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Na formulação de estratégias de atenção primária, devem ser consideradas a mobilidade social e a informalidade laboral, adaptando-se horários e formatos de atendimento às rotinas da população.
A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
A integralidade na atenção primária envolve articulação entre ações individuais, coletivas, preventivas, promocionais e assistenciais, considerados o contexto territorial e as necessidades da população local.
A equidade na atenção especializada dispensa integração com a atenção primária, pois cada nível de atenção à saúde possui responsabilidades independentes.
A priorização de casos graves na fila de espera por serviços de saúde configura privilégio indevido e fere o princípio da equidade.
Sistemas médicos tradicionais podem coexistir com serviços biomédicos, produzindo itinerários terapêuticos híbridos que combinam diferentes técnicas de cuidado.
A definição de níveis assistenciais baseia-se exclusivamente na disponibilidade tecnológica dos serviços.
A relação entre instituições de justiça e serviços de saúde pode ocasionar a incorporação de tecnologias e medicamentos na rede pública.
A cooperação interfederativa influencia a oferta regional de serviços assistenciais especializados.
Políticas de saúde devem permanecer inalteradas após sua implementação inicial para a garantia da estabilidade administrativa.
A avaliação de impacto permite a verificação de alterações em indicadores populacionais após a implementação de uma política pública.
Integralidade é definida como uma ação técnica específica, que consiste na oferta simultânea de múltiplos exames diagnósticos ao usuário.
A intersetorialidade amplia a efetividade das ações sanitárias por meio da articulação de políticas públicas de educação, assistência social e saneamento.
As conferências e os conselhos de saúde atuam no controle da execução da política de saúde, mas não na formulação de estratégias, atribuição que é exclusiva da alta gestão do Ministério da Saúde.
No âmbito do SUS, admite-se a recusa ao atendimento de urgência no caso de a unidade de saúde estar com capacidade operacional reduzida.
Os serviços de atenção terciária abrangem o acompanhamento longitudinal de usuários com condições crônicas de baixa complexidade.
A progressividade assistencial, base operacional do princípio da hierarquização do SUS, permite que usuários transitem entre níveis hierárquicos de complexidade conforme a necessidade clínica.
As relações institucionais entre entes federativos no âmbito do funcionamento do SUS ocorrem somente em situações de crise sanitária.
Políticas de saúde podem articular ações assistenciais, de vigilância e de promoção em um mesmo programa.
A estrutura do SUS não permite a atuação dos estados na organização da rede assistencial.