salas de aula nas escolas.
Os prontuários destas crianças, que ficam nos respectivos domicílios, para que sejam vistos pela família e equipe multiprofissional que participa da reabilitação e habilitação dessas crianças estão atualizados com o detalhamento de metas de objetivos alcançados na Terapia Ocupacional e a serem alcançados, sempre a médio e longo prazo.
As crianças e as famílias demonstram satisfação e de certa forma privilegiadas com a terapeuta ocupacional, que atende duas vezes por semana e cobra R$ 150,00 por atendimento.
Há sessenta dias, a Dra. Renata teve que passar por um procedimento cirúrgico e pediu para sua colega Dra. Cristina atender seus clientes neste período. Ao retornar, verificou que cinco pais não tinham mais interesse em dar continuidade aos tratamentos de seus filhos, que achavam que eles tinham melhorado e que estavam satisfeitos com os resultados obtidos até então. Dra. Renata tirou uma cópia do prontuário até aquele momento, e qual não foi a sua surpresa ao verificar que as Metas da Terapia Ocupacional, tinham sido alteradas e que a Dra. Cristina daria continuidade aos tratamentos. O mesmo foi verificado com os outros 4 (quatro) clientes. Ao questionar a mãe de uma das crianças, soube que a Dra. Cristina cobraria R$ 120,00 por atendimento.
A Terapeuta Ocupacional, Dra. Cristina, ao “tomar para si”, os cinco pacientes cometeu um ato de infração.
A Terapeuta Ocupacional, Dra. Cristina, ao “reajustar o valor do atendimento terapêutico ocupacional”, dos cinco pacientes cometeu outro ato de infração. De acordo com o Código de Ética e Deontologia da Terapia Ocupacional, estabelecido na RESOLUÇÃO COFFITO No 425, DE 08 DE JULHO DE 2013, a infração cometida foi:
Atenção: Para responder às questões de números 58 e 59, considere o caso hipotético abaixo.
A Dra. Renata é Terapeuta Ocupacional, especialista em Bobath infantil, participa de pelo menos um Curso/Simpósio/Congresso ao ano, com o intuito de atualização e aprimoramento. A Terapeuta Ocupacional em questão atende vinte pacientes, com diagnóstico de Paralisia Cerebral, em seus domicílios, e é conhecida por realizar um trabalho muito eficiente e satisfatório com esta clientela, que segue desde poucos meses de vida e que hoje estão com idade cronológica em torno de 8 anos de idade.
A Dra. Renata, sempre orientou os pais e professores destas crianças, assim como realizou as devidas adequações de domicílio e salas de aula nas escolas.
Os prontuários destas crianças, que ficam nos respectivos domicílios, para que sejam vistos pela família e equipe multiprofissional que participa da reabilitação e habilitação dessas crianças estão atualizados com o detalhamento de metas de objetivos alcançados na Terapia Ocupacional e a serem alcançados, sempre a médio e longo prazo.
As crianças e as famílias demonstram satisfação e de certa forma privilegiadas com a terapeuta ocupacional, que atende duas vezes por semana e cobra R$ 150,00 por atendimento.
Há sessenta dias, a Dra. Renata teve que passar por um procedimento cirúrgico e pediu para sua colega Dra. Cristina atender seus clientes neste período. Ao retornar, verificou que cinco pais não tinham mais interesse em dar continuidade aos tratamentos de seus filhos, que achavam que eles tinham melhorado e que estavam satisfeitos com os resultados obtidos até então. Dra. Renata tirou uma cópia do prontuário até aquele momento, e qual não foi a sua surpresa ao verificar que as Metas da Terapia Ocupacional, tinham sido alteradas e que a Dra. Cristina daria continuidade aos tratamentos. O mesmo foi verificado com os outros 4 (quatro) clientes. Ao questionar a mãe de uma das crianças, soube que a Dra. Cristina cobraria R$ 120,00 por atendimento.
A Terapeuta Ocupacional, Dra. Cristina, ao “tomar para si”, os cinco pacientes cometeu um ato de infração.
O Ato de infração cometido pela Terapeuta Ocupacional Dra. Cristina de acordo com o Código de Ética e Deontologia da Terapia Ocupacional, estabelecido na RESOLUÇÃO COFFITO No 425, DE 08 DE JULHO DE 2013 foi: