Questões de Concurso Para técnico em meio ambiente

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Q4283270 Não definido

Uma piscina encontrava-se totalmente cheia no dia primeiro de março. No dia 9 de março, observou-se que 1/20 da quantidade de água que possuía no dia primeiro havia evaporado. No dia 12 do referido mês, observou-se que 1/21 da quantidade de água que havia no dia 9 tinha evaporado, e no dia 18 de março, observou-se que 1/15 da quantidade de água que havia no dia 12 tinha, também, evaporado.


Então, a quantidade de água que restou na piscina no dia 18 de março corresponde, da quantidade total de água que havia no dia primeiro, à fração

Alternativas
Q4283265 Não definido

Analise a frase abaixo para responder à questão.


O idoso comemorou a data com um bolo temático encomendado por sua neta Janaína Campos de 32 anos.

(msn.com. Adaptado).


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4283264 Não definido

Depois do acidente, preferia encher o aquário gota _______ gota _______ ter de contar _______ sua mãe o que acontecera.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso ou não da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

Alternativas
Q4283263 Não definido

O investigador permanecera quieto durante toda a entrevista, até que ______________________ o suspeito sobre seu paradeiro na noite anterior à do crime.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto à ortografia, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas
Q4283262 Não definido
De acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação das palavras, assinale a alternativa em que todas as palavras estão de acordo com as regras de acentuação.
Alternativas
Q4283261 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A orelha de Van Gogh


    Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.


    Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.


    Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]


    Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:


    – Achei!


    Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:


    – A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.


    O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.


    Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.


    – Que dizes?


    Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.


(Moacyr Ciliar. Adaptado). 

Analise a frase abaixo para responder à questão.


Ofereceria “tal” relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.


De acordo com a norma padrão da língua portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical que a palavra “tal” destacada acima. 

Alternativas
Q4283260 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A orelha de Van Gogh


    Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.


    Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.


    Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]


    Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:


    – Achei!


    Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:


    – A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.


    O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.


    Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.


    – Que dizes?


    Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.


(Moacyr Ciliar. Adaptado). 

Analise a frase abaixo para responder à questão.


Mas, se “lhe” faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação.


Assinale a alternativa em que, se os termos destacados fossem substituídos por um pronome oblíquo, teria de ser usado o pronome “lhe” necessariamente, como na frase acima.

Alternativas
Q4283259 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A orelha de Van Gogh


    Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.


    Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.


    Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]


    Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:


    – Achei!


    Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:


    – A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.


    O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.


    Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.


    – Que dizes?


    Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.


(Moacyr Ciliar. Adaptado). 

Analise a frase abaixo para responder à questão.


“Esses ‘enérgicos’ senhores queriam seu dinheiro”.


Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “enérgicos”, considerando sua polissemia e o contexto em que a palavra aparece no texto.

Alternativas
Q4283258 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A orelha de Van Gogh


    Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.


    Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.


    Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]


    Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:


    – Achei!


    Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:


    – A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.


    O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.


    Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.


    – Que dizes?


    Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.


(Moacyr Ciliar. Adaptado). 

De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
1392: B
1393: B
1394: C
1395: C
1396: D
1397: D
1398: C
1399: A
1400: D
1401: B
1402: B
1403: C
1404: D