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Q3467161 Eletricidade
Na leitura de um esquema elétrico, ao se deparar com a ilustração abaixo, pode-se afirmar que existe dentro do sistema elétrico um(a):

37.png (122×49)
Fonte: 3 Símbolos Universais dos Circuitos Elétricos
Alternativas
Q3467160 Eletricidade

O símbolo elétrico ilustrado a seguir, descreve qual dos componentes do sistema elétrico relacionados:



36.png (227×50)


Fonte: 2 Símbolos Universais dos Circuitos Elétricos

Alternativas
Q3467159 Eletricidade
Nas definições relacionadas às redes elétricas de baixa tensão, ao sistema de extrabaixa tensão projetado eletricamente separado da terra, de outros sistemas e de tal modo que a ocorrência de uma única falta não resulta em risco de choque elétrico, atende pela abreviação de:
Alternativas
Q3467158 Eletricidade
Considerando as instalações elétricas de baixa tensão, dá-se o nome de proteção básica ao:
Alternativas
Q3467157 Engenharia Civil
Ao preparar a estrutura da rede de distribuição aérea no engastamento simples do poste, o terreno em volta do poste deve ser reconstruído, socando-se e compactando-se as camadas de terra até o nível do solo, a cada:
Alternativas
Q3467156 Eletricidade

A imagem a seguir representa a composição de uma rede de distribuição aérea: 



32.png (162×191)


Fonte: 1 NBR ABNT 15688:2012



O afastamento mínimo exigido da rede primária nessas instalações é de:

Alternativas
Q3467155 Engenharia Elétrica
Considerando as definições presentes nas normas relacionadas às redes de distribuição aéreas com condutores nus, é corretor afirmar que a rede de distribuição em baixa tensão que utilizada condutores multiplexados isolados, correspondem a:
Alternativas
Q3467024 Português

Leia o texto para responder a questão.



O bacana



        A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.



        Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.



        O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.



        — Quié.



        — O Venancinho ainda mora aqui?



        — Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...



        Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.



        — Peraí — disse a menina, e fechou a porta.



        Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.



        — Quer falar com quem?



        — O Venâncio ainda mora aqui?



        — Mora.



        — Ele está?



        — Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.



        — Será que eu posso falar com ele?



        — Qual é sua graça?



        Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:



        — Ih. É o Bacana...



        Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.



        — Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Analise os excertos a seguir, retirados do texto, quanto às categorias gramaticais das palavras que os compõem:

I. Nunca mais fora tão feliz.
II. Atravessou a rua e bateu na porta.
III. — O Venancinho ainda mora aqui?

Verifica-se o emprego de palavra(s) da classe gramatical advérbio apenas em:
Alternativas
Q3467023 Português

Leia o texto para responder a questão.



O bacana



        A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.



        Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.



        O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.



        — Quié.



        — O Venancinho ainda mora aqui?



        — Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...



        Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.



        — Peraí — disse a menina, e fechou a porta.



        Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.



        — Quer falar com quem?



        — O Venâncio ainda mora aqui?



        — Mora.



        — Ele está?



        — Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.



        — Será que eu posso falar com ele?



        — Qual é sua graça?



        Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:



        — Ih. É o Bacana...



        Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.



        — Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto: “Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.” Dentre os substantivos a seguir, que ocorrem no excerto indicado, classifica-se como abstrato apenas:
Alternativas
Q3467022 Português

Leia o texto para responder a questão.



O bacana



        A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.



        Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.



        O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.



        — Quié.



        — O Venancinho ainda mora aqui?



        — Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...



        Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.



        — Peraí — disse a menina, e fechou a porta.



        Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.



        — Quer falar com quem?



        — O Venâncio ainda mora aqui?



        — Mora.



        — Ele está?



        — Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.



        — Será que eu posso falar com ele?



        — Qual é sua graça?



        Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:



        — Ih. É o Bacana...



        Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.



        — Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto: “Apareceu uma senhora.” Nesse contexto, o verbo “aparecer” ocorre com regência:
Alternativas
Q3467021 Português

Leia o texto para responder a questão.



O bacana



        A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.



        Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.



        O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.



        — Quié.



        — O Venancinho ainda mora aqui?



        — Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...



        Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.



        — Peraí — disse a menina, e fechou a porta.



        Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.



        — Quer falar com quem?



        — O Venâncio ainda mora aqui?



        — Mora.



        — Ele está?



        — Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.



        — Será que eu posso falar com ele?



        — Qual é sua graça?



        Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:



        — Ih. É o Bacana...



        Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.



        — Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Analise os excertos a seguir, retirados do texto, quanto à colocação pronominal. Assinale a alternativa em que se verifica ênclise.
Alternativas
Q3467020 Português

Leia o texto para responder a questão.



O bacana



        A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.



        Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.



        O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.



        — Quié.



        — O Venancinho ainda mora aqui?



        — Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...



        Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.



        — Peraí — disse a menina, e fechou a porta.



        Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.



        — Quer falar com quem?



        — O Venâncio ainda mora aqui?



        — Mora.



        — Ele está?



        — Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.



        — Será que eu posso falar com ele?



        — Qual é sua graça?



        Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:



        — Ih. É o Bacana...



        Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.



        — Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Analise o excerto a seguir quanto às formas verbais empregadas: “Era como o chamavam pelas costas.” O verbo “chamavam”, que ocorre no excerto indicado, exprime uma ação:
Alternativas
Q3467019 Português

Leia o texto para responder a questão.



O bacana



        A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.



        Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.



        O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.



        — Quié.



        — O Venancinho ainda mora aqui?



        — Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...



        Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.



        — Peraí — disse a menina, e fechou a porta.



        Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.



        — Quer falar com quem?



        — O Venâncio ainda mora aqui?



        — Mora.



        — Ele está?



        — Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.



        — Será que eu posso falar com ele?



        — Qual é sua graça?



        Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:



        — Ih. É o Bacana...



        Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.



        — Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

A palavra “aquele”, que ocorre no excerto apresentado, é classificada gramaticalmente como:
Alternativas
Q3466934 Eletrotécnica
O fornecimento de energia elétrica do município de Joaçaba é realizado pela concessionária de energia Celesc. De acordo com as normativas da concessionária, será atendida em tensão secundária de distribuição a unidade consumidora com carga instalada igual ou inferior a 75 kW, sendo classificadas, de acordo com a carga instalada em: tipo monofásica a 2 fios, tipo monofásica a 3 fios, tipo bifásico a 3 fios e tipo trifásico a 4 fios. Um eletricista, utilizando os equipamentos e EPIs adequados, realizou a medição em um quadro de distribuição de energia cuja alimentação é realizada por um fornecimento do tipo trifásico a 4 fios. Ele realizou duas medições de tensão, sendo a primeira entre a fase e o neutro e, a segunda medição, entre duas fases. Considerando o contexto exposto, assinale a alternativa que corresponde aos valores esperados para essas duas medições de tensão elétrica.
Alternativas
Q3466933 Engenharia Elétrica

Considere a fonte de alimentação representada a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Os blocos 1 e 2 representam, respectivamente:

Alternativas
Q3466932 Eletricidade
Os sistemas de aterramento e equipotencialização são parte integrante das instalações elétricas. Considere a instalação de um poste metálico em aço galvanizado, engastado no solo, utilizado para iluminação em uma praça pública. Considerando a instalação elétrica descrita, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3466931 Eletricidade
A norma NBR 5410 dispõe sobre instalações elétricas em baixa tensão. A respeito dessa norma e de aspectos práticos de sua aplicação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. É possível utilizar um mesmo disjuntor para lâmpadas e tomadas em uma instalação, desde que a capacidade do disjuntor seja adequada para a carga total desses circuitos.
PORQUE
II. A existência de equipamentos de segurança em instalações elétricas é opcional e não obrigatória, pois têm apenas a função de proteger os trabalhadores inexperientes de possíveis riscos elétricos, como choques e curtos-circuitos.
Analisando a relação proposta entre as asserções, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3466930 Eletricidade
De acordo com as normas técnicas da ABNT e da concessionária de energia Celesc, em instalações elétricas de baixa tensão, a cor indicada para o isolamento do condutor de neutro é
Alternativas
Q3466929 Eletricidade

Analise os diagramas esquemáticos apresentado na Figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que indica o tipo de partida apresentado no diagrama.

Alternativas
Q3466928 Engenharia Elétrica
A norma técnica de instalações elétricas de baixa tensão (ABNT NBR 5410) especifica seções mínimas de condutores elétricos para diferentes aplicações. De acordo com essa norma, a seção mínima de condutores de cobre isolados para utilização em circuitos de iluminação, é
Alternativas
Respostas
2141: A
2142: B
2143: D
2144: C
2145: B
2146: E
2147: A
2148: E
2149: B
2150: E
2151: A
2152: C
2153: C
2154: C
2155: B
2156: B
2157: D
2158: C
2159: A
2160: C