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Para museologia
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A museologia social emergiu como uma abordagem que busca utilizar os museus como ferramentas para promover a cidadania, os direitos humanos e diversos outros direitos, incluindo dos trabalhadores, das mulheres, dos povos indígenas, dos negros e da comunidade LGBT+.
Os desenvolvimentos em museologia social e sociomuseologia ocorreram isoladamente a partir dos movimentos sociais e das críticas culturais dos anos 1960 e 1970, focando unicamente em melhorias internas na comunidade museológica.
A sociomuseologia não valoriza a pesquisa associada ao patrimônio e, assim como a nova museologia, foca apenas na expansão do escopo territorial do museu e da ampliação da abrangência dos bens culturais.
A perda de força do termo “nova museologia” foi crucial para o surgimento e o avanço, principalmente após os anos 1990, da chamada museologia social ou sociomuseologia, assim como da museologia crítica.
A documentação museológica tem como função primária a manutenção da preservação física dos objetos do acervo.
No caso de extinção de museus, seus inventários e registros poderão ser descartados pelo órgão ou pela entidade sucessora, que determinará um novo sistema de registro.
A melhor prática ao se criar um número de registro para acervos museológicos é decidir entre um sistema numérico sequencial ou uma codificação alfanumérica, considerando a necessidade específica da instituição, o que permite flexibilidade e adaptação ao contexto particular de cada museu.
A política de acervo de uma instituição é estabelecida com bases flexíveis e possui caráter orientador para aquisição, descarte, conservação e exposição dos objetos culturais.
A revisão e a atualização constantes dos dados dos acervos, juntamente com a documentação fotográfica dos objetos, são prejudiciais ao gerenciamento e à segurança patrimonial das coleções, possibilitando uma duplicata de informações em plataformas digitais.
A marcação nos objetos de museu deve ser clara o suficiente para que os profissionais possam vê‑la facilmente, mas também suficientemente discreta para não ser notada pelos visitantes, garantindo que não distraia da apreciação do próprio objeto.
Alguns dos metadados essenciais no registro de qualquer tipologia de acervo são origem, história, localização atual e estado de conservação.
Por meio da documentação detalhada e acessível, os museus podem desenvolver programas educativos, exposições e publicações que contribuam para a difusão cultural e para o engajamento do público.
Ao considerar a aquisição de um objeto para seu acervo, um museu deve avaliar a disponibilidade de recursos e de pessoal para conservar o objeto, a existência de itens repetidos na coleção, a compatibilidade do objeto com a missão e as propostas institucionais, a documentação que comprova a legitimidade do objeto e a relevância do objeto para grupos e comunidades específicas.
Cada objeto museológico é considerado único, necessitando de um registro individual e de uma numeração específica, independentemente de ser ou não o único exemplar de seu tipo.
Os inventários de identificação do patrimônio cultural são controlados por um sistema de categorias, tais como: excepcionalidade; autenticidade; monumentalidade. Assim sendo, os patrimônios culturais são dispositivos que organizam esse campo do saber e são controlados pelos especialistas e pelos experts.
A lista vermelha de objetos culturais em risco foi criada para proteger o patrimônio cultural, fornecendo orientações sobre aquisição responsável e medidas cautelares para se evitar transações ilegais.
A capacidade de gerar receita turística para a região não é um critério utilizado pela UNESCO para determinar o valor universal de uma área como patrimônio natural mundial.
A política para o patrimônio imaterial do IPHAN é realizada por meio do registro de manifestações culturais por especialistas sem o consentimento prévio e informado ou diálogo do poder público com grupos, comunidades e segmentos sociais.
O termo “patrimônio intangível” não é utilizado como sinônimo de patrimônio imaterial em fóruns internacionais e políticas culturais.
Segundo a Convenção para a Proteção do Patrimônio Cultural e Natural Mundial da UNESCO (1972), são considerados parte do patrimônio cultural ou natural mundial: conjuntos urbanos que exibem uma unidade arquitetônica significativa ou uma harmoniosa integração paisagística; monumentos naturais de valor universal excepcional, seja por sua estética ou importância científica; e grutas que ostentam inscrições e pinturas com valor excepcional sob a ótica histórica ou científica.