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Q3426616 Arquitetura de Computadores
Item essencial para o funcionamento de um computador que fornece energia para todos os seus componentes:
Alternativas
Q3426615 Noções de Informática
Para tornar a experiência mais personalizada, os navegadores web utilizam pequenos arquivos de texto com fragmentos de dados que são salvos no computador do usuário. Esses arquivos são chamados de:
Alternativas
Q3426614 Redes de Computadores
Qual é o protocolo padrão para envio de e-mails?
Alternativas
Q3426613 Noções de Informática
Qual dos seguintes dispositivos de hardware é considerado de entrada?
Alternativas
Q3426612 Sistemas Operacionais
Sobre atualizações de programas e sistemas operacionais, analise as seguintes afirmativas.

I- Atualizações do Microsoft Windows são fornecidas sempre ao final de cada mês.
II- O serviço presente no Microsoft Windows que fornece atualizações para o sistema operacional é o Windows Update.
III- Atualizações podem corrigir falhas de segurança, adicionar novos recursos e melhorar a estabilidade.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3426611 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


TEXTO 3


O que mais você quer?

Por Martha Medeiros


           Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

         Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

      Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. Acada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

       Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a ideia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

         Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.

         Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

       E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer ao meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

      Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

Fonte: MEDEIROS, M. Doidas e Santas. Porto Alegre: L&PM, 2008 Adaptado.
Analise as palavras “desatino” e “virgindades” presentes no texto. Sobre elas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3426610 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


TEXTO 3


O que mais você quer?

Por Martha Medeiros


           Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

         Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

      Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. Acada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

       Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a ideia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

         Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.

         Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

       E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer ao meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

      Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

Fonte: MEDEIROS, M. Doidas e Santas. Porto Alegre: L&PM, 2008 Adaptado.
Qual é o impacto do título implícito no texto, “Pois é, ninguém está satisfeito”, na interpretação da narrativa?
Alternativas
Q3426609 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


TEXTO 3


O que mais você quer?

Por Martha Medeiros


           Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

         Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

      Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. Acada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

       Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a ideia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

         Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.

         Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

       E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer ao meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

      Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

Fonte: MEDEIROS, M. Doidas e Santas. Porto Alegre: L&PM, 2008 Adaptado.
A que tipo de comportamento a protagonista se opõe em suas reflexões?
Alternativas
Q3426608 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


TEXTO 3


O que mais você quer?

Por Martha Medeiros


           Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

         Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

      Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. Acada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

       Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a ideia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

         Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.

         Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

       E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer ao meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

      Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

Fonte: MEDEIROS, M. Doidas e Santas. Porto Alegre: L&PM, 2008 Adaptado.
Qual é o tema central da narrativa apresentada no texto?
Alternativas
Q3426607 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


TEXTO 3


O que mais você quer?

Por Martha Medeiros


           Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

         Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

      Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. Acada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

       Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a ideia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

         Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.

         Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

       E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer ao meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

      Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

Fonte: MEDEIROS, M. Doidas e Santas. Porto Alegre: L&PM, 2008 Adaptado.
Sobre os elementos da narrativa presentes no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3426606 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão:



TEXTO 2




Fonte: Disponível em: <https://www.instagram.com/p/DBRnaNHRAHH/?igsh=cm94NGkydXEycTU%3D>. Acesso em? 18 dez. 2024. 

A linguagem utilizada na charge pode ser caracterizada como:
Alternativas
Q3426605 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão:



TEXTO 2




Fonte: Disponível em: <https://www.instagram.com/p/DBRnaNHRAHH/?igsh=cm94NGkydXEycTU%3D>. Acesso em? 18 dez. 2024. 

Na expressão “especialista hoje”, a palavra “especialista” é formada por:
Alternativas
Q3426604 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão:



TEXTO 2




Fonte: Disponível em: <https://www.instagram.com/p/DBRnaNHRAHH/?igsh=cm94NGkydXEycTU%3D>. Acesso em? 18 dez. 2024. 

Na composição desta charge, qual elemento visual contribui para reforçar a mensagem crítica?
Alternativas
Q3426603 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão:



TEXTO 2




Fonte: Disponível em: <https://www.instagram.com/p/DBRnaNHRAHH/?igsh=cm94NGkydXEycTU%3D>. Acesso em? 18 dez. 2024. 

A charge é um exemplo de gênero textual em que predomina o discurso:
Alternativas
Q3426602 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão:



TEXTO 2




Fonte: Disponível em: <https://www.instagram.com/p/DBRnaNHRAHH/?igsh=cm94NGkydXEycTU%3D>. Acesso em? 18 dez. 2024. 

A charge apresenta um indivíduo que, ao usar o celular, reflete sobre o “assunto do qual será especialista hoje”. Qual é a crítica central abordada pela imagem?
Alternativas
Q3426601 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual figura de linguagem está presente na oposição entre as palavras “Fechada” e “Aberta” no anúncio da Lacta?
Alternativas
Q3426600 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual aspecto da variedade linguística é explorado no anúncio publicitário da Lacta?
Alternativas
Q3426599 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

O Texto 1, do ponto de vista das tipologias e dos gêneros textuais, possui um caráter:
Alternativas
Q3426598 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual é o efeito produzido pela repetição das palavras “Fechada” e “Aberta” no texto?
Alternativas
Q3426597 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual é o principal recurso utilizado no texto para criar um efeito de humor e chamar a atenção do leitor?
Alternativas
Respostas
21: C
22: A
23: E
24: B
25: B
26: D
27: A
28: A
29: A
30: C
31: C
32: D
33: E
34: E
35: B
36: E
37: C
38: B
39: B
40: D