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Mulher de 35 anos em acompanhamento por cirrose hepática por esteatohepatite não alcoólica. Sem antecedente de hemorragia digestiva, ascite ou encefalopatia hepática. Realizou endoscopia digestiva alta: 2 cordões varicosos de 3 a 4 mm de diâmetro, sem manchas vermelhas no esôfago distal.
Qual é a conduta em relação às varizes esofágicas?
Com base no diagnóstico desse paciente, qual é a conduta mais adequada?
Qual é a etiologia mais provável da ulceração?
Com base no diagnóstico mais provável dessa paciente, quais alterações na colonoscopia são mais encontradas?
Recomenda-se que o próximo exame de vigilância seja realizado em
História patológica pregressa: úlcera péptica duodenal há 6 meses, hipertensão, diabetes e hiperplasia da paratireiode (realizada paratireoidectomia). Exame físico normal. Solicitada endoscopia digestiva alta: pregas gástricas espessadas, vários pequenos nódulos mucosos e 2 úlceras ativas em duodeno. As biópsias dos nódulos são compatíveis com tumor neuroendócrino. Nível sérico de gastrina em jejum é 950 pg/mL (normal < 100 pg/mL) e pH gástrico menor que 2.
Qual é a terapia mais apropriada para esse paciente?
Qual é o regime de vigilância subsequente mais apropriado para esse caso?
Em face do exposto, o diagnóstico mais provável é
Após 1 mês do término da terapia para erradicação do H. pylori, o procedimento correto é:
A conduta mais adequada para esse paciente é:
Dentre as opções a seguir, o mais provável achado no EDA é: