Questões de Concurso Para não definido

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Q2781697 Raciocínio Lógico

Símbolos para os conetivos lógicos:


Negação ∼

Conjunção ∧

Disjunção ∨

Disjunção exclusiva ⨁

Condicional

Bicondicional ↔

A equivalência da Lei De Morgan representada por ∼ (𝑃 ∧ Q) ↔ (∼ P ∨∼ 𝑄) descreve que a sentença: “Nego que Mário atualizou os fichários manuais e eletrônicos” é equivalente a:

Alternativas
Q2781694 Raciocínio Lógico

Símbolos para os conetivos lógicos:


Negação ∼

Conjunção ∧

Disjunção ∨

Disjunção exclusiva ⨁

Condicional

Bicondicional ↔

A tabela verdade da fórmula (𝑃 ^ ~Q →∼ P) é:

Alternativas
Q2781693 Raciocínio Lógico

Símbolos para os conetivos lógicos:


Negação ∼

Conjunção ∧

Disjunção ∨

Disjunção exclusiva ⨁

Condicional

Bicondicional ↔

O conetivo lógico da disjunção, representado em português por ou, determina uma sentença composta falsa na alternativa:

Alternativas
Q2781691 Noções de Informática

Sobre o Internet Explorer em sua versão atualizada, analise as seguintes assertivas:


I. Não é possível excluir o histórico de navegação.

II. Não há cookies no Internet Explorer.

III. É possível navegar no modo privado.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2781690 Noções de Informática
No Mozilla Firefox, para recarregar a página, além do botão indicado pela seta em vermelho na imagem abaixo, há um comando de atalho (utilizando o teclado).

Imagem associada para resolução da questão


Que comando é esse? 
Alternativas
Q2781688 Noções de Informática

Quando se trabalha com planilhas no Excel 2013, é muito comum a troca de orientação da página de retrato para paisagem. Sabendo disso, dentre as alternativas abaixo, em qual guia se encontra a opção para troca de orientação?

Alternativas
Q2781685 Noções de Informática

Analise a imagem abaixo da guia Página Inicial do Word 2013:


Imagem associada para resolução da questão




Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a função de cada botão.

Alternativas
Q2781666 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Em relação às informações no texto, analise as assertivas que seguem:


I. Para Jaron Lanier, de um modo geral, as redes sociais trazem mais malefícios do que benefícios para as pessoas.

II. De acordo com Jaron Lanier, o melhor a se fazer é não utilizar mais as redes, visto que elas nos manipulam e nos prejudicam a cada acesso.

III. Segundo Jaron Lanier, o que as pessoas acessam na web podem trazer consequências até para seus empregos futuros.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Q2781664 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

A primeira palavra do texto, ‘Apesar’ (l.01), introduz uma ideia de _________, classifica-se como ____________________ e tem o mesmo sentido de ____________.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q2781659 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Analise as seguintes assertivas a respeito da linguagem do texto e assinale C, se as frases contiverem linguagem conotativa, ou D, se apresentarem somente linguagem denotativa.


( ) Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. (l.01-02).

( ) As redes sociais, em especial o Facebook, pretendem guardar registro de todas as nossas ações (l.09-10).

( ) Também podem acabar influenciando em futuros trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no Facebook e no Google. (l.27-29).

( ) as notícias aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos (l.34-35).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2781653 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Assim como a palavra ‘antivacinas’ (l.31), todos os vocábulos a seguir não necessitam do uso de hífen, EXCETO:

Alternativas
Q2781651 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Analise as seguintes propostas de alteração de expressões no texto:


I. ‘tomam a decisão’ (l.02) por ‘decidem’.

II. ‘cita’ (l.20) por ‘menciona’.

III. ‘grátis’ (l.44) por ‘gratuito’.


Quais alterações acarretam INCORREÇÃO sintática?

Alternativas
Q2781648 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Analise as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) As vírgulas da linha 04 são empregadas para separar um aposto.

( ) A vírgula da linha 05 é empregada para marcar um adjunto adverbial deslocado.

( ) A vírgula da linha 10 e a primeira da linha 11 são empregadas para separar orações de mesmo valor sintático.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2781646 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Considerando o contexto, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra ‘díspares’ (l.22).

Alternativas
Q2781644 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 01, 15 e 34, considerando a necessidade do uso da crase.

Alternativas
Q2779345 Arquivologia

Com base em Medeiros e Hernandes (2010), a respeito de protocolo, são feitas as seguintes afirmações:


I. É a denominação atribuída a setores encarregados do recebimento, registro, distribuição e movimentação de documentos.

II. É o próprio número de registro dado a um documento.

III. É a denominação que abarca livro de registro de documentos recebidos ou expedidos.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2779342 Redação Oficial

Segundo Kaspary (2007), para que a redação oficial alcance melhor seu objetivo, para que cumpra sua tarefa de comunicação eficiente, é necessário que ela possua certas qualidades básicas. Nesse sentido, segundo o autor, dentre as qualidades da redação oficial NÃO está a:

Alternativas
Q2779341 Administração de Recursos Materiais

O inventário de bens patrimoniais consiste na verificação in loco das existências físicas de bens permanentes em almoxarifado e em uso. Também se incluem nesse contexto os bens de consumo em almoxarifado (JUND IN: QUINTANA et al., 2011). Nesse sentido, segundo os mencionados autores, o inventário físico na Administração Pública pode ser classificado nos seguintes tipos, EXCETO em inventário:

Alternativas
Q2779340 Administração de Recursos Materiais

A acuracidade do inventário, como indicador de eficácia, é o resultado obtido pela aplicação da seguinte fórmula:

Alternativas
Q2779339 Direito Administrativo

Para habilitação nas licitações regidas pela Lei nº 8.666/1993, será exigida dos interessados determinada documentação, conforme o caso. Nesse sentido, NÃO se encontra dentre a documentação exigida na fase de habilitação, documento:

Alternativas
Respostas
7261: B
7262: D
7263: C
7264: C
7265: A
7266: B
7267: D
7268: E
7269: D
7270: C
7271: E
7272: A
7273: A
7274: C
7275: A
7276: E
7277: A
7278: D
7279: B
7280: A