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Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
A figura a seguir foi extraída de uma planilha do MS-Excel. Ela representa o cálculo de um boleto bancário, onde o usuário deve lançar os valores corretamente para obter o valor a pagar.

Após lançar o “Valor do documento” (célula B1) de
R$ 100,00 e o “Desconto” (célula B2) de R$ 10,00, o usuário
percebeu que o segundo valor foi colocado no campo errado:
deveria ter lançado em Juros (B4), uma vez que o pagamento
está atrasado. O usuário tentou então contornar o erro,
recortando o lançamento na célula B2 e colando na célula B4
(utilizando, por exemplo, Ctrl X e Ctrl V). O resultado obtido
em B7 foi:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
Quando André tinha 13 anos, seu avô depositou R$13.000,00 em uma aplicação que rendeu 18% ao ano, de juros simples, por um período de 5 anos. Após esse tempo, o avô de André utilizou o montante dessa aplicação para comprar o primeiro carro de André. O montante utilizado corresponde a:
Resolvendo-se a equação 2x² - 3x - 2 = 0, encontram-se duas raízes reais distintas. O produto dessas raízes é:
Quando o comandante Marcelo Cavalcante diz: "É uma perturbação inédita, desde que começamos a monitorar a maré" (3º parágrafo), ele quer dizer que a variação do nível do mar é uma perturbação:
A locução em caixa alta no período "Ele jamais vira amplitude de maré SUPERIOR A 1,4 metro na Baía de Guanabara" (8º parágrafo), para que possa ser mantido o sentido original, NÃO pode ser substituída por:
Das alterações feitas na redação do trecho "era possível ver a água descendo" (9º parágrafo), aquela que está gramaticalmente INCORRETA é:
O termo "um ralo" (9º parágrafo) foi usado no texto como termo de:
A conjunção em caixa alta no trecho "A mudança de maré era tão rápida QUE era possível ver a água descendo" (9º parágrafo) relaciona oração subordinada com sentido de:
No período "Voltei para o barco às 23h e percebi que estava muito abaixo do cais" (9º período), entende-se que o que "estava muito abaixo do cais" era:
A forma verbal em caixa alta na oração "Ele jamais VIRA amplitude de maré superior a 1,4 metro na Baía de Guanabara" (8º parágrafo) pode ser substituída, sem alteração de sentido e do tempo verbal, por:
O trecho "uma variação de aproximadamente 1,6 metro" (8º período) tem a seguinte leitura:
As duas vírgulas empregadas no trecho "o engenheiro Cezar Bartz, morador do veleiro Prowler, viu uma variação de aproximadamente 1,6 metro" (8º período) são obrigatórias, pois separam um constituinte em função de:
Os dois constituintes iniciais do período "No píer do Clube Naval Charitas (Niterói), na hora em que os reflexos das tsunamis começaram a ser sentidos pela Marinha" (8º parágrafo) exprimem, respectivamente, os sentidos de:
Passando-se para a voz ativa o verbo da oração "na hora em que os reflexos das tsunamis começaram a ser sentidos pela Marinha" (8º parágrafo), o trecho terá a seguinte redação:
Nos itens abaixo, o trecho "Não houve, em nenhum momento, perigo tanto para a população quanto para bens materiais" (7º parágrafo) foi reescrito de cinco formas diferentes. A redação em que se observa alteração do sentido original é:
Das alterações feitas na redação do trecho "Na praia, é difícil alguém ter percebido" (7º parágrafo), aquela que contém erro gramatical é:
A palavra em caixa alta no trecho "registrou anomalia SEMELHANTE" (4º parágrafo) é antônima de:
Para o oceanógrafo Rogério Neder Candella, de acordo com o texto, do 4º ao 7º parágrafos, o fenômeno de oscilação da maré só seria percebido, sem a utilização de aparelhos, se o observador estivesse em um atracadouro, isso porque:
De acordo com o segundo e terceiro parágrafos do texto, NÃO pode ser atribuída ao comandante Marcelo Cavalcante a seguinte informação: