Questões de Concurso
Para calceteiro
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Leia o texto para responder à questão.
Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
Considere os trechos do texto:
• Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros...
• Acompanhava as fêmeas chocando os ovos.
As formas verbais destacadas indicam ações que
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
Considere o trecho do texto.
• A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos.
No texto, a expressão destacada significa:
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
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Meu pai
Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.
Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?
Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.
Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.
Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.
A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.
Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!
Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.
Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)
O terreno de fundação do pavimento é chamado de:
As juntas entre os paralelepípedos NÃO podem ser tomadas com:
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre higiene:
Julgue as seguintes afirmativas:
I. Os equipamentos urbanos, bem como a vegetação que não estejam diretamente afetados pela obra, mas que se encontram no seu entorno, deverão ser objeto de cuidados específicos, visando a sua proteção.
II. As obras, reparos ou serviços só poderão ter início após instalados elementos de sinalização, segurança e bloqueio de alerta e proteção quanto aos riscos que possam oferecer para a livre circulação de veículos e de pedestres.
III. As obras, quando realizadas no passeio, deverão possibilitar o trânsito de pedestres. Não havendo espaço utilizável para este fim, deverá ser feita uma passagem no leito da pista, devidamente sinalizada, iluminada e protegida por tapumes e telas.
São corretas as afirmativas:
Em sua forma, os paralelepípedos devem apresentar:
Para manter a ordem e cumprir com as metas do projeto, o calceteiro deve:
Ao assentar pedras encaixadas umas nas outras, o calceteiro deve fazer de forma:
Calceteiros precisam ser pessoas atentas pois: