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Q3402107 Português
Após a __________ com o médico, o paciente foi encaminhado até a __________ de remédios controlados. Lá, foi determinada a _________ dos medicamentos ao paciente. Os termos que completam corretamente as lacunas são, respectivamente:

Os termos que completam corretamente as lacunas são, respectivamente:  
Alternativas
Q3402106 Português
Assinale a alternativa que está correta ortograficamente: 
Alternativas
Q3402105 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Qual é a recomendação emitida pela nutricionista Suane Evangelista referente ao consumo de feijão e arroz?
Alternativas
Q3402104 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

De acordo com os termos do texto, por que a sinergia entre feijão e arroz é aclamada como ideal?
Alternativas
Q3402103 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Segundo a nutricionista Suane Evangelista, quais são as benesses atribuídas ao feijão pela nutricionista Suane Evangelista? 
Alternativas
Q3402102 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Por qual razão muitos indivíduos esquivam-se do consumo de feijão, segundo o texto?
Alternativas
Q3402101 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Nos termos do texto acima, que significado subjacente é dado à expressão "feijão-com-arroz", tal como discutido pela nutricionista Suane Evangelista? 
Alternativas
Q3396415 Eletricidade
O dispositivo de proteção mais empregado em instalações elétricas é o disjuntor, no entanto, são frequentes as reclamações de disjuntor desarmando como efeito colateral de um defeito na instalação elétrica. Quais seriam as ações mínimas necessárias para se identificar, localizar e corrigir o defeito? 
Alternativas
Q3396414 Engenharia Elétrica
Em instalações elétricas de sistemas de bombeamento tem sido cada vez mais comum o emprego de inversores de frequência para o comando e acionamento das bombas, uma vez que ele traz como vantagens 
Alternativas
Q3396413 Eletricidade
Na montagem de quadros de acionamento de motores elétricos trifásicos, é recorrente o uso de comando do tipo Estrela-Triângulo por ser de baixo custo e 
Alternativas
Q3396412 Eletricidade
Durante a manutenção de um circuito de iluminação, considerando que parte do circuito não esteja funcionando corretamente e as lâmpadas estejam em boas condições, é adequado realizar, inicialmente, 
Alternativas
Q3396411 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Norma Regulamentadora NR10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade), 
Alternativas
Q3396410 Eletricidade
Chaves seccionadoras de circuitos elétricos são essenciais para a interrupção de passagem de corrente elétrica que alimenta determinado trecho do circuito. Dentre os tipos de chaves seccionadoras existentes, a chave seccionadora interruptora se difere da chave seccionadora simples por interromper o circuito 
Alternativas
Q3396409 Eletricidade
Com o crescimento do uso de cargas eletrônicas nas instalações elétricas modernas, passa-se a ser imprescindível o uso de equipamentos de medições adequados que sejam do tipo 
Alternativas
Q3396408 Eletricidade
Em um circuito elétrico monofásico de 220V, será preciso substituir um aparelho elétrico de 5.400W por um aparelho elétrico novo de potência de 6.400W. Para que essa substituição possa ser realizada é preciso verificar, e se for o caso, substituir 
Alternativas
Q3396407 Engenharia Elétrica
Observe a figura a seguir. 
32.png (275×92)
Disponível em: <http://paginapessoal.utfpr.edu.br/vilmair/instalacoes-prediais-1/normas-e-tabelas-de-dimensionamento/NBR_5444-1989_Simbolos_Graficos_para_Instalacoes_Prediais.pdf/view>. Acesso em: 25 jan. 2024
A leitura de desenhos e esquemas elétricos é imprescindível, seja para a montagem ou para a manutenção de uma instalação elétrica. Ela indica, entre outros elementos de circuito, os condutores elétricos. De um modo geral, o condutor representado pela figura indica um condutor de 
Alternativas
Q3396406 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora NR10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade) estabelece requisitos e condições mínimas que visam garantir 
Alternativas
Respostas
2381: D
2382: X
2383: D
2384: A
2385: C
2386: C
2387: D
2388: A
2389: C
2390: E
2391: A
2392: C
2393: D
2394: C
2395: A
2396: A
2397: D
2398: B
2399: C
2400: B