Questões de Concurso Para não definido

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Q2877203 Arquitetura de Software

Um sistema de banco de dados consiste em uma série de componentes funcionais, entre os quais inclui-se o buffer manager, que

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Q2877202 Arquitetura de Software

De acordo com o MPS.BR, o Modelo MPS divide-se em três componentes como mostra a figura.



Q25.png (692×310)

Disponível em: <http://www.softex.br/mpsbr/_guias/guias/MPS.BR_Guia_Geral_2011.pdf>.

Acesso em: 26 jan. 2012.


Sobre o exposto, analise as afirmações a seguir.


I - O Guia de Aquisição é um documento complementar destinado a organizações que pretendam adquirir software e serviços correlatos.

II - O Guia de Aquisição não contém requisitos do MR-MPS, mas boas práticas para a aquisição de software e serviços correlatos.

III - O Guia de Avaliação contém o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para os avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA).

IV - O MN-MPS contém os requisitos que os processos das unidades organizacionais devem atender para estar em conformidade com o MR-MPS.


São corretas as afirmações

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Q2877201 Arquitetura de Software

Dados que se referem, normalmente, a assuntos específicos, extraídos de um Data Warehouse e ajustados a requisitos próprios de grupos e setores de uma empresa, constituem um

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Q2877200 Arquitetura de Software

No SQL Server, um conjunto de comandos SQL, armazenado previamente no banco de dados, que realiza determinada operação e ao qual se atribui um nome, constitui uma

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Q2877199 Arquitetura de Software

Com o módulo Enterprise Manager do SQL Server, pode-se determinar os valores possíveis para um determinado campo de uma tabela que está sendo criada por meio da(o)

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Q2877198 Arquitetura de Software

Há princípios essenciais para administrar a complexidade de um domínio de problemas na análise orientada a objetos. NÃO é um desses princípios a(s)

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Q2877196 Arquitetura de Software

Entre as estruturas de dados necessárias para implementar o sistema físico de um sistema de banco de dados, encontra-se aquela que armazena informações de autorização, como restrições de chave. Essa estrutura de dados é denominada

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Q2877195 Arquitetura de Software

No âmbito dos bancos de dados, a álgebra relacional é uma linguagem de consulta procedural. As operações chamadas unárias da álgebra relacional são:

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Q2877194 Arquitetura de Software

Importante para a estrutura de um banco de dados, o conceito da modelagem de dados é um grupo de ferramentas conceituais para relacionamento de dados, descrição de dados, semântica de dados e de

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Q2877193 Arquitetura de Software

O MPS.BR é um programa mobilizador cujo objetivo é a Melhoria de Processo do Software Brasileiro. O programa MPS.BR visa a atingir a médio prazo e a longo prazo a meta de mercado e a meta

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Q2877191 Arquitetura de Software

De acordo com o PMBOK 4ª Edição, o gerenciamento de integração do projeto define os processos e as atividades que integram os diversos elementos do gerenciamento de projetos. Dentre esses processos, inclui-se

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Q2877190 Arquitetura de Software

Segundo o PMBOK 4a Edição, o gerenciamento das comunicações do projeto

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Q2877188 Noções de Informática

No sistema operacional Windows 2008, o Exchange Server é um servidor de

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Q2877186 Noções de Informática

Nos sistemas operacionais Linux, diversos servidores sob licença GNU podem ser instalados. NÃO é um desses servidores o

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Q2877185 Inglês

An equivalent way of saying “The portrait of Benjamin Harrison was designed and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver Phebe Hemphill.” (lines 21-23) is in:

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Q2877184 Inglês

According to the text, the obverse of each coin includes all the following pieces of information, EXCEPT

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Q2877183 Inglês

In 2012, the heads of the $1 coins will carry illustrations of

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Q2877179 Inglês

In the text, the word in parentheses that describes the idea expressed by the words in bold-face type is in:

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Q2877175 Português

INCOERENTE, EU?

Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais


Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi considerada incoerente por outra pessoa? Não? Então, vamos reformular a pergunta: você já escreveu ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira diferente da que você gostaria que entendessem?

E aí? Mudou de opinião?

Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nunca foi interpretado de maneira diferente daquilo que quis veicular. Seja por causa da falta de informação ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem não possuir elementos contextualizadores suficientes, como título, autoria, assinatura (no caso do escrito) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado); ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo veiculado não era partilhado suficientemente com o interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões nos fazem pensar que, quando chamamos um texto de incoerente, estamos nos referindo à não ativação de elementos necessários para que tanto o falante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido. A escola nos ajudou a pensar assim?

Vários pedagogos e estudiosos da educação têm relatado que o ensino de Língua portuguesa, por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de modo bastante negligente, não abordando os motivos empíricos que fazem com que os textos possam ser considerados incoerentes. Quem não se recorda de algum professor que tenha devolvido ao aluno seu texto escrito com uma cruz enorme em vermelho acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”? Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a correção, mas não chegam a ele as orientações para entender o que pode melhorar no texto e o que faz dele incoerente. [...]

A coerência de um texto depende majoritariamente da troca de informações entre os interlocutores, muito mais do que a construção sintática que possui, assim como a atribuição de coerência está ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre o assunto. No entanto, o puro conhecimento sociocognitivo não é suficiente se não apreendemos os aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não compreenda o código ali colocado, a coerência não se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma expressão no texto de uma língua diferente daquela usada pelo leitor, como o latim (ad hoc), o francês (déjà vu), ou o inglês (mainstream). Ou, ainda, quando o registro é extremamente específico de uma área, como os famosos jargões técnicos: vocabulários jurídico, médico etc.

Além do conhecimento das palavras, a relação sintática também é de suma importância.

O estabelecimento da mútua compreensão sobre a sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão textual. Ela não só está comprometida com a estrutura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as frases, como também com a semântica, ou seja, o sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído pelos interlocutores.

MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.

O elemento coesivo Isso (l. 44) tem como referente a ideia de que

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Q2877174 Português

INCOERENTE, EU?

Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais


Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi considerada incoerente por outra pessoa? Não? Então, vamos reformular a pergunta: você já escreveu ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira diferente da que você gostaria que entendessem?

E aí? Mudou de opinião?

Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nunca foi interpretado de maneira diferente daquilo que quis veicular. Seja por causa da falta de informação ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem não possuir elementos contextualizadores suficientes, como título, autoria, assinatura (no caso do escrito) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado); ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo veiculado não era partilhado suficientemente com o interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões nos fazem pensar que, quando chamamos um texto de incoerente, estamos nos referindo à não ativação de elementos necessários para que tanto o falante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido. A escola nos ajudou a pensar assim?

Vários pedagogos e estudiosos da educação têm relatado que o ensino de Língua portuguesa, por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de modo bastante negligente, não abordando os motivos empíricos que fazem com que os textos possam ser considerados incoerentes. Quem não se recorda de algum professor que tenha devolvido ao aluno seu texto escrito com uma cruz enorme em vermelho acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”? Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a correção, mas não chegam a ele as orientações para entender o que pode melhorar no texto e o que faz dele incoerente. [...]

A coerência de um texto depende majoritariamente da troca de informações entre os interlocutores, muito mais do que a construção sintática que possui, assim como a atribuição de coerência está ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre o assunto. No entanto, o puro conhecimento sociocognitivo não é suficiente se não apreendemos os aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não compreenda o código ali colocado, a coerência não se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma expressão no texto de uma língua diferente daquela usada pelo leitor, como o latim (ad hoc), o francês (déjà vu), ou o inglês (mainstream). Ou, ainda, quando o registro é extremamente específico de uma área, como os famosos jargões técnicos: vocabulários jurídico, médico etc.

Além do conhecimento das palavras, a relação sintática também é de suma importância.

O estabelecimento da mútua compreensão sobre a sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão textual. Ela não só está comprometida com a estrutura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as frases, como também com a semântica, ou seja, o sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído pelos interlocutores.

MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.

Observa-se o uso adequado do acento grave no trecho “estamos nos referindo à não ativação de elementos” (l. 18-19).

Verifica-se um DESRESPEITO à norma-padrão quanto ao emprego desse acento em:

Alternativas
Respostas
14321: D
14322: C
14323: D
14324: D
14325: B
14326: C
14327: B
14328: A
14329: D
14330: A
14331: C
14332: E
14333: C
14334: E
14335: D
14336: D
14337: A
14338: C
14339: E
14340: C