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Q3800070 Saúde Pública
O monitoramento de áreas de risco para doenças como a febre amarela silvestre implica a vigilância contínua da população de mosquitos Haemagogus e Sabethes, bem como a investigação de epizootias em primatas não humanos, sendo que a ausência de óbitos de macacos em uma determinada região por um longo período elimina completamente a necessidade de vacinação humana na área e o risco de reurbanização da doença. 
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Q3800069 Saúde Pública
Situação hipotética: Um Agente de Zoonoses, ao identificar um caso suspeito de raiva em um animal doméstico, orienta o proprietário a aguardar a evolução dos sintomas para confirmar a doença antes de qualquer intervenção, a fim de evitar estresse desnecessário ao animal. Assertiva: Essa conduta demonstra prudência e está em conformidade com os protocolos de saúde pública, que preconizam a observação clínica prévia antes de medidas mais drásticas, dado o caráter irreversível da doença após o início dos sintomas.
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Q3800068 Saúde Pública
O controle químico de pragas urbanas, como baratas e ratos, é uma responsabilidade exclusiva de empresas especializadas e licenciadas pela vigilância sanitária, não cabendo ao Agente de Zoonoses qualquer tipo de intervenção direta ou orientação sobre o uso de produtos ou técnicas para o controle dessas pragas nos domicílios, limitando-se à identificação e notificação de problemas sanitários gerais.
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Q3800067 Saúde Pública
A Lei nº 8.080/1990, ao dispor sobre as condições e os direitos para a promoção, proteção e recuperação da saúde, atribui aos municípios a execução exclusiva das ações de vigilância sanitária e epidemiológica, vedando a colaboração com os estados e a União em casos específicos, a fim de garantir a autonomia federativa na gestão local da saúde. 
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Q3800066 Saúde Pública
O preenchimento de formulários e relatórios pelo Agente de Zoonoses, em campo, deve ser realizado com a máxima riqueza de detalhes, incluindo informações irrelevantes para o controle epidemiológico, como opiniões pessoais sobre o estado de conservação do imóvel, pois qualquer dado, mesmo que não correlacionado diretamente com a infestação, pode ter valor em futuras análises estatísticas complexas.
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Q3800065 Saúde Pública
A dengue, chikungunya e zika vírus, por compartilharem o mesmo vetor, o Aedes aegypti, devem ser combatidas com um conjunto de ações padronizadas que dispensam a distinção entre as especificidades de cada doença, visto que a eliminação do vetor é a única medida de controle pertinente e multifuncional para as três arboviroses, tornando desnecessária a diferenciação epidemiológica.
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Q3800064 Saúde Pública
Noções de biologia e ecologia de vetores permitem compreender que a dispersão passiva do Aedes aegypti, geralmente via transporte de ovos em recipientes, é o principal mecanismo de reinfestação de áreas controladas, sendo a dispersão ativa dos mosquitos adultos negligenciável para fins de planejamento de ações de bloqueio em áreas urbanas densamente povoadas.
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Q3800063 Saúde Pública
A educação em saúde, enquanto ferramenta preventiva, deve restringir-se à informação sobre os sintomas das doenças transmitidas por vetores, visando à busca precoce por atendimento médico, mas não deve abordar a complexidade da biologia dos vetores ou as medidas de manejo ambiental de amplo espectro, pois tais conteúdos são demasiadamente técnicos para a compreensão da população leiga. 
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Q3800062 Saúde Pública
O ciclo de vida do Aedes aegypti, compreendendo as fases de ovo, larva, pupa e adulto, ocorre em um período fixo de 7 a 10 dias, sendo essa constância uma premissa fundamental para o planejamento das ações de controle, o que permite o intervalo exato entre as visitas de casa em casa para a eliminação de criadouros, independentemente das condições climáticas locais ou da temperatura da água.
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Q3800061 Saúde Pública
A vigilância ambiental, no contexto das atribuições do Agente de Zoonoses, concentra-se exclusivamente na monitorização da qualidade da água para consumo humano, desconsiderando outros fatores ambientais como o manejo de resíduos sólidos e a condição das áreas verdes, que não possuem um impacto direto na proliferação de vetores de importância para a saúde pública.
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Q3800059 Saúde Pública
A Lei nº 9.782/1999, que criou a ANVISA, estabeleceu um marco regulatório para a vigilância sanitária no Brasil, conferindo a essa agência a prerrogativa de fiscalizar todos os aspectos da saúde pública, inclusive as ações de controle de zoonoses e vetores, que antes eram de competência exclusiva dos municípios e estados, centralizando assim as decisões e condutas nacionais nesta área.
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Q3800058 Saúde Pública
O Agente de Zoonoses, ao realizar visitas domiciliares, atua meramente como um fiscal de irregularidades, tendo como principal objetivo a identificação de focos e a aplicação de sanções, sendo a orientação da população sobre medidas de prevenção uma responsabilidade exclusiva de equipes de educação em saúde, com as quais o Agente não possui interface direta.
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Q3800055 Saúde Pública
A identificação de focos de vetores, como o mosquito Anopheles, transmissor da malária, restringe-se à busca ativa em recipientes artificiais e naturais, sendo a inspeção de corpos d'água de grande extensão, como rios e lagos, uma atribuição exclusiva de equipes especializadas em saneamento ambiental e não do Agente de Zoonoses, devido à complexidade da abordagem. 
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Q3800054 Saúde Pública
Em sua atuação, o Agente de Zoonoses deve priorizar as atividades de controle químico no combate a vetores, como a aplicação de inseticidas, por serem consideradas as mais eficazes e rápidas para a redução populacional imediata dos vetores, relegando as ações de educação em saúde e manejo ambiental a um plano secundário, dado o seu menor impacto percebido a curto prazo.
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Q3800053 Saúde Pública
A notificação compulsória de doenças zoonóticas, como a raiva, é um procedimento legalmente estabelecido que visa primordialmente à coleta de dados para estudos epidemiológicos de longo prazo, não possuindo impacto direto e imediato na adoção de medidas de bloqueio e controle em situações de surto ou emergência de saúde pública, que dependem de outras fontes de informação. 
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Q3800052 Saúde Pública
O princípio da vigilância em saúde preconiza que as ações de prevenção e controle de doenças, como a malária, devem focar exclusivamente na interrupção do ciclo de transmissão entre seres humanos, desconsiderando a relevância da vigilância entomológica e o controle de vetores, visto que a fonte primária de infecção é sempre o indivíduo humano. 
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Q3800051 Saúde Pública
Situação hipotética: Um Agente de Zoonoses, em seu trabalho de campo, depara-se com um grande volume de pneus velhos abandonados em um terreno baldio, que servem como potencial foco de Aedes aegypti. Assertiva: A remoção desses pneus é uma atribuição exclusiva da limpeza urbana, não cabendo ao Agente de Zoonoses intervir diretamente na sua destinação, mas apenas notificar o órgão responsável, sem qualquer outra medida de controle imediata.
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Q3800050 Saúde Pública
A leishmaniose visceral, transmitida ao homem e cães pelo flebótomo, tem como principal medida de controle o sacrifício de cães soropositivos, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, pois essa é a única estratégia que garante a interrupção eficaz da cadeia de transmissão, sendo as demais ações de controle vetorial e educação em saúde consideradas complementares e de menor impacto.
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Q3800047 Saúde Pública
A febre amarela, por ser uma arbovirose com ciclo de transmissão zoonótico que envolve primatas não humanos e mosquitos silvestres, exige que as ações de vigilância e controle se concentrem prioritariamente nas áreas rurais e de mata, desconsiderando a relevância da vacinação em zonas urbanas, haja vista que a transmissão em centros urbanos é exclusiva do Aedes aegypti, que atua apenas como vetor secundário. 
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Q3800046 Saúde Pública
O saneamento básico, por englobar o abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, é considerado a principal estratégia para o controle de todas as doenças transmitidas por vetores e animais, pois sua ausência ou deficiência inviabiliza qualquer outra medida de saúde pública, sendo o investimento exclusivo nesse setor suficiente para a erradicação de tais enfermidades.
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Respostas
7461: E
7462: E
7463: E
7464: E
7465: E
7466: E
7467: E
7468: E
7469: E
7470: E
7471: E
7472: C
7473: E
7474: E
7475: E
7476: E
7477: E
7478: E
7479: E
7480: E