Questões de Concurso
Para não definido
Foram encontradas 18.985 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
São consideradas como fontes pontuais de poluição, EXCETO:
A forma de examinar o impacto total de um produto, desde a obtenção de matéria-prima, sua forma de produção, a venda no mercado, seu uso e descarte final é denominado:
Marcos comprou um produto e pagou R$ 200,00 já incluso 20% de desconto sobre o valor total do mesmo. Nessas condições, o valor do desconto foi de:
Carlos e Ana jogaram na loteria. Carlos gastou R$ 48,00, correspondente a 40% do total gasto pelos dois. Nessas condições, a soma dos algarismos do valor que representa o que Ana gastou é igual a:
Texto II
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/ cartunsdiarios/#22/7/20151
Assinale a opção que apresente uma palavra formada por processo de derivação.
Texto I
Quindins
asdQuando sentiu que ia morrer, o Dr. Ariosto pediu para falar a sós com a mulher, dona Quiléia (Quequé).
asd- Senta aí, Quequé.
asdEla sentou na beira da cama. Protestou, chorosa, quando o marido disse que sabia que estava no fim. Mas o Dr. Ariosto a acalmou. Os dois sabiam que ele tinha pouco tempo de vida e era melhor que enfrentassem a situação sem drama. Precisava contar uma coisa à mulher. Para morrerem paz. Contou, então, que tinha outra família.
asd- O quê, Ariosto?!
asdTinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos. A dona Quiléia iria saber de qualquer maneira, pois ele incluíra a outra família no seu testamento. Mas tinha decidido contar ele mesmo. De viva, por assim dizer, voz. Para que não ficasse aquela mentira entre eles. E para que dona Quiléia fosse tolerante com a sua memória e com a outra. Promete, Quequé? Dona Quiléia chorava muito. Só pôde fazer “sim” com a cabeça. Aliviado, o Dr. Ariosto deixou a cabeça cair no travesseiro. Podia morrer em paz.
asdMas aconteceu o seguinte: não morreu. Teve uma melhora surpreendente, que os médicos não souberam explicar e que Dona Quiléia atribui à promessa que fizera a seu santo. Em poucas semanas, estava fora de cama. Ainda precisa de cuidados, é claro. Dona Quiléia tem que regular sua alimentação, dar remédio na hora certa... Ficam os dois sentados na sala, olhando a televisão, em silêncio. Um silêncio constrangido. O Dr. Ariosto arrependido de ter feito a confissão. A Dona Quiléia achando que não fica bem se aproveitar de uma revelação que o homem fez, afinal, no seu leito de morte. Simplesmente não tocam no assunto. No outro dia o Dr. Ariosto teve permissão do médico para sair, pela primeira vez, de casa. Arrumou-se. Pediu para chamarem um táxi.
asd- Quer que eu vá com você? - perguntou a mulher.
asd- Não precisa. - Você demora?
asd- Não, não. Vou só...
asdNão completou a frase. Ficaram mais alguns instantes na porta, em silêncio. Depois ele disse:
asd- Bom. Tchau.
asd- Tchau.
asdAgora, tem uma coisa: Dona Quiléia não pagou a promessa ao santo. Ainda compra quindins escondido e os come sozinha. Aliás, deu para comer quindões. Grandes, enormes, translúcidos quindões.
(Luis Fernando Veríssimo)
Considerando o contexto em que se encontra a oração “Protestou, chorosa.” (3°§), pode-se afirmar que o termo em destaque exerce a função sintática de:
Texto I
Quindins
asdQuando sentiu que ia morrer, o Dr. Ariosto pediu para falar a sós com a mulher, dona Quiléia (Quequé).
asd- Senta aí, Quequé.
asdEla sentou na beira da cama. Protestou, chorosa, quando o marido disse que sabia que estava no fim. Mas o Dr. Ariosto a acalmou. Os dois sabiam que ele tinha pouco tempo de vida e era melhor que enfrentassem a situação sem drama. Precisava contar uma coisa à mulher. Para morrerem paz. Contou, então, que tinha outra família.
asd- O quê, Ariosto?!
asdTinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos. A dona Quiléia iria saber de qualquer maneira, pois ele incluíra a outra família no seu testamento. Mas tinha decidido contar ele mesmo. De viva, por assim dizer, voz. Para que não ficasse aquela mentira entre eles. E para que dona Quiléia fosse tolerante com a sua memória e com a outra. Promete, Quequé? Dona Quiléia chorava muito. Só pôde fazer “sim” com a cabeça. Aliviado, o Dr. Ariosto deixou a cabeça cair no travesseiro. Podia morrer em paz.
asdMas aconteceu o seguinte: não morreu. Teve uma melhora surpreendente, que os médicos não souberam explicar e que Dona Quiléia atribui à promessa que fizera a seu santo. Em poucas semanas, estava fora de cama. Ainda precisa de cuidados, é claro. Dona Quiléia tem que regular sua alimentação, dar remédio na hora certa... Ficam os dois sentados na sala, olhando a televisão, em silêncio. Um silêncio constrangido. O Dr. Ariosto arrependido de ter feito a confissão. A Dona Quiléia achando que não fica bem se aproveitar de uma revelação que o homem fez, afinal, no seu leito de morte. Simplesmente não tocam no assunto. No outro dia o Dr. Ariosto teve permissão do médico para sair, pela primeira vez, de casa. Arrumou-se. Pediu para chamarem um táxi.
asd- Quer que eu vá com você? - perguntou a mulher.
asd- Não precisa. - Você demora?
asd- Não, não. Vou só...
asdNão completou a frase. Ficaram mais alguns instantes na porta, em silêncio. Depois ele disse:
asd- Bom. Tchau.
asd- Tchau.
asdAgora, tem uma coisa: Dona Quiléia não pagou a promessa ao santo. Ainda compra quindins escondido e os come sozinha. Aliás, deu para comer quindões. Grandes, enormes, translúcidos quindões.
(Luis Fernando Veríssimo)
Em “Tinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos.” (5°§), a pontuação confere um sentido expressivo ao texto, ilustrando, por parte do narrador, uma linguagem:
Texto I
Quindins
asdQuando sentiu que ia morrer, o Dr. Ariosto pediu para falar a sós com a mulher, dona Quiléia (Quequé).
asd- Senta aí, Quequé.
asdEla sentou na beira da cama. Protestou, chorosa, quando o marido disse que sabia que estava no fim. Mas o Dr. Ariosto a acalmou. Os dois sabiam que ele tinha pouco tempo de vida e era melhor que enfrentassem a situação sem drama. Precisava contar uma coisa à mulher. Para morrerem paz. Contou, então, que tinha outra família.
asd- O quê, Ariosto?!
asdTinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos. A dona Quiléia iria saber de qualquer maneira, pois ele incluíra a outra família no seu testamento. Mas tinha decidido contar ele mesmo. De viva, por assim dizer, voz. Para que não ficasse aquela mentira entre eles. E para que dona Quiléia fosse tolerante com a sua memória e com a outra. Promete, Quequé? Dona Quiléia chorava muito. Só pôde fazer “sim” com a cabeça. Aliviado, o Dr. Ariosto deixou a cabeça cair no travesseiro. Podia morrer em paz.
asdMas aconteceu o seguinte: não morreu. Teve uma melhora surpreendente, que os médicos não souberam explicar e que Dona Quiléia atribui à promessa que fizera a seu santo. Em poucas semanas, estava fora de cama. Ainda precisa de cuidados, é claro. Dona Quiléia tem que regular sua alimentação, dar remédio na hora certa... Ficam os dois sentados na sala, olhando a televisão, em silêncio. Um silêncio constrangido. O Dr. Ariosto arrependido de ter feito a confissão. A Dona Quiléia achando que não fica bem se aproveitar de uma revelação que o homem fez, afinal, no seu leito de morte. Simplesmente não tocam no assunto. No outro dia o Dr. Ariosto teve permissão do médico para sair, pela primeira vez, de casa. Arrumou-se. Pediu para chamarem um táxi.
asd- Quer que eu vá com você? - perguntou a mulher.
asd- Não precisa. - Você demora?
asd- Não, não. Vou só...
asdNão completou a frase. Ficaram mais alguns instantes na porta, em silêncio. Depois ele disse:
asd- Bom. Tchau.
asd- Tchau.
asdAgora, tem uma coisa: Dona Quiléia não pagou a promessa ao santo. Ainda compra quindins escondido e os come sozinha. Aliás, deu para comer quindões. Grandes, enormes, translúcidos quindões.
(Luis Fernando Veríssimo)
No fragmento “Precisava contar uma coisa à mulher” (3°§), a crase ocorre, basicamente, devido:
Texto I
Quindins
asdQuando sentiu que ia morrer, o Dr. Ariosto pediu para falar a sós com a mulher, dona Quiléia (Quequé).
asd- Senta aí, Quequé.
asdEla sentou na beira da cama. Protestou, chorosa, quando o marido disse que sabia que estava no fim. Mas o Dr. Ariosto a acalmou. Os dois sabiam que ele tinha pouco tempo de vida e era melhor que enfrentassem a situação sem drama. Precisava contar uma coisa à mulher. Para morrerem paz. Contou, então, que tinha outra família.
asd- O quê, Ariosto?!
asdTinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos. A dona Quiléia iria saber de qualquer maneira, pois ele incluíra a outra família no seu testamento. Mas tinha decidido contar ele mesmo. De viva, por assim dizer, voz. Para que não ficasse aquela mentira entre eles. E para que dona Quiléia fosse tolerante com a sua memória e com a outra. Promete, Quequé? Dona Quiléia chorava muito. Só pôde fazer “sim” com a cabeça. Aliviado, o Dr. Ariosto deixou a cabeça cair no travesseiro. Podia morrer em paz.
asdMas aconteceu o seguinte: não morreu. Teve uma melhora surpreendente, que os médicos não souberam explicar e que Dona Quiléia atribui à promessa que fizera a seu santo. Em poucas semanas, estava fora de cama. Ainda precisa de cuidados, é claro. Dona Quiléia tem que regular sua alimentação, dar remédio na hora certa... Ficam os dois sentados na sala, olhando a televisão, em silêncio. Um silêncio constrangido. O Dr. Ariosto arrependido de ter feito a confissão. A Dona Quiléia achando que não fica bem se aproveitar de uma revelação que o homem fez, afinal, no seu leito de morte. Simplesmente não tocam no assunto. No outro dia o Dr. Ariosto teve permissão do médico para sair, pela primeira vez, de casa. Arrumou-se. Pediu para chamarem um táxi.
asd- Quer que eu vá com você? - perguntou a mulher.
asd- Não precisa. - Você demora?
asd- Não, não. Vou só...
asdNão completou a frase. Ficaram mais alguns instantes na porta, em silêncio. Depois ele disse:
asd- Bom. Tchau.
asd- Tchau.
asdAgora, tem uma coisa: Dona Quiléia não pagou a promessa ao santo. Ainda compra quindins escondido e os come sozinha. Aliás, deu para comer quindões. Grandes, enormes, translúcidos quindões.
(Luis Fernando Veríssimo)
O texto sugere que Dona Quiléia fizera uma promessa a um santo para que o marido se recuperasse. O que ela prometera, entretanto, não fica explícito, mas pode-se inferir que seria:
Texto I
Quindins
asdQuando sentiu que ia morrer, o Dr. Ariosto pediu para falar a sós com a mulher, dona Quiléia (Quequé).
asd- Senta aí, Quequé.
asdEla sentou na beira da cama. Protestou, chorosa, quando o marido disse que sabia que estava no fim. Mas o Dr. Ariosto a acalmou. Os dois sabiam que ele tinha pouco tempo de vida e era melhor que enfrentassem a situação sem drama. Precisava contar uma coisa à mulher. Para morrerem paz. Contou, então, que tinha outra família.
asd- O quê, Ariosto?!
asdTinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos. A dona Quiléia iria saber de qualquer maneira, pois ele incluíra a outra família no seu testamento. Mas tinha decidido contar ele mesmo. De viva, por assim dizer, voz. Para que não ficasse aquela mentira entre eles. E para que dona Quiléia fosse tolerante com a sua memória e com a outra. Promete, Quequé? Dona Quiléia chorava muito. Só pôde fazer “sim” com a cabeça. Aliviado, o Dr. Ariosto deixou a cabeça cair no travesseiro. Podia morrer em paz.
asdMas aconteceu o seguinte: não morreu. Teve uma melhora surpreendente, que os médicos não souberam explicar e que Dona Quiléia atribui à promessa que fizera a seu santo. Em poucas semanas, estava fora de cama. Ainda precisa de cuidados, é claro. Dona Quiléia tem que regular sua alimentação, dar remédio na hora certa... Ficam os dois sentados na sala, olhando a televisão, em silêncio. Um silêncio constrangido. O Dr. Ariosto arrependido de ter feito a confissão. A Dona Quiléia achando que não fica bem se aproveitar de uma revelação que o homem fez, afinal, no seu leito de morte. Simplesmente não tocam no assunto. No outro dia o Dr. Ariosto teve permissão do médico para sair, pela primeira vez, de casa. Arrumou-se. Pediu para chamarem um táxi.
asd- Quer que eu vá com você? - perguntou a mulher.
asd- Não precisa. - Você demora?
asd- Não, não. Vou só...
asdNão completou a frase. Ficaram mais alguns instantes na porta, em silêncio. Depois ele disse:
asd- Bom. Tchau.
asd- Tchau.
asdAgora, tem uma coisa: Dona Quiléia não pagou a promessa ao santo. Ainda compra quindins escondido e os come sozinha. Aliás, deu para comer quindões. Grandes, enormes, translúcidos quindões.
(Luis Fernando Veríssimo)
Em todas as opções abaixo, encontra-se destacado um exemplo de locução adverbial, exceto:
Texto I
Quindins
asdQuando sentiu que ia morrer, o Dr. Ariosto pediu para falar a sós com a mulher, dona Quiléia (Quequé).
asd- Senta aí, Quequé.
asdEla sentou na beira da cama. Protestou, chorosa, quando o marido disse que sabia que estava no fim. Mas o Dr. Ariosto a acalmou. Os dois sabiam que ele tinha pouco tempo de vida e era melhor que enfrentassem a situação sem drama. Precisava contar uma coisa à mulher. Para morrerem paz. Contou, então, que tinha outra família.
asd- O quê, Ariosto?!
asdTinha. Pronto. Outra mulher, outros filhos, até outros netos. A dona Quiléia iria saber de qualquer maneira, pois ele incluíra a outra família no seu testamento. Mas tinha decidido contar ele mesmo. De viva, por assim dizer, voz. Para que não ficasse aquela mentira entre eles. E para que dona Quiléia fosse tolerante com a sua memória e com a outra. Promete, Quequé? Dona Quiléia chorava muito. Só pôde fazer “sim” com a cabeça. Aliviado, o Dr. Ariosto deixou a cabeça cair no travesseiro. Podia morrer em paz.
asdMas aconteceu o seguinte: não morreu. Teve uma melhora surpreendente, que os médicos não souberam explicar e que Dona Quiléia atribui à promessa que fizera a seu santo. Em poucas semanas, estava fora de cama. Ainda precisa de cuidados, é claro. Dona Quiléia tem que regular sua alimentação, dar remédio na hora certa... Ficam os dois sentados na sala, olhando a televisão, em silêncio. Um silêncio constrangido. O Dr. Ariosto arrependido de ter feito a confissão. A Dona Quiléia achando que não fica bem se aproveitar de uma revelação que o homem fez, afinal, no seu leito de morte. Simplesmente não tocam no assunto. No outro dia o Dr. Ariosto teve permissão do médico para sair, pela primeira vez, de casa. Arrumou-se. Pediu para chamarem um táxi.
asd- Quer que eu vá com você? - perguntou a mulher.
asd- Não precisa. - Você demora?
asd- Não, não. Vou só...
asdNão completou a frase. Ficaram mais alguns instantes na porta, em silêncio. Depois ele disse:
asd- Bom. Tchau.
asd- Tchau.
asdAgora, tem uma coisa: Dona Quiléia não pagou a promessa ao santo. Ainda compra quindins escondido e os come sozinha. Aliás, deu para comer quindões. Grandes, enormes, translúcidos quindões.
(Luis Fernando Veríssimo)
O texto explora uma situação inicialmente trágica, à qual é conferido humor por meio do seguinte fato:
Segundo o Estatuto da Cidade (Lei Federal nº 10.257/2001), o direito de preempção confere ao Poder Público municipal preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares. Sobre as destinações das áreas para uso do poder público previstas para o exercício do direito de preempção, considere as afirmativas a seguir.
I. Criação de unidades de desenvolvimento tecnológico com pesquisa em áreas diversas.
II. Criação de espaços públicos de lazer e áreas verdes.
III. Execução de programas e projetos habitacionais de interesse social.
IV. Regularização fundiária.
Assinale a alternativa correta.
A ferragem deve ser conferida em cada peça estrutural a ser concretada. No projeto de estrutura, junto a uma viga, há a seguinte informação: 25 Ø 5 mm c / 15. O significado desta informação é:
A areia, como material de construção, é o agregado miúdo. Acerca das areias, assinale a alternativa INCORRETA.
Com relação à execução de alvenaria estrutural, assinale a alternativa correta.
Nas instalações hidráulicas, o material PVC apresenta-se resistente, porém cuidados e precauções são necessários até o momento de sua utilização para que o material não sofra danos ou deformações, o que pode prejudicar uma boa instalação, além de acarretar a diminuição da sua vida útil. Assim, recomenda-se que, EXCETO:
Você foi contratado para fiscalizar os serviços de terraplenagem de um terreno de 20 m x 40 m, com declividade de 1% na maior direção. Qual o volume total de solo a ser removido do canteiro a fim de deixá-lo plano realizando-se somente operação de corte? (Considere que o solo tem fator de empolamento de 1,50)
Devido a grande disponibilidade dos seus materiais constituintes, o concreto armado é o material estrutural mais empregado no Brasil para obras de edificações e de infraestrutura. Assinale a alternativa ERRADA sobre esse material:
Texto para as questões de 11 a 15.
Miss Heston is a perfect secretary. She knows everything, she copes with everything. She knows how to run an office. She never gets worried or irritated and she never makes mistakes. Really, she is not a woman at all, she is a machine. But she also likes to go the beach of a small fishing village, because the sea there is calm and almost motionless. She likes to fix her eyes on the horizont of the sea. She doesn’t like when there are a lot of people on the beach, so she only goes there at down.
She likes when the beach is:
Texto para as questões de 11 a 15.
Miss Heston is a perfect secretary. She knows everything, she copes with everything. She knows how to run an office. She never gets worried or irritated and she never makes mistakes. Really, she is not a woman at all, she is a machine. But she also likes to go the beach of a small fishing village, because the sea there is calm and almost motionless. She likes to fix her eyes on the horizont of the sea. She doesn’t like when there are a lot of people on the beach, so she only goes there at down.
She only goes there: