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Em decorrência do princípio da equidade, exatamente o mesmo serviço deve ser oferecido para todos, sem distinção, pois, desse modo, as diferenças individuais são consideradas indiretamente.
As unidades básicas de saúde (UBS) são responsáveis pelo acompanhamento dos pacientes e pelas ações preventivas da saúde familiar, enquanto a Estratégia Saúde da Família (ESF) é responsável pelas ações de urgência e emergência.
O consumo de anfetaminas e outras substâncias estimulantes é uma prática culturalmente aceita entre caminhoneiros e sem impactos significativos na sua saúde física a longo prazo, embora possam trazer prejuízos para a segurança na direção de veículos.
O acesso limitado a serviços de saúde, devido à mobilidade constante, é um dificultador do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo de doenças, contribuindo para agravar o perfil de saúde da população caminhoneira.
O acolhimento tem como objetivo principal reduzir o tempo de permanência do usuário no serviço de saúde, direcionando-o rapidamente para a alta.
O acolhimento é uma postura ética e técnica que implica a escuta qualificada e a responsabilização pelo sofrimento ou pela necessidade de saúde do usuário.
O matriciamento combina suporte técnico-pedagógico e suporte assistencial, podendo incluir discussão de casos, atendimentos compartilhados e pactuação de estratégias de cuidado entre a equipe especializada e a equipe de referência.
A irregularidade do sono e a dessincronização circadiana associadas à jornada de trabalho noturno atuam como determinantes intermediários que amplificam tanto o risco de eventos no trânsito quanto o de desfechos cardiometabólicos na população caminhoneira.
NO QUE SE REFERE AO ACOLHIMENTO, JULGUE O ITEM ABAIXO.
O acolhimento não se reduz à recepção do usuário e deve ser entendido como uma postura ética e uma diretriz operacional que implica na garantia de resposta às necessidades do usuário.
A criação de conselhos locais de saúde, dentro de cada unidade básica, fortalece a governança e aproxima a gestão das demandas específicas de cada microterritório.
O matriciamento, estratégia de coordenação técnica entre especialistas e equipes de referência, funciona como uma ferramenta de articulação entre diferentes níveis de atenção.
Lideranças comunitárias devem ser vistas pelo gestor de saúde como receptores passivos de informações, devendo ser consultadas somente após a implementação de uma nova unidade de saúde.
Nas relações institucionais, a autonomia municipal no SUS é absoluta.
O Ministério da Saúde exerce um papel de coordenação normativa e financiamento indutor: o repasse de recursos funciona como ferramenta de adesão dos municípios às políticas nacionais.
O planejamento educativo pode ser realizado sem participação da equipe multiprofissional, visto que a transmissão de informação é uma atividade individual.
A linguagem técnica deve ser priorizada, independentemente do perfil sociocultural do público, de forma a garantir a fidelidade conceitual do conteúdo transmitido.
A promoção da saúde em áreas vulneráveis inclui ações coletivas como educação em saúde em escolas, espaços comunitários e associações locais.
É desnecessária a adaptação dos protocolos clínicos padrão a contextos socioambientais, pois a uniformidade é garantia de equidade.
O acompanhamento de famílias deve ser interrompido quando não há demanda espontânea, independentemente de risco social ou ambiental.