Questões de Concurso Para não definido

Foram encontradas 43.398 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4418554 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
O emprego da primeira pessoa do discurso no texto contribui para:
Alternativas
Q4418553 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Em "Com força, atormenta gente com ou sem diploma" (3º§), considere as funções sintáticas exercidas pelos segmentos introduzidos pela preposição “com” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4418552 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Assinale a alternativa em que se encontra um exemplo de predicado verbo-nominal.
Alternativas
Q4418551 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
A construção “Desta vez”, que introduz o terceiro parágrafo, possui um pronome demonstrativo que tem seu emprego justificado corretamente por indicar: 
Alternativas
Q4418550 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Considere a passagem "Uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados." (4º§). Em relação à concordância verbal, é correto afirmar:
Alternativas
Q4418549 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
O tempo verbal predominante no último parágrafo do texto constrói um sentido de:
Alternativas
Q4418548 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
A palavra "fascínio" (1º§) recebe acento gráfico pela mesma regra que:
Alternativas
Q4418547 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Considere a oração “Acompanho o avanço da inteligência artificial” (1º§). Quanto à classificação da voz verbal e o efeito desse emprego, é correto afirmar que o verbo está na voz:
Alternativas
Q4418546 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Em “Ninguém sabe” (2º§), o pronome cumpre um efeito de generalização. Assinale a classificação sintática correta do sujeito dessa oração. 
Alternativas
Q4418545 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
A referência ao verso "O que será que será?", no primeiro parágrafo, tem a função de: 
Alternativas
Q4418544 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
No segundo parágrafo, a oração “para sobreviver” está entre vírgulas pois se trata de uma: 
Alternativas
Q4418543 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
No campo econômico, “commodity” refere-se a um bem padronizado, amplamente disponível. Assim, assinale a alternativa que melhor aponta o sentido de: "Pensar virou commodity" (3º§).
Alternativas
Q4418542 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Na passagem “convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos”(2º§), a estrutura em destaque exerce a função sintática de: 
Alternativas
Q4418541 Não definido
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
No texto, ao desenvolver sua argumentação, o autor defende que: 
Alternativas
Q4418065 Não definido
El siguiente texto es referencia para la cuestione.

    Un equipo de científicos ha confirmado que una extensa zona del Atlántico Norte, situada entre Groenlandia e Islandia, se está enfriando mientras gran parte del planeta continúa calentándose. Esta anomalía térmica, conocida como cold blob o “mancha fría”, se ha convertido en uno de los fenómenos más desconcertantes de la climatología moderna. En una época en la que los océanos acumulan calor a un ritmo sin precedentes, este enclave parece desafiar las reglas.
    Los registros muestran que las temperaturas superficiales de esta región han descendido hasta cerca de 1 °C respecto a las tendencias esperadas, convirtiéndose en una especie de isla climática en medio de un océano cada vez más cálido. Pero hay un detalle que inquieta especialmente a los investigadores: la mancha fría podría ser una señal visible de cambios profundos en una de las grandes arterias climáticas de la Tierra.
     La denominada “mancha fría” no es nueva. Los científicos comenzaron a detectarla hace décadas al analizar mapas globales de temperatura oceánica. Mientras casi todas las regiones del Atlántico mostraban un aumento sostenido de temperatura, una zona localizada al sur de Groenlandia parecía avanzar en dirección contraria. Desde entonces, el fenómeno ha sido bautizado también como North Atlantic Warming Hole o “agujero del calentamiento”, una expresión que resume perfectamente su singularidad: es uno de los pocos lugares del planeta donde el calentamiento global no se manifiesta de la forma esperada.

Disponible en: https://www.nationalgeographic.com.es. 
Señala la alternativa que presenta el título apropiado.  
Alternativas
Q4418064 Não definido
El siguiente texto es referencia para la cuestione.

    Un equipo de científicos ha confirmado que una extensa zona del Atlántico Norte, situada entre Groenlandia e Islandia, se está enfriando mientras gran parte del planeta continúa calentándose. Esta anomalía térmica, conocida como cold blob o “mancha fría”, se ha convertido en uno de los fenómenos más desconcertantes de la climatología moderna. En una época en la que los océanos acumulan calor a un ritmo sin precedentes, este enclave parece desafiar las reglas.
    Los registros muestran que las temperaturas superficiales de esta región han descendido hasta cerca de 1 °C respecto a las tendencias esperadas, convirtiéndose en una especie de isla climática en medio de un océano cada vez más cálido. Pero hay un detalle que inquieta especialmente a los investigadores: la mancha fría podría ser una señal visible de cambios profundos en una de las grandes arterias climáticas de la Tierra.
     La denominada “mancha fría” no es nueva. Los científicos comenzaron a detectarla hace décadas al analizar mapas globales de temperatura oceánica. Mientras casi todas las regiones del Atlántico mostraban un aumento sostenido de temperatura, una zona localizada al sur de Groenlandia parecía avanzar en dirección contraria. Desde entonces, el fenómeno ha sido bautizado también como North Atlantic Warming Hole o “agujero del calentamiento”, una expresión que resume perfectamente su singularidad: es uno de los pocos lugares del planeta donde el calentamiento global no se manifiesta de la forma esperada.

Disponible en: https://www.nationalgeographic.com.es. 
Considera las siguientes expresiones:
1. Una extensa zona del Atlántico Norte.
2. Un océano cada vez más cálido.
3. Una franja localizada al sur de Groenlandia.
4. Agujero del calentamiento.
¿Qué expresión/expresiones se refiere(n) al hecho de que el calentamiento global no se manifiesta de la forma esperada?
Alternativas
Q4418063 Não definido
El siguiente texto es referencia para la cuestione.

    Un equipo de científicos ha confirmado que una extensa zona del Atlántico Norte, situada entre Groenlandia e Islandia, se está enfriando mientras gran parte del planeta continúa calentándose. Esta anomalía térmica, conocida como cold blob o “mancha fría”, se ha convertido en uno de los fenómenos más desconcertantes de la climatología moderna. En una época en la que los océanos acumulan calor a un ritmo sin precedentes, este enclave parece desafiar las reglas.
    Los registros muestran que las temperaturas superficiales de esta región han descendido hasta cerca de 1 °C respecto a las tendencias esperadas, convirtiéndose en una especie de isla climática en medio de un océano cada vez más cálido. Pero hay un detalle que inquieta especialmente a los investigadores: la mancha fría podría ser una señal visible de cambios profundos en una de las grandes arterias climáticas de la Tierra.
     La denominada “mancha fría” no es nueva. Los científicos comenzaron a detectarla hace décadas al analizar mapas globales de temperatura oceánica. Mientras casi todas las regiones del Atlántico mostraban un aumento sostenido de temperatura, una zona localizada al sur de Groenlandia parecía avanzar en dirección contraria. Desde entonces, el fenómeno ha sido bautizado también como North Atlantic Warming Hole o “agujero del calentamiento”, una expresión que resume perfectamente su singularidad: es uno de los pocos lugares del planeta donde el calentamiento global no se manifiesta de la forma esperada.

Disponible en: https://www.nationalgeographic.com.es. 
La palabra subrayada “sostenido” puede ser sustituida sin cambiar el significado de la frase por: 
Alternativas
Q4418062 Não definido
La siguiente tira de Mafalda es referencia para la cuestione. 

En esa tira, Quino, su creador, utiliza el pronombre de segunda persona de singular “vos” en lugar de “tú”. Señala la alternativa que reescribe los verbos de la segunda parte de la tira utilizando “tú”. 
Alternativas
Q4418061 Não definido
La siguiente tira de Mafalda es referencia para la cuestione. 

¿Qué mensaje está presente en la tira? 
Alternativas
Q4418060 Não definido
El siguiente texto es referencia para la cuestione.

Los sindicatos llevan a sus asambleas territoriales la opción de huelga en el calzado

    CC OO y UGT ven insuficiente la propuesta salarial lanzada por la patronal y consultan convocar el sector para el 25 de junio, 15 y 16 de julio; la parte empresarial pide que se evalúe su propuesta por completo, que considera mejora las condiciones y garantiza el futuro del sector.
    La sexta reunión para el convenio estatal del calzado dejó el pasado viernes una propuesta de la patronal con mejora salarial. _______, tras analizarla durante estos días, la parte sindical llega a la conclusión de que «no responde a las necesidades reales de las plantillas» pues son «incrementos que no garantizan la recuperación del poder adquisitivo» de los trabajadores, principal demanda social.

Disponible en: https://www.larioja.com. 
Rellena el hueco con la conjunción correcta. 
Alternativas
Respostas
17021: E
17022: B
17023: C
17024: A
17025: E
17026: D
17027: C
17028: A
17029: B
17030: D
17031: E
17032: A
17033: B
17034: C
17035: A
17036: D
17037: E
17038: A
17039: D
17040: E