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Q4272805 Não definido

Observe a imagem:


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Sobre a Ditadura Militar brasileira (1964-1985), assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q4272804 Não definido
Os veículos de comunicação no Brasil, sempre tiveram um papel relevante na criação da imagem dos candidatos àpresidência, merece destaque dois presidenciáveis que lograram êxito em seus pleitos por terem suas imagens vinculadas a grandes heróis combatentes da corrupção, foram eles:
Alternativas
Q4272802 Não definido
No início da ocupação portuguesa (período Pré-colonial), a mão de obra empregada e a atividade econômica basicamentese restringia as:
Alternativas
Q4272801 Não definido
Considerando as notas de uma turma de 9º ano em Matemática, na primeira prova do ano letivo. Após entregar todas as provas, o professor anotou, de forma aleatória, as notas de todos os alunos no quadro:
 Imagem associada para resolução da questão
Após uma observação, o professor concluiu que a nota modal dos alunos da turma do 9° ano é?
Alternativas
Q4272800 Não definido
O gráfico a seguir mostra o grau de escolaridade dos 500 funcionários de certa empresa.
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Com base na observação do gráfico, qual o número de funcionários da instituição que possui Pós-Graduação?
Alternativas
Q4272799 Não definido

Observe as quatro primeiras figuras de uma sequência.


 Imagem associada para resolução da questão


Qual das fórmulas fornece a quantidade Q de bolinhas em função do número n da figura?

Alternativas
Q4272798 Não definido
Na chácara onde Bernardo mora está sendo construído um teleférico, com inclinação 30°, que levará visitantes da sede aotopo de uma montanha de 90m de altura. Qual é o comprimento do cabo desse teleférico?
Alternativas
Q4272797 Não definido
Um pesquisador observou a reprodução de determinado tipo de bactéria e percebeu que a cada 15 minutos a quantidadede bactérias duplicava. Sabendo que no início da observação havia apenas uma bactéria, quantas bactérias havia após duas horas de observação?
Alternativas
Q4272796 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O autor do texto apresenta dois aspectos importantes conquistados com a internet das coisas (IoT). Assinale a alternativaque melhor os define.
Alternativas
Q4272795 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Considerando o processo de formação de palavras, classifique o termo “vestíveis”.
Alternativas
Q4272794 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O uso do pronome relativo “que” na frase “ou mesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético” se justifica pela retomada anafórica do termo:
Alternativas
Q4272793 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Em relação à colocação dos pronomes átonos, no título “Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la”, háum caso de:
Alternativas
Q4272792 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O texto defende a tese de que a internet das coisas (IoT) é uma realidade do mundo contemporâneo, a qual reorganiza amaneira de lidarmos com o mundo. Assinale a alternativa que melhor expressa a problemática levantada pelo autor.
Alternativas
Q4267624 Não definido

 Considere a imagem.



Imagem associada para resolução da questão



A imagem faz referência aos incêndios florestais ocorridos nos últimos meses no/na

Alternativas
Q4267623 Não definido

Considere a imagem.



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A charge ironiza o discurso do ministro Paulo Guedes, em Davos, que anunciou os inimigos do meio ambiente no Brasil: a fome e a pobreza. Junão, autor da charge, utilizou-se da fala do ministro, “Destroem porque estão com fome”, para criticar:

Alternativas
Q4267622 Não definido

Leia a notícia do dia 9 de março.



Nas últimas 24 horas, a Alemanha registrou 150 novos casos de contágio por Covid-19, o que eleva a 1.112 o número de pessoas afetadas pela epidemia, anunciou nesta segunda-feira (9 de março) o Instituto Robert Koch, que supervisiona o combate às epidemias no país. O principal foco da doença está na região da Renânia do Norte-Vestfália, na fronteira com Holanda e Bélgica.



O Coronavírus infectou centenas de pessoas. Nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em11 de fevereiro teve origem

Alternativas
Q4267621 Não definido

O povoamento determinado pela mineração do ouro é um povoamento muito irregular e mais instável; sem nenhum planejamento, sem nenhuma ordem. Onde aparece ouro, ali surge uma povoação; quando o ouro se esgota, os mineiros mudam-se para outro lugar e a povoação definha e desaparece, isso porque o ouro encontrado em Goiás era o ouro de aluvião, em pequenas partículas, que ficavam depositadas no leito de rios e córregos ou no sopé das montanhas, geralmente. Sua extração era rápida e logo as jazidas se esgotavam forçando os mineiros a se mudarem em busca de novas áreas para mineração.


A primeira região ocupada em Goiás foi a região:

Alternativas
Q4267620 Não definido

 Considere a imagem:



Imagem associada para resolução da questão



No brasão da cidade de Varjão-GO está escrito “14 de Novembro de 1958”. Nesta data, 

Alternativas
Q4267619 Não definido
De acordo com o artigo 14 do Estatuto dos Servidores Públicos de Varjão, a nomeação para o exercício de cargo em comissão será feita 
Alternativas
Respostas
8541: A
8542: D
8543: B
8544: B
8545: B
8546: C
8547: A
8548: D
8549: C
8550: A
8551: D
8552: D
8553: A
8554: C
8555: B
8556: D
8557: B
8558: B
8559: A
8560: C