Questões de Concurso Para encanador

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Q4007109 Português
Em qual das sequências abaixo a separação silábica de TODAS as palavras está CORRETA?
Alternativas
Q4007108 Português
A frase que apresenta um desvio ortográfico na palavra sublinhada é
Alternativas
Q4007107 Português
Assinale a frase gramaticalmente INCORRETA.
Alternativas
Q4007106 Português
Leia o fragmento a seguir.

“Pesquisadores japoneses identificaram uma alteração celular induzida pelo Sars-CoV-2 que pode explicar por que algumas pessoas continuam a apresentar sintomas da doença mesmo depois que o vírus se tornou indetectável. Em experimentos em laboratório, o grupo coordenado pelo microbiologista Eiji Hara, da Universidade de Osaka, constatou que os danos do novo coronavírus não se restringem à célula infectada. Uma vez no interior da célula, o vírus estimula a produção de moléculas sinalizadoras (citocinas) que migram até células vizinhas não infectadas e alteram o seu funcionamento. Nelas, as citocinas disparam um mecanismo de envelhecimento (senescência) celular. As células não morrem imediatamente, mas passam a produzir altos níveis de compostos inflamatórios. [...]” DANOS provocados à vizinhança. Pesquisa Fapesp, abril de 2022. Saúde.

Nesse fragmento, as palavras inseridas entre os parênteses funcionam como
Alternativas
Q4007105 Português
Leia o fragmento abaixo, observando as lacunas deixadas.
“Era noite e a maior parte dos passageiros dormia quando, exatamente 110 anos atrás, um iceberg interrompeu aquela que seria a primeira viagem do mais impressionante navio de passageiros até então construído, o Titanic. O navio estava ___ 41 quilômetros por hora. Menos de 3 horas depois, já havia se tornado um naufrágio, afundado nos confins do Atlântico. Seus destroços foram localizados apenas em setembro de 1985. A embarcação dividiu-se em duas partes, separadas ___ 800 metros de distância, ___ 3.843 metros de profundidade, ___ 650 quilômetros do Canadá.”
Fonte: VEIGA, Edison. Titanic: curiosidades sobre o famoso naufrágio ocorrido há 110 anos. BBC News Brasil.

Completam corretamente as lacunas do texto, na ordem em que elas aparecem,
Alternativas
Q4007104 Português
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque foi empregado no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Alternativas
Q4007103 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



Nessa tirinha, o ponto de exclamação foi empregado para simbolizar

Alternativas
Q4007102 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
No trecho “Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente.” (4º parágrafo), a combinação de tempos e de modos verbais sugere ao leitor que o autor elabora
Alternativas
Q4007101 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela em que a construção verbal sublinhada imprime uma noção de ação em desenvolvimento ao enunciado. 
Alternativas
Q4007100 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Das estratégias listadas abaixo, aquela que representa a que o autor utilizou, de modo mais enfático, para chamar diretamente a atenção do leitor para suas reflexões é
Alternativas
Q4007099 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
No primeiro parágrafo, percebe-se que o autor optou por iniciar seu texto a partir da narração de uma história. Ao final desse parágrafo, tal narrativa se revela
Alternativas
Q4007098 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Leia o trecho a seguir, extraído do segundo parágrafo do texto de João Branco.
“As relações familiares da série ‘This is us’, as tramas da novela ‘Avenida Brasil’ ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho ‘Masha e o Urso’ são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós.”
A expressão em destaque nesse fragmento sugere, no contexto em que ela foi empregada, que
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Q4007097 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Durante a leitura, é possível de se perceber que a menção ao personagem Homem-Aranha serve para
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Q4007096 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
É um assunto aprofundado nesse texto
Alternativas
Q2672829 Mecânica

As válvulas são dispositivos destinados a estabelecer, controlar e interromper o fluxo numa tubulação e, por serem um dos acessórios mais importantes da canalização, devem ser bem especificados, escolhidos e localizados. Associe as imagens de válvulas de fechamento com as definições descritas a seguir:


Fonte: Apostila de Desenho de Instalações Hidráulicas Prediais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola Politécnica, 2017 - Autor: Roberto Machado Corrêa. Páginas 8 e 10.



Coluna 1

Imagem associada para resolução da questão


Coluna 2


I - Válvula de Macho: É usada em instalações prediais, para tanques e regas de jardim. Funciona através de uma peça cônica que possui um orifício em forma de trapézio. O escoamento é máximo quando o centro geométrico do orifício coincide com o eixo da tubulação.

II - Válvula de Gaveta: Funciona através de um movimento retilíneo de uma peça de vedação (gaveta). É bastante empregada em canalizações prediais, tais como barriletes, ramais de água e elevatórias de água, vapor e ar comprimido.

III - Válvula de regulagem: É uma válvula de bloqueio de fechamento rápido, usada para vapor, gases, ar comprimido, líquidos puros e vácuo. Funciona pelo acionamento de uma alavanca que controla o fluxo que passa por uma esfera de regulagem central.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2672828 Mecânica

As caixas d'aguas são reservatórios de água utilizados em diversos tipos de edificações e possuem diferentes tipos de dimensões, a instalação realizada de forma correta é de suma importância para o bom funcionamento do abastecimento hidráulico do prédio.

Assinale a alternativa CORRETA referente à instalação:

Alternativas
Q2672827 Engenharia Ambiental e Sanitária

O reuso de água objetiva atender ao mesmo ou a outro uso. Pode haver ou não tratamento do efluente e pode ocorrer de forma direta ou indireta, com ações intencionais ou não. Nesse sentido, associe as colunas:


Coluna 1

A.(__)Reuso indireto não planejado.

B.(__)Reuso indireto planejado.

C.(__)Reuso direto planejado.

D.(__)Reciclagem.


Coluna 2

I - O efluente, após o tratamento, é encaminhado diretamente ao ponto de reutilização, não sendo descarregado no meio ambiente.

II - O efluente é descarregado no meio ambiente após sofrer tratamento, isto é, de forma planejada, e reutilizado à jusante de maneira controlada, no atendimento de algum uso.

III - É um caso particular do reuso direto. Antes da descarga do efluente em um sistema de tratamento, é usado como fonte suplementar de abastecimento do uso geral.

IV - O efluente é descarregado no meio ambiente, ficando sujeito às ações do meio ambiente e reutilizado à jusante de forma diluída, não intencional e não controlada.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2672826 Engenharia Civil

Os tubos e conexões de PVC rígido são utilizados em instalações prediais de água fria, com características conforme a Norma NBR-5648. Assinale a alternativa CORRETA referente à sua execução de utilização:

Alternativas
Q2672825 Engenharia Civil

Referente aos principais acessórios utilizados nas redes de esgotos e suas utilizações, associe as colunas a seguir:


Coluna 1

A.Poço de visita (PV).

B.Tubo de inspeção e limpeza.

C.Ligação predial.


Coluna 2

I - Dispositivo que permite a introdução de equipamentos de limpeza, localizado na cabeceira de qualquer coletor.

II - Dispositivo não visitável que permite a inspeção e introdução de equipamentos de limpeza, instalado na via pública.

III - Utilizado em mudanças de direção, declividade, diâmetro e material, permite a inspeção e introdução de equipamentos de limpeza.



Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2672824 Engenharia Ambiental e Sanitária

Para que a água se torne potável, ela deve passar por uma estação de tratamento, onde passará por etapas até ser consumida pela população. Assinale a alternativa que descreve as etapas na ordem CORRETA:

Alternativas
Respostas
1701: D
1702: B
1703: A
1704: A
1705: B
1706: D
1707: A
1708: D
1709: C
1710: A
1711: C
1712: B
1713: D
1714: A
1715: B
1716: C
1717: E
1718: B
1719: D
1720: B