Questões de Concurso
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Leia o texto a seguir:
Além da pizza e da feijoada: por que o hambúrguer virou paixão nacional
Pesquisa mostra que pão brioche, carne bovina e queijo cheddar são favoritos, mas versões personalizadas, autênticas e vegetarianas crescem no gosto popular
Ao pensar em hambúrguer, logo se imagina uma tradição vinda dos Estados Unidos. Muito antes dos americanos, porém, os povos antigos da Ásia Ocidental já consumiam carne amassada dentro de um pão, ambos com formato redondo, por ser mais prático para alimentar as tropas em guerra. De qualquer forma, é fato que o hambúrguer como conhecemos foi popularizado nos EUA e, ao se espalhar mundo afora, virou uma das grandes paixões gastronômicas globais, ganhando inúmeras e deliciosas versões feitas com diversos tipos de pães, carnes, queijos, molhos e afins, e ganhou até um dia Mundial para chamar de seu: 28 de maio [...].
“Hambúrguer foi feito para ser divertido e descomplicado. Comecei pelo x-salada, que é a minha paixão, e trouxe a tendência dos smashes e dos sanduíches de frango empanados”, diz Eduardo Perrone, hamburgueiro e sócio da Meat Dowtown Burgers, casa recém-inaugurada em São Paulo que, inspirada em Nova York, faz sucesso com seus hambúrgueres personalizados, que vão dos clássicos como o x-salada com maionese verde aos autorais como os Pork Porn, de pernil desfiado; o El Gringo, que leva chimichurri; e o Chilli Smash, com toque de chili, passando por sanduíches vegetarianos, que substituem a carne ou o frango por hambúrguer plant based. “Esses hambúrgueres autênticos estão cada vez mais populares no gosto do brasileiro”, completa Perrone.
Realmente, é mesmo. Segundo a BurguerPedia, uma grande pesquisa feita pela Kerry, líder global em nutrição sustentável para alimentos e bebidas, as tendências para o mercado de hambúrguer em 2023 no Brasil apontam para esse caminho. Baseada na análise do cardápio de 64 hamburguerias – entre elas as grandes franquias como McDonalds, Bob´s e Burguer King – o levantamento mostra claramente essa diversificação além do tradicional pão, carne, queijo e molho na preferência dos consumidores, que procuram inovação. “O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa.
De acordo com o estudo da Kerry, o pão brioche continua sendo o mais utilizado nas montagens dos hambúrgueres e sanduíches com 47% de preferência do público, seguido pelo pão tradicional (27%), pão de gergelim e pão australiano (8%), pão artesanal (3%), pão francês e pão de forma (2%) e pão de batata, de leite e sírio (1%). Nas proteínas, a carne bovina também continua sendo a preferida, com 82,3% de relevância nas aparições das montagens, seguida pelo frango (11%), carne suína (2,79%), embutido (1,71%), peixe (1,40%), cordeiro (0,31%) e frutos do mar (0,16%).
Fonte: https://veja.abril.com.br/gastronomia/alem-da-pizza-e-feijoada-saiba-oporque-o-hamburguer-e-paixao-nacional/. Texto adaptado. Acesso em 27/05/2023
Leia o texto a seguir:
Além da pizza e da feijoada: por que o hambúrguer virou paixão nacional
Pesquisa mostra que pão brioche, carne bovina e queijo cheddar são favoritos, mas versões personalizadas, autênticas e vegetarianas crescem no gosto popular
Ao pensar em hambúrguer, logo se imagina uma tradição vinda dos Estados Unidos. Muito antes dos americanos, porém, os povos antigos da Ásia Ocidental já consumiam carne amassada dentro de um pão, ambos com formato redondo, por ser mais prático para alimentar as tropas em guerra. De qualquer forma, é fato que o hambúrguer como conhecemos foi popularizado nos EUA e, ao se espalhar mundo afora, virou uma das grandes paixões gastronômicas globais, ganhando inúmeras e deliciosas versões feitas com diversos tipos de pães, carnes, queijos, molhos e afins, e ganhou até um dia Mundial para chamar de seu: 28 de maio [...].
“Hambúrguer foi feito para ser divertido e descomplicado. Comecei pelo x-salada, que é a minha paixão, e trouxe a tendência dos smashes e dos sanduíches de frango empanados”, diz Eduardo Perrone, hamburgueiro e sócio da Meat Dowtown Burgers, casa recém-inaugurada em São Paulo que, inspirada em Nova York, faz sucesso com seus hambúrgueres personalizados, que vão dos clássicos como o x-salada com maionese verde aos autorais como os Pork Porn, de pernil desfiado; o El Gringo, que leva chimichurri; e o Chilli Smash, com toque de chili, passando por sanduíches vegetarianos, que substituem a carne ou o frango por hambúrguer plant based. “Esses hambúrgueres autênticos estão cada vez mais populares no gosto do brasileiro”, completa Perrone.
Realmente, é mesmo. Segundo a BurguerPedia, uma grande pesquisa feita pela Kerry, líder global em nutrição sustentável para alimentos e bebidas, as tendências para o mercado de hambúrguer em 2023 no Brasil apontam para esse caminho. Baseada na análise do cardápio de 64 hamburguerias – entre elas as grandes franquias como McDonalds, Bob´s e Burguer King – o levantamento mostra claramente essa diversificação além do tradicional pão, carne, queijo e molho na preferência dos consumidores, que procuram inovação. “O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa.
De acordo com o estudo da Kerry, o pão brioche continua sendo o mais utilizado nas montagens dos hambúrgueres e sanduíches com 47% de preferência do público, seguido pelo pão tradicional (27%), pão de gergelim e pão australiano (8%), pão artesanal (3%), pão francês e pão de forma (2%) e pão de batata, de leite e sírio (1%). Nas proteínas, a carne bovina também continua sendo a preferida, com 82,3% de relevância nas aparições das montagens, seguida pelo frango (11%), carne suína (2,79%), embutido (1,71%), peixe (1,40%), cordeiro (0,31%) e frutos do mar (0,16%).
Fonte: https://veja.abril.com.br/gastronomia/alem-da-pizza-e-feijoada-saiba-oporque-o-hamburguer-e-paixao-nacional/. Texto adaptado. Acesso em 27/05/2023
Leia o trecho a seguir, para responder à questão
“O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa (3º parágrafo)
Em termos morfossintáticos, o trecho “principal responsável pela pesquisa” cumpre a função de:
Leia o texto a seguir:
Além da pizza e da feijoada: por que o hambúrguer virou paixão nacional
Pesquisa mostra que pão brioche, carne bovina e queijo cheddar são favoritos, mas versões personalizadas, autênticas e vegetarianas crescem no gosto popular
Ao pensar em hambúrguer, logo se imagina uma tradição vinda dos Estados Unidos. Muito antes dos americanos, porém, os povos antigos da Ásia Ocidental já consumiam carne amassada dentro de um pão, ambos com formato redondo, por ser mais prático para alimentar as tropas em guerra. De qualquer forma, é fato que o hambúrguer como conhecemos foi popularizado nos EUA e, ao se espalhar mundo afora, virou uma das grandes paixões gastronômicas globais, ganhando inúmeras e deliciosas versões feitas com diversos tipos de pães, carnes, queijos, molhos e afins, e ganhou até um dia Mundial para chamar de seu: 28 de maio [...].
“Hambúrguer foi feito para ser divertido e descomplicado. Comecei pelo x-salada, que é a minha paixão, e trouxe a tendência dos smashes e dos sanduíches de frango empanados”, diz Eduardo Perrone, hamburgueiro e sócio da Meat Dowtown Burgers, casa recém-inaugurada em São Paulo que, inspirada em Nova York, faz sucesso com seus hambúrgueres personalizados, que vão dos clássicos como o x-salada com maionese verde aos autorais como os Pork Porn, de pernil desfiado; o El Gringo, que leva chimichurri; e o Chilli Smash, com toque de chili, passando por sanduíches vegetarianos, que substituem a carne ou o frango por hambúrguer plant based. “Esses hambúrgueres autênticos estão cada vez mais populares no gosto do brasileiro”, completa Perrone.
Realmente, é mesmo. Segundo a BurguerPedia, uma grande pesquisa feita pela Kerry, líder global em nutrição sustentável para alimentos e bebidas, as tendências para o mercado de hambúrguer em 2023 no Brasil apontam para esse caminho. Baseada na análise do cardápio de 64 hamburguerias – entre elas as grandes franquias como McDonalds, Bob´s e Burguer King – o levantamento mostra claramente essa diversificação além do tradicional pão, carne, queijo e molho na preferência dos consumidores, que procuram inovação. “O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa.
De acordo com o estudo da Kerry, o pão brioche continua sendo o mais utilizado nas montagens dos hambúrgueres e sanduíches com 47% de preferência do público, seguido pelo pão tradicional (27%), pão de gergelim e pão australiano (8%), pão artesanal (3%), pão francês e pão de forma (2%) e pão de batata, de leite e sírio (1%). Nas proteínas, a carne bovina também continua sendo a preferida, com 82,3% de relevância nas aparições das montagens, seguida pelo frango (11%), carne suína (2,79%), embutido (1,71%), peixe (1,40%), cordeiro (0,31%) e frutos do mar (0,16%).
Fonte: https://veja.abril.com.br/gastronomia/alem-da-pizza-e-feijoada-saiba-oporque-o-hamburguer-e-paixao-nacional/. Texto adaptado. Acesso em 27/05/2023
Leia o trecho a seguir, para responder à questão:
“O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa (3º parágrafo)
No trecho destacado, as aspas foram empregadas para:
Leia o texto a seguir:
Além da pizza e da feijoada: por que o hambúrguer virou paixão nacional
Pesquisa mostra que pão brioche, carne bovina e queijo cheddar são favoritos, mas versões personalizadas, autênticas e vegetarianas crescem no gosto popular
Ao pensar em hambúrguer, logo se imagina uma tradição vinda dos Estados Unidos. Muito antes dos americanos, porém, os povos antigos da Ásia Ocidental já consumiam carne amassada dentro de um pão, ambos com formato redondo, por ser mais prático para alimentar as tropas em guerra. De qualquer forma, é fato que o hambúrguer como conhecemos foi popularizado nos EUA e, ao se espalhar mundo afora, virou uma das grandes paixões gastronômicas globais, ganhando inúmeras e deliciosas versões feitas com diversos tipos de pães, carnes, queijos, molhos e afins, e ganhou até um dia Mundial para chamar de seu: 28 de maio [...].
“Hambúrguer foi feito para ser divertido e descomplicado. Comecei pelo x-salada, que é a minha paixão, e trouxe a tendência dos smashes e dos sanduíches de frango empanados”, diz Eduardo Perrone, hamburgueiro e sócio da Meat Dowtown Burgers, casa recém-inaugurada em São Paulo que, inspirada em Nova York, faz sucesso com seus hambúrgueres personalizados, que vão dos clássicos como o x-salada com maionese verde aos autorais como os Pork Porn, de pernil desfiado; o El Gringo, que leva chimichurri; e o Chilli Smash, com toque de chili, passando por sanduíches vegetarianos, que substituem a carne ou o frango por hambúrguer plant based. “Esses hambúrgueres autênticos estão cada vez mais populares no gosto do brasileiro”, completa Perrone.
Realmente, é mesmo. Segundo a BurguerPedia, uma grande pesquisa feita pela Kerry, líder global em nutrição sustentável para alimentos e bebidas, as tendências para o mercado de hambúrguer em 2023 no Brasil apontam para esse caminho. Baseada na análise do cardápio de 64 hamburguerias – entre elas as grandes franquias como McDonalds, Bob´s e Burguer King – o levantamento mostra claramente essa diversificação além do tradicional pão, carne, queijo e molho na preferência dos consumidores, que procuram inovação. “O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa.
De acordo com o estudo da Kerry, o pão brioche continua sendo o mais utilizado nas montagens dos hambúrgueres e sanduíches com 47% de preferência do público, seguido pelo pão tradicional (27%), pão de gergelim e pão australiano (8%), pão artesanal (3%), pão francês e pão de forma (2%) e pão de batata, de leite e sírio (1%). Nas proteínas, a carne bovina também continua sendo a preferida, com 82,3% de relevância nas aparições das montagens, seguida pelo frango (11%), carne suína (2,79%), embutido (1,71%), peixe (1,40%), cordeiro (0,31%) e frutos do mar (0,16%).
Fonte: https://veja.abril.com.br/gastronomia/alem-da-pizza-e-feijoada-saiba-oporque-o-hamburguer-e-paixao-nacional/. Texto adaptado. Acesso em 27/05/2023
Leia o texto a seguir:
Além da pizza e da feijoada: por que o hambúrguer virou paixão nacional
Pesquisa mostra que pão brioche, carne bovina e queijo cheddar são favoritos, mas versões personalizadas, autênticas e vegetarianas crescem no gosto popular
Ao pensar em hambúrguer, logo se imagina uma tradição vinda dos Estados Unidos. Muito antes dos americanos, porém, os povos antigos da Ásia Ocidental já consumiam carne amassada dentro de um pão, ambos com formato redondo, por ser mais prático para alimentar as tropas em guerra. De qualquer forma, é fato que o hambúrguer como conhecemos foi popularizado nos EUA e, ao se espalhar mundo afora, virou uma das grandes paixões gastronômicas globais, ganhando inúmeras e deliciosas versões feitas com diversos tipos de pães, carnes, queijos, molhos e afins, e ganhou até um dia Mundial para chamar de seu: 28 de maio [...].
“Hambúrguer foi feito para ser divertido e descomplicado. Comecei pelo x-salada, que é a minha paixão, e trouxe a tendência dos smashes e dos sanduíches de frango empanados”, diz Eduardo Perrone, hamburgueiro e sócio da Meat Dowtown Burgers, casa recém-inaugurada em São Paulo que, inspirada em Nova York, faz sucesso com seus hambúrgueres personalizados, que vão dos clássicos como o x-salada com maionese verde aos autorais como os Pork Porn, de pernil desfiado; o El Gringo, que leva chimichurri; e o Chilli Smash, com toque de chili, passando por sanduíches vegetarianos, que substituem a carne ou o frango por hambúrguer plant based. “Esses hambúrgueres autênticos estão cada vez mais populares no gosto do brasileiro”, completa Perrone.
Realmente, é mesmo. Segundo a BurguerPedia, uma grande pesquisa feita pela Kerry, líder global em nutrição sustentável para alimentos e bebidas, as tendências para o mercado de hambúrguer em 2023 no Brasil apontam para esse caminho. Baseada na análise do cardápio de 64 hamburguerias – entre elas as grandes franquias como McDonalds, Bob´s e Burguer King – o levantamento mostra claramente essa diversificação além do tradicional pão, carne, queijo e molho na preferência dos consumidores, que procuram inovação. “O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa.
De acordo com o estudo da Kerry, o pão brioche continua sendo o mais utilizado nas montagens dos hambúrgueres e sanduíches com 47% de preferência do público, seguido pelo pão tradicional (27%), pão de gergelim e pão australiano (8%), pão artesanal (3%), pão francês e pão de forma (2%) e pão de batata, de leite e sírio (1%). Nas proteínas, a carne bovina também continua sendo a preferida, com 82,3% de relevância nas aparições das montagens, seguida pelo frango (11%), carne suína (2,79%), embutido (1,71%), peixe (1,40%), cordeiro (0,31%) e frutos do mar (0,16%).
Fonte: https://veja.abril.com.br/gastronomia/alem-da-pizza-e-feijoada-saiba-oporque-o-hamburguer-e-paixao-nacional/. Texto adaptado. Acesso em 27/05/2023
Leia o texto a seguir:
Além da pizza e da feijoada: por que o hambúrguer virou paixão nacional
Pesquisa mostra que pão brioche, carne bovina e queijo cheddar são favoritos, mas versões personalizadas, autênticas e vegetarianas crescem no gosto popular
Ao pensar em hambúrguer, logo se imagina uma tradição vinda dos Estados Unidos. Muito antes dos americanos, porém, os povos antigos da Ásia Ocidental já consumiam carne amassada dentro de um pão, ambos com formato redondo, por ser mais prático para alimentar as tropas em guerra. De qualquer forma, é fato que o hambúrguer como conhecemos foi popularizado nos EUA e, ao se espalhar mundo afora, virou uma das grandes paixões gastronômicas globais, ganhando inúmeras e deliciosas versões feitas com diversos tipos de pães, carnes, queijos, molhos e afins, e ganhou até um dia Mundial para chamar de seu: 28 de maio [...].
“Hambúrguer foi feito para ser divertido e descomplicado. Comecei pelo x-salada, que é a minha paixão, e trouxe a tendência dos smashes e dos sanduíches de frango empanados”, diz Eduardo Perrone, hamburgueiro e sócio da Meat Dowtown Burgers, casa recém-inaugurada em São Paulo que, inspirada em Nova York, faz sucesso com seus hambúrgueres personalizados, que vão dos clássicos como o x-salada com maionese verde aos autorais como os Pork Porn, de pernil desfiado; o El Gringo, que leva chimichurri; e o Chilli Smash, com toque de chili, passando por sanduíches vegetarianos, que substituem a carne ou o frango por hambúrguer plant based. “Esses hambúrgueres autênticos estão cada vez mais populares no gosto do brasileiro”, completa Perrone.
Realmente, é mesmo. Segundo a BurguerPedia, uma grande pesquisa feita pela Kerry, líder global em nutrição sustentável para alimentos e bebidas, as tendências para o mercado de hambúrguer em 2023 no Brasil apontam para esse caminho. Baseada na análise do cardápio de 64 hamburguerias – entre elas as grandes franquias como McDonalds, Bob´s e Burguer King – o levantamento mostra claramente essa diversificação além do tradicional pão, carne, queijo e molho na preferência dos consumidores, que procuram inovação. “O intuito do estudo é que, através da análise de diversas categorias de menus, sejam mapeados novos sabores, montagens, molhos, queijos e outros componentes dos hambúrgueres”, explica Pedro Tatoni, principal responsável pela pesquisa.
De acordo com o estudo da Kerry, o pão brioche continua sendo o mais utilizado nas montagens dos hambúrgueres e sanduíches com 47% de preferência do público, seguido pelo pão tradicional (27%), pão de gergelim e pão australiano (8%), pão artesanal (3%), pão francês e pão de forma (2%) e pão de batata, de leite e sírio (1%). Nas proteínas, a carne bovina também continua sendo a preferida, com 82,3% de relevância nas aparições das montagens, seguida pelo frango (11%), carne suína (2,79%), embutido (1,71%), peixe (1,40%), cordeiro (0,31%) e frutos do mar (0,16%).
Fonte: https://veja.abril.com.br/gastronomia/alem-da-pizza-e-feijoada-saiba-oporque-o-hamburguer-e-paixao-nacional/. Texto adaptado. Acesso em 27/05/2023
Em uma feira livre, os comerciantes Aldo, Beto, Cadu e Duda possuíam as seguintes quantidades de frutas para vender:

O comerciante com o maior número de frutas para vender era:
Considerando que ninguém se inscreveu para mais de um cargo, o total de pessoas inscritas correspondeu a:
Amar não é sofrer
Martha Medeiros
A frase que dá título a esta crônica é óbvia, mas milhares de pessoas não a levam a sério e vivem relações absolutamente torturantes sem conseguir rompê-las. Homens e mulheres preferem abrir mão da própria liberdade para continuar sendo amadas: deixam de ser quem são, deixam de externar suas opiniões, deixam de agir como sua natureza manda, deixam de ser elas mesmas para não perderem seu amor, perpetuando assim uma relação esgotante e dolorosa. Acreditam que amar é ser vítima, que o flagelo emocional faz parte do romance.
Para quem se reconheceu nesse primeiro parágrafo, foi lançado um livro que vem a calhar: Amores de Alto Risco, do psicólogo, filósofo e professor italiano Walter Riso. Diz ele que de 20% a 30% da população possui um transtorno extremo de personalidade, e se considerarmos os casos moderados, a porcentagem aumenta. São os narcisistas, histriônicos, paranoicos, limítrofes, esquizoides. Pessoas de bem, que trabalham, se apaixonam, casam e têm filhos, mas que são obsessivos, desconfiados ou agressivos num grau muito superior ao que se considera razoável. A literatura psicanalítica tem se debruçado com seriedade sobre esses perfis e sobre as dificuldades que enfrentam, mas pouco se fala sobre seus parceiros: maridos e esposas que possuem uma mente razoavelmente sã e que passam por verdadeiras torturas emocionais no convívio íntimo.
A princípio, viver um amor explosivo parece uma sorte, e não um castigo, só que depois do princípio vem o durante, e esse durante é que enlaça, prende e machuca. Encerrada a euforia inicial, instala-se a rotina exasperante de uma relação doentia, que passa longe da satisfação. Claro que é preciso o esforço de ambos em busca de um ajuste, mas, se depois de todas as tentativas ficar claro que a única forma de continuarem juntos é um dos dois se anular e deixar-se consumir, aí é hora de saltar desse trem em movimento. Não é fácil. Aliás, não é nem difícil, é aterrorizante, pois, não esqueçamos, está-se falando de relações onde ainda existe amor.
Nada disso é poético, apenas realista. Amor e dor rimam em samba-canção, mas aqui fora, na vida que se vive, não precisa ser assim. Amar tem que ser uma prática alegre, construtiva, produtiva. Sem neuras, sem engessamento. Concessões fazem parte dos relacionamentos, mas sacrifícios, quem disse? Há quem tenha sua energia vital sugada por um vampiro que se delicia com a resignação da sua presa. Isso é justo? Melhor deixar as ilusões de lado e seguir caminhando. Outro amor pode estar mais adiante, na próxima porta.
Adaptado de: https://www.refletirpararefletir.com.br/cronicas-martha-medeirosamor
Amar não é sofrer
Martha Medeiros
A frase que dá título a esta crônica é óbvia, mas milhares de pessoas não a levam a sério e vivem relações absolutamente torturantes sem conseguir rompê-las. Homens e mulheres preferem abrir mão da própria liberdade para continuar sendo amadas: deixam de ser quem são, deixam de externar suas opiniões, deixam de agir como sua natureza manda, deixam de ser elas mesmas para não perderem seu amor, perpetuando assim uma relação esgotante e dolorosa. Acreditam que amar é ser vítima, que o flagelo emocional faz parte do romance.
Para quem se reconheceu nesse primeiro parágrafo, foi lançado um livro que vem a calhar: Amores de Alto Risco, do psicólogo, filósofo e professor italiano Walter Riso. Diz ele que de 20% a 30% da população possui um transtorno extremo de personalidade, e se considerarmos os casos moderados, a porcentagem aumenta. São os narcisistas, histriônicos, paranoicos, limítrofes, esquizoides. Pessoas de bem, que trabalham, se apaixonam, casam e têm filhos, mas que são obsessivos, desconfiados ou agressivos num grau muito superior ao que se considera razoável. A literatura psicanalítica tem se debruçado com seriedade sobre esses perfis e sobre as dificuldades que enfrentam, mas pouco se fala sobre seus parceiros: maridos e esposas que possuem uma mente razoavelmente sã e que passam por verdadeiras torturas emocionais no convívio íntimo.
A princípio, viver um amor explosivo parece uma sorte, e não um castigo, só que depois do princípio vem o durante, e esse durante é que enlaça, prende e machuca. Encerrada a euforia inicial, instala-se a rotina exasperante de uma relação doentia, que passa longe da satisfação. Claro que é preciso o esforço de ambos em busca de um ajuste, mas, se depois de todas as tentativas ficar claro que a única forma de continuarem juntos é um dos dois se anular e deixar-se consumir, aí é hora de saltar desse trem em movimento. Não é fácil. Aliás, não é nem difícil, é aterrorizante, pois, não esqueçamos, está-se falando de relações onde ainda existe amor.
Nada disso é poético, apenas realista. Amor e dor rimam em samba-canção, mas aqui fora, na vida que se vive, não precisa ser assim. Amar tem que ser uma prática alegre, construtiva, produtiva. Sem neuras, sem engessamento. Concessões fazem parte dos relacionamentos, mas sacrifícios, quem disse? Há quem tenha sua energia vital sugada por um vampiro que se delicia com a resignação da sua presa. Isso é justo? Melhor deixar as ilusões de lado e seguir caminhando. Outro amor pode estar mais adiante, na próxima porta.
Adaptado de: https://www.refletirpararefletir.com.br/cronicas-martha-medeirosamor