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Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.
Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?
− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.
Em casos como esse dá para guardar as emoções?
− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.
O que significa esse ofício de atriz?
– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?
(Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.)
Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.
Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?
− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.
Em casos como esse dá para guardar as emoções?
− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.
O que significa esse ofício de atriz?
– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?
(Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.)
Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.
Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?
− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.
Em casos como esse dá para guardar as emoções?
− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.
O que significa esse ofício de atriz?
– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?
(Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.)
As frases abaixo referem-se à pontuação do texto.
I. Em a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio (1°parágrafo), podem-se suprimir os travessões sem prejuízo para a correção, ainda que o segmento isolado por eles passe a ter menos realce na frase.
II. Em Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. (3° parágrafo), pode-se substituir a vírgula imediatamente após “seguinte” por dois-pontos, sem prejuízo para a correção e o sentido.
III. Em Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco (3° parágrafo), com as devidas alterações, pode-se substituir corretamente o ponto final por vírgula.
Está correto o que consta de
Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.
Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?
− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.
Em casos como esse dá para guardar as emoções?
− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.
O que significa esse ofício de atriz?
– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?
(Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.)
A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora.
O trecho acima encontra-se corretamente reescrito, com nível de linguagem formal e com impessoalidade, em:
Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.
Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?
− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.
Em casos como esse dá para guardar as emoções?
− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.
O que significa esse ofício de atriz?
– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?
(Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.)
...o ator não se torna um ser diferente? - Nós somos estranhos.
Mantendo-se a correção e, em linhas gerais, o sentido, as frases acima encontram-se transpostas para o discurso indireto em:
Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.
Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?
− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.
Em casos como esse dá para guardar as emoções?
− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.
O que significa esse ofício de atriz?
– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?
(Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.)
Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Para a fixação da furadeira de coluna na parede, foram usados os dispositivos I e II abaixo.

Os dispositivos estão identificados corretamente em:
Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Uma PCH − Pequena Central Hidrelétrica, com capacidade instalada de 10 MW está sendo implantada em uma região onde alguns condomínios estão sendo construídos e próxima a uma futura área industrial.
Do ponto de vista ambiental, esse tipo de usina ocasiona menos impacto, por ocupar área menor e poder operar próxima a rios de pequeno ou médio porte, desde que na região haja desnível suficiente para gerar potência hidráulica que permita movimentar as turbinas.
Na prática, a PCH é similar a uma usina hidrelétrica de grande porte, sendo constituída por barragem, sistemas de captação e adução de água, casa de força e sistema de retorno da água ao leito do rio.
Da usina, a rede trifásica segue para uma subestação elevadora que converte para tensão de linha de 13,8 kV, até os transformadores dos postes das ruas dos condomínios (220/127 V) e cabines primárias das indústrias (220/380 V).
Uma equipe trabalha atualmente na instalação elétrica das salas de controle, administração e recepção da PCH. A Figura I apresenta o diagrama da instalação elétrica da recepção.
Outra equipe está realizando a instalação de uma furadeira elétrica de coluna, cujo motor possui os dados de placa conforme se apresenta na Figura II.

Considere o dispositivo abaixo.

As especificações do relé estão corretas em
Com as pinças de um alicate amperímetro é possível medir a:
I. corrente contínua.
II. corrente alternada.
III. continuidade do circuito.
Está correto o que consta em
No que se refere à medição de potência em circuitos trifásicos, considere:
I. O método dos 2 wattímetros é aplicável a circuitos trifásicos de 3 fios e equilibrado.
II. O método dos 2 wattímetros é aplicável a circuitos trifásicos de 3 fios e desiquilibrado.
III. A utilização de um único wattímetro é aplicável para circuitos trifásicos de 4 fios e equilibrado.
Está correto o que consta em
Considere o circuito abaixo.

Sabendo-se que a resistência equivalente entre os pontos A e B vale 100 ohms, o valor de RX, em ohms, é igual a
Sobre as características de um sistema trifásico com 4 fios equilibrado, considere:
I. As tensões de fase tem amplitudes idênticas.
II. A soma das tensões das fases é nula em qualquer instante.
III. A corrente em regime permanente que circula para a terra através do neutro é sempre zero.
IV. A corrente de fase é igual à corrente de linha em uma ligação triângulo.
Está correto o que consta APENAS em