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Lêmures e baobás de Madagascar Isolada do continente há 135 milhões de anos, a ilha do Oceano Índico é um laboratório natural da evolução das espécies e encanta os viajantes com uma flora e fauna única
Madagascar abriga 107 espécies de lêmures, dezenas de espécies de camaleões coloridos e outras tantas plantas que só existem lá. “Madagascar é um mundo a parte. Costumo dizer que, se Charles Darwin tivesse conhecido Madagascar, seu livro A Origem das Espécies seria dez vezes maior”, afirma o fotógrafo e jornalista Haroldo Castro, idealizador de Viajologia Expedições.
Uma das experiências mais emocionantes na quarta maior ilha do mundo é passear entre os gigantescos baobás, árvores que chegam a ter 30 metros de altura e mil anos de idade. Das nove espécies de baobás que existem no mundo, seis podem ser encontradas apenas em Madagascar. A majestosa árvore, considerada sagrada pelos malgaxes, é chamada localmente como “reniala”, mãe da floresta.
Na pequena cidade de Bekopaka está o Parque Nacional Tsingy de Bemaraha, considerado Patrimônio Mundial pela Unesco. Trilhas e passeios de canoa no rio Manambolo conduzem a formações rochosas calcárias inusitadas e plantas endêmicas desse ecossistema de florestas secas.
Outro momento inesquecível em Madagascar é o encontro com os lêmures nas florestas tropicais da reserva Anjozorobe-Angavo, a 90 quilômetros da capital Antananarivo. Especialistas apontam que o turismo de observação de animais é uma excelente alternativa para o desenvolvimento da economia local e pode ajudar a conter o desmatamento. “O projeto em Anjozorobe comprova que, nos últimos anos, os 9 mil visitantes contribuíram de forma concreta a reduzir a pobreza e a promover a conservação da biodiversidade”, afirma Haroldo. Como os primatas são curiosos e estão habituados aos seres humanos, eles costumam se aproximar dos visitantes. “Os bichinhos chegam a subir nas nossas cabeças e parecem adorar aparecer nas fotos.”
Madagascar possui hoje uma excelente estrutura para o turismo, com algumas estradas bem cuidadas e hotéis confortáveis localizados perto das reservas e parques ecológicos. A gastronomia malgaxe, com um toque francês, também surpreende pela diversidade de ingredientes, temperos e colorido dos pratos. [...]
(Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/lemures-e-baobas-de-madagascar#2. Acesso em 14/05/2016)
Lêmures e baobás de Madagascar é um texto:
Em relação aos tipos de extintores e às classes de incêndio, NÃO é correto afirmar:
Analise as seguintes afirmativas em relação aos Equipamentos de Proteção Individual – EPI, identificando-as com V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas.
( ) É obrigação do empregado responsabilizar-se pela higienização do equipamento de proteção individual.
( ) É obrigação do empregador fornecer equipamento de proteção individual com Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho.
( ) É obrigação do empregador fornecer equipamentos de proteção individual adequados aos riscos.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Após a ocorrência do acidente, a Comunicação do Acidente de Trabalho - CAT deve ser feita ao INSS até:
A NR10 – Instalações e serviços em eletricidade considera como baixa tensão até
As etapas completas do PPRA são:
No mapa de riscos, estes são indicados por cores. É CORRETO afirmar que a cor
Em relação ao acidente sem perda de tempo, NÃO é correto afirmar que
Em relação à composição da CIPA, é CORRETO afirmar:
A soma das idades de Pedro e Júnior é 36. Se a razão entre as idades de Pedro e Júnior é , pode-se afirmar que
Calculando encontramos como resposta correta o número
LEIA o texto a seguir: “Denomina-se queda livre o movimento de subida ou descida que os corpos realizam no vácuo ou quando desprezamos a resistência do ar. Se não houvesse a resistência do ar, todos os corpos, de qualquer peso ou forma, abandonados da mesma altura, nas proximidades da superfície da Terra, levariam o mesmo tempo para atingir o solo. Esse movimento é conhecido como queda livre. O movimento de queda livre é uniformemente acelerado. A trajetória é retilínea, vertical e a aceleração é a mesma para todos os corpos, a aceleração da gravidade, cujo valor é, aproximadamente, g=10 m/s²”
Para encontrar a posição de determinado objeto em queda livre, utilizamos a seguinte expressão em relação ao tempo:
sendo g a gravidade terrestre, t o tempo de queda, em segundos e h a altura no instante t. Suponha que determinado objeto seja abandonado de uma altura h e demora 3 segundos até atingir o solo. Qual é a altura h na qual o objeto foi abandonado?
O valor numérico da expressão para x = 64 e y = - 3 é
A idade da emoção
Walcyr Carrasco
Fui assistir à peça Uma espécie de Alasca, de Harold Pinter, que estreou há pouco em São Paulo. Conta a história de uma mulher que entrou em coma aos 15 e acordou 29 anos depois. Bem interpretada por Yara de Novaes, inspira-se em um caso real do médico americano Oliver Sacks. Para mim, o texto “bateu” de forma profunda. Não aconteceu o mesmo comigo, e com muita gente que conheço? Estou acima dos 60, o tempo passou tão rapidamente! Não, não estive em coma. Mas um dia a gente “acorda” e descobre que a idade chegou. Mais que isso: que chegou, mas não chegou, porque o coração e os sonhos continuam os mesmos. Até antes da peça, na espera, percebi que estava lá uma outra tribo, já no jeito de vestir. Diferente de mim, de meus amigos, das pessoas que me cercam. A personagem do texto acorda com um rosto mais velho, um corpo, mas sente os desejos, medos, de uma garota de 15. Olha para a irmã e não reconhece: quem é afinal essa mulher velha e gorda?
Todos os homens da minha idade já passaram por isso, ao reencontrar a garota mais sexy, mais ambicionada da escola. Muitas vezes, virou uma senhora gorda, com netos. A gente procura nos olhos, em algum traço, aquela menina. E diz para si mesmo:
– Como foi que ela mudou tanto assim?
Mas eu também mudei, fisicamente. Uma antiga namorada, dos 17 anos, comentou com uma amiga em comum – modéstia à parte – que fui o homem mais belo que ela já conheceu. Eu? Pois é. Fui. Certamente, se ela me reencontrar, pensará o mesmo:
– Onde estão aqueles traços? O topete?
Na área em que trabalho, vejo isso acontecer com frequência, de forma até desesperadora. Quantas atrizes jovens, sexy, explodindo, já conheci? Tinham qualquer homem a seus pés. O tempo passou. Vieram outras atrizes. Elas amadurecem, sem perceber. Continuam com os mesmos sorrisos sedutores, olhares intensos. Surpreendem-se quando disputam um papel com uma garota de 20 anos.
– Mas eu faço! Tenho 35, mas passo por 20.
Não passam. A câmera é inexorável, ainda mais com a alta definição. A pele muda. Algo, nem sei dizer o quê, a vida talvez, transforma um semblante que ainda é belo. Mas sem o mesmo frescor. Iniciam-se os procedimentos estéticos. Botox, plásticas. A juventude não volta. O rosto fica mais agradável, não nego. Sem tantas marcas, sem os sulcos na pele causados até pelas histórias da vida. Alguém oferece o papel de tia. Ou de mãe. A atriz se assusta.
– Mas eu não pareço ser mãe dela!
Só uma sucessiva série de dissabores “acordará”, até cruelmente, a pessoa. O tempo passou. A idade chegou. Funciona do mesmo jeito para mim, para meus amigos, para quem tem 40. A juventude, na peça, é simbolizada pelo coma. Um dia a gente acorda. O tempo simplesmente passou, e é preciso rever expectativas, projetos, sonhos. Mas é? A emoção, sim, continua a mesma! Como lidar com isso? Ainda tenho livros para escrever, novelas, quero viver um grande amor. Meu coração bate por coisas novas. E, como eu, o de tanta gente! A sociedade agrária, onde os pais envelheciam junto aos filhos, se desagregou. Eu tenho amigos que ainda tentam ressuscitar esse projeto, brincam com os netinhos e conformam-se em correr atrás dos filhos, sempre ocupados com seus próprios sonhos!
Um número crescente de pessoas sente como eu. Se é um coma, não quero acordar, porque minhas emoções continuam vivas! Posso adaptar projetos, mas desistir dos sonhos nunca! Um antigo ditado dizia que a vida começava aos 40. Depois, aos 50. Estou pronto para considerar os 60 como a idade de ouro. É assim, juro. Eu olho para minhas amigas, parentes: em um olhar, gesto, percebo a garotinha que ela foi. A adolescente. Está lá, viva! Minhas emoções, tantas vezes, são as de um jovem começando a vida. Sempre quero fazer algo de novo. Voltei a pintar. O coração bate acelerado porque uma nova novela está a caminho, ou conheci alguém. E tem mais uma pergunta importante: eu estou em coma, não reconheço a realidade dos meus 60? Bem, se isso é um estado de sonho, de desprendimento da realidade, sou como a personagem da peça. Não quero acordar. Quero bater a cabeça como um adolescente e até, juro, brincar de esconde-esconde dentro de casa. Quero, enfim, sonhar.
A emoção não tem idade. Conformar-se com uma realidade que não nos faz feliz, isso sim é viver em estado de coma. Mas a emoção pode transformá-la. Nós todos enfrentamos essa espécie de Alasca.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyrcarrasco/noticia/2015/11/idade-daemocao.html .Acesso em: jul. 2016
Em: “Tinham qualquer homem a seus pés.”, qualquer é um pronome
A idade da emoção
Walcyr Carrasco
Fui assistir à peça Uma espécie de Alasca, de Harold Pinter, que estreou há pouco em São Paulo. Conta a história de uma mulher que entrou em coma aos 15 e acordou 29 anos depois. Bem interpretada por Yara de Novaes, inspira-se em um caso real do médico americano Oliver Sacks. Para mim, o texto “bateu” de forma profunda. Não aconteceu o mesmo comigo, e com muita gente que conheço? Estou acima dos 60, o tempo passou tão rapidamente! Não, não estive em coma. Mas um dia a gente “acorda” e descobre que a idade chegou. Mais que isso: que chegou, mas não chegou, porque o coração e os sonhos continuam os mesmos. Até antes da peça, na espera, percebi que estava lá uma outra tribo, já no jeito de vestir. Diferente de mim, de meus amigos, das pessoas que me cercam. A personagem do texto acorda com um rosto mais velho, um corpo, mas sente os desejos, medos, de uma garota de 15. Olha para a irmã e não reconhece: quem é afinal essa mulher velha e gorda?
Todos os homens da minha idade já passaram por isso, ao reencontrar a garota mais sexy, mais ambicionada da escola. Muitas vezes, virou uma senhora gorda, com netos. A gente procura nos olhos, em algum traço, aquela menina. E diz para si mesmo:
– Como foi que ela mudou tanto assim?
Mas eu também mudei, fisicamente. Uma antiga namorada, dos 17 anos, comentou com uma amiga em comum – modéstia à parte – que fui o homem mais belo que ela já conheceu. Eu? Pois é. Fui. Certamente, se ela me reencontrar, pensará o mesmo:
– Onde estão aqueles traços? O topete?
Na área em que trabalho, vejo isso acontecer com frequência, de forma até desesperadora. Quantas atrizes jovens, sexy, explodindo, já conheci? Tinham qualquer homem a seus pés. O tempo passou. Vieram outras atrizes. Elas amadurecem, sem perceber. Continuam com os mesmos sorrisos sedutores, olhares intensos. Surpreendem-se quando disputam um papel com uma garota de 20 anos.
– Mas eu faço! Tenho 35, mas passo por 20.
Não passam. A câmera é inexorável, ainda mais com a alta definição. A pele muda. Algo, nem sei dizer o quê, a vida talvez, transforma um semblante que ainda é belo. Mas sem o mesmo frescor. Iniciam-se os procedimentos estéticos. Botox, plásticas. A juventude não volta. O rosto fica mais agradável, não nego. Sem tantas marcas, sem os sulcos na pele causados até pelas histórias da vida. Alguém oferece o papel de tia. Ou de mãe. A atriz se assusta.
– Mas eu não pareço ser mãe dela!
Só uma sucessiva série de dissabores “acordará”, até cruelmente, a pessoa. O tempo passou. A idade chegou. Funciona do mesmo jeito para mim, para meus amigos, para quem tem 40. A juventude, na peça, é simbolizada pelo coma. Um dia a gente acorda. O tempo simplesmente passou, e é preciso rever expectativas, projetos, sonhos. Mas é? A emoção, sim, continua a mesma! Como lidar com isso? Ainda tenho livros para escrever, novelas, quero viver um grande amor. Meu coração bate por coisas novas. E, como eu, o de tanta gente! A sociedade agrária, onde os pais envelheciam junto aos filhos, se desagregou. Eu tenho amigos que ainda tentam ressuscitar esse projeto, brincam com os netinhos e conformam-se em correr atrás dos filhos, sempre ocupados com seus próprios sonhos!
Um número crescente de pessoas sente como eu. Se é um coma, não quero acordar, porque minhas emoções continuam vivas! Posso adaptar projetos, mas desistir dos sonhos nunca! Um antigo ditado dizia que a vida começava aos 40. Depois, aos 50. Estou pronto para considerar os 60 como a idade de ouro. É assim, juro. Eu olho para minhas amigas, parentes: em um olhar, gesto, percebo a garotinha que ela foi. A adolescente. Está lá, viva! Minhas emoções, tantas vezes, são as de um jovem começando a vida. Sempre quero fazer algo de novo. Voltei a pintar. O coração bate acelerado porque uma nova novela está a caminho, ou conheci alguém. E tem mais uma pergunta importante: eu estou em coma, não reconheço a realidade dos meus 60? Bem, se isso é um estado de sonho, de desprendimento da realidade, sou como a personagem da peça. Não quero acordar. Quero bater a cabeça como um adolescente e até, juro, brincar de esconde-esconde dentro de casa. Quero, enfim, sonhar.
A emoção não tem idade. Conformar-se com uma realidade que não nos faz feliz, isso sim é viver em estado de coma. Mas a emoção pode transformá-la. Nós todos enfrentamos essa espécie de Alasca.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyrcarrasco/noticia/2015/11/idade-daemocao.html .Acesso em: jul. 2016
Em: “Um antigo ditado dizia que a vida começava aos 40.”, dizia está flexionado no
A idade da emoção
Walcyr Carrasco
Fui assistir à peça Uma espécie de Alasca, de Harold Pinter, que estreou há pouco em São Paulo. Conta a história de uma mulher que entrou em coma aos 15 e acordou 29 anos depois. Bem interpretada por Yara de Novaes, inspira-se em um caso real do médico americano Oliver Sacks. Para mim, o texto “bateu” de forma profunda. Não aconteceu o mesmo comigo, e com muita gente que conheço? Estou acima dos 60, o tempo passou tão rapidamente! Não, não estive em coma. Mas um dia a gente “acorda” e descobre que a idade chegou. Mais que isso: que chegou, mas não chegou, porque o coração e os sonhos continuam os mesmos. Até antes da peça, na espera, percebi que estava lá uma outra tribo, já no jeito de vestir. Diferente de mim, de meus amigos, das pessoas que me cercam. A personagem do texto acorda com um rosto mais velho, um corpo, mas sente os desejos, medos, de uma garota de 15. Olha para a irmã e não reconhece: quem é afinal essa mulher velha e gorda?
Todos os homens da minha idade já passaram por isso, ao reencontrar a garota mais sexy, mais ambicionada da escola. Muitas vezes, virou uma senhora gorda, com netos. A gente procura nos olhos, em algum traço, aquela menina. E diz para si mesmo:
– Como foi que ela mudou tanto assim?
Mas eu também mudei, fisicamente. Uma antiga namorada, dos 17 anos, comentou com uma amiga em comum – modéstia à parte – que fui o homem mais belo que ela já conheceu. Eu? Pois é. Fui. Certamente, se ela me reencontrar, pensará o mesmo:
– Onde estão aqueles traços? O topete?
Na área em que trabalho, vejo isso acontecer com frequência, de forma até desesperadora. Quantas atrizes jovens, sexy, explodindo, já conheci? Tinham qualquer homem a seus pés. O tempo passou. Vieram outras atrizes. Elas amadurecem, sem perceber. Continuam com os mesmos sorrisos sedutores, olhares intensos. Surpreendem-se quando disputam um papel com uma garota de 20 anos.
– Mas eu faço! Tenho 35, mas passo por 20.
Não passam. A câmera é inexorável, ainda mais com a alta definição. A pele muda. Algo, nem sei dizer o quê, a vida talvez, transforma um semblante que ainda é belo. Mas sem o mesmo frescor. Iniciam-se os procedimentos estéticos. Botox, plásticas. A juventude não volta. O rosto fica mais agradável, não nego. Sem tantas marcas, sem os sulcos na pele causados até pelas histórias da vida. Alguém oferece o papel de tia. Ou de mãe. A atriz se assusta.
– Mas eu não pareço ser mãe dela!
Só uma sucessiva série de dissabores “acordará”, até cruelmente, a pessoa. O tempo passou. A idade chegou. Funciona do mesmo jeito para mim, para meus amigos, para quem tem 40. A juventude, na peça, é simbolizada pelo coma. Um dia a gente acorda. O tempo simplesmente passou, e é preciso rever expectativas, projetos, sonhos. Mas é? A emoção, sim, continua a mesma! Como lidar com isso? Ainda tenho livros para escrever, novelas, quero viver um grande amor. Meu coração bate por coisas novas. E, como eu, o de tanta gente! A sociedade agrária, onde os pais envelheciam junto aos filhos, se desagregou. Eu tenho amigos que ainda tentam ressuscitar esse projeto, brincam com os netinhos e conformam-se em correr atrás dos filhos, sempre ocupados com seus próprios sonhos!
Um número crescente de pessoas sente como eu. Se é um coma, não quero acordar, porque minhas emoções continuam vivas! Posso adaptar projetos, mas desistir dos sonhos nunca! Um antigo ditado dizia que a vida começava aos 40. Depois, aos 50. Estou pronto para considerar os 60 como a idade de ouro. É assim, juro. Eu olho para minhas amigas, parentes: em um olhar, gesto, percebo a garotinha que ela foi. A adolescente. Está lá, viva! Minhas emoções, tantas vezes, são as de um jovem começando a vida. Sempre quero fazer algo de novo. Voltei a pintar. O coração bate acelerado porque uma nova novela está a caminho, ou conheci alguém. E tem mais uma pergunta importante: eu estou em coma, não reconheço a realidade dos meus 60? Bem, se isso é um estado de sonho, de desprendimento da realidade, sou como a personagem da peça. Não quero acordar. Quero bater a cabeça como um adolescente e até, juro, brincar de esconde-esconde dentro de casa. Quero, enfim, sonhar.
A emoção não tem idade. Conformar-se com uma realidade que não nos faz feliz, isso sim é viver em estado de coma. Mas a emoção pode transformá-la. Nós todos enfrentamos essa espécie de Alasca.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyrcarrasco/noticia/2015/11/idade-daemocao.html .Acesso em: jul. 2016
As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em:
Considere o seguinte procedimento durante uma manutenção elétrica: após a chave geral de uma caixa de força ser desligada, a mesma foi trancada usando-se um cadeado. Em relação à segurança em instalações elétricas desenergizadas, tal procedimento, se refere a
Considere o desenho esquemático abaixo.
Analisando o desenho, o circuito de número
Um inversor de frequência, simplificado, é constituído por três blocos de componentes interligados em ordem certa e bem definida, a fim de converter AC/60Hz em AC/ frequência variável.

Os componentes internos básico dos Blocos I, II e III encontram-se, respectivamente, corretos, em
Considere as instruções abaixo.

O programa ladder relativo às instruções encontra-se em