Questões de Concurso
Para eletricista
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Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Fonte: 3 http://ftp.demec.ufpr.br/
Julgue as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I. A resistência elétrica de um condutor varia de acordo com o material de que ele é constituído, podendo ser maior ou menor conforme suas propriedades.
II. O comprimento do condutor não interfere em sua resistência, pois esta depende exclusivamente da área de sua seção transversal.
III. A resistência elétrica sofre influência da temperatura, podendo aumentar ou diminuir conforme o aquecimento do condutor.
Assinale a sequência correta:
Julgue as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I. A corrente elétrica ocorre quando há movimento orientado de cargas entre dois pontos que apresentam diferença de potencial.
II. Pode existir corrente elétrica mesmo que não haja tensão, desde que o circuito esteja fechado.
III. A letra utilizada para representar a intensidade da corrente elétrica é I.
Assinale a sequência correta:
As lâmpadas fluorescentes tubulares consistem em um bulbo cilíndrico de vidro, que possuem em suas extremidades eletrodos metálicos de tungstênio recobertos de óxidos que aumentam seu poder emissor, por onde circula __________.