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Com base em Kaspary (2007), analise as seguintes assertivas relativas às expressões latinas de uso frequente nas comunicações administrativas oficiais e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Pro rata – Indica a parte que cabe ou com que se deve contribuir, proporcionalmente.
( ) Ad referendum – Diz-se do ato pendente de aprovação ou ratificação de outrem.
( ) Ex officio – Diz-se do ato oficial realizado sem a provocação das partes.
( ) Ab initio – Sem dia, isto é, sem dia fixado, sem se fixar a data.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Art. _____ A execução das obras e dos serviços deve programar-se, sempre, em sua totalidade, previstos seus custos atual e final e considerados os prazos de sua execução.
_____________ É proibido o retardamento imotivado da execução de obra ou serviço, ou de suas parcelas, se existente previsão orçamentária para sua execução total, salvo insuficiência financeira ou comprovado motivo de ordem técnica, justificados em despacho circunstanciado da autoridade a que se refere o Art. ______ desta Lei”. (Lei nº 8.666/1993)
Analise o texto legal acima e, com base em Kaspary (2007), assinale a digitação qualitativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas acima.
As modalidades de licitações são determinadas em função do valor da estimativa de custos de contratação, para fins da Lei nº 8.666/1993. Nesse sentido, para a contratação de obras e serviços de engenharia pela Secretaria Municipal de Obras de uma Prefeitura Municipal, segundo o artigo 23 da Lei nº 8.666/93, deverão ser observados os seguintes limites:
I. Convite – até R$ 150.000,00.
II. Tomada de Preços – até R$ 1.500.000,00.
III. Concorrência – acima de R$ 1.500.000,00.
Quais estão corretos?
Segundo Kaspary (2007), certo documento possui as seguintes características:
Tem por objeto a delegação de competência, a designação de membros de comissões, a aprovação e a discriminação de despesas, a homologação de concursos, as normas para execução de determinado serviço, entre outras.
Possui as seguintes partes: Numeração (classificação), Título, Fundamentação, Texto e Assinatura.
Normalmente, produz efeitos internos de uma repartição pública, porém, poderá ter alcance ao público em geral, quando fixar preços a gêneros alimentício ou disciplinar o trânsito.
Assinale o documento que apresenta as características apontadas acima.
A quantidade de itens com saldo correto, dividida pela quantidade de itens verificados, vezes 100, como indicador de eficácia do inventário, denomina-se:
Segundo Kaspary (2007), as abreviaturas para as palavras que seguem estão corretas, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Como fica a correta redação do trecho a seguir, retirado do texto, se for passado para a voz ativa?
Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo...
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
A frase a seguir, retirada do texto, aparece reescrita de várias maneiras nas alternativas. Assinale a que mantém a correção e o sentido original do texto.
Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
As alternativas a seguir apresentam palavras que se acentuam por causa das mesmas regras que determinam a grafia de cérebro e início, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
A respeito do seguinte trecho do texto, assinale a alternativa em que as mudanças mantêm o sentido original, mas sem gírias ou coloquialismos.
“é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade” (l. 09 e 10).
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o que informa o texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Analise as seguintes assertivas sobre o texto:
I. No primeiro parágrafo, o texto faz com que o leitor imagine uma situação hipotética.
II. Na linha 09, constata-se que o texto não se dirige somente a pessoas que já chegaram à meia-idade.
III. Com relação ao cérebro, o texto diz que a maturidade vem acompanhada somente de aspectos negativos.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida com o mesmo termo destacado no fragmento abaixo, retirado do texto.
“Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar.” (l. 22 e 23).
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas seguintes afirmações sobre elementos do texto.
( ) “ela” (l. 04) refere-se à “atriz famosa” (l. 03).
( ) “Essa” (l. 09) e “Ela” (l. 10) referem-se à mesma coisa.
( ) “cidadão” (l. 22) refere-se a “conhecido” (l. 20).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa que NÃO pode preencher corretamente as lacunas pontilhadas das linhas 30 e 32, respectivamente, pois desobedece à norma gramatical.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12 e 37.
Lei a piada abaixo e depois responda:
Fonte: http://piadasboas.com.br/caipira-na-rodoviaria/
De acordo com a piada é possível afirmar que:
Com base na Norma Regulamentadora 35 (NR 35) – Trabalho em Altura, marque a alternativa que corresponde à responsabilidade dos trabalhadores.
Dadas as afirmativas referentes ao levantamento, transporte e descarga individual de materiais conforme a Norma Regulamentadora 17 (NR 17) – Ergonomia,
-
I. Transporte manual regular de cargas designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas.
II. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso da carga seja superior a 70 quilogramas, de modo a não comprometer sua saúde ou sua segurança.
III. Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga.
IV. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas, o peso máximo dessas cargas deverá ser até 40 quilogramas, para não comprometer a sua saúde ou a sua segurança.
-
verifica-se que estão corretas apenas
Dadas as afirmativas referentes à legislação previdenciária Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que rege os benefícios decorrentes de acidentes de trabalho,
-
I. O auxílio-acidente será devido a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença, não sendo acumulativo com qualquer remuneração ou rendimento auferido pelo acidentado.
II. O auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia.
III. No auxílio-doença durante os primeiros quinze dias consecutivos ao do afastamento da atividade por motivo de doença, incumbirá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral.
IV. O auxílio-doença será devido ao segurado que, havendo cumprido, quando for o caso, o período de carência exigido nessa Lei, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 30 dias consecutivos.
-
verifica-se que está(ão) correta(s)