Questões de Concurso Para bioquímico

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Q2337274 Enfermagem
Qual dos seguintes exames é comumente utilizado para diagnosticar infecções por parasitas intestinais em humanos?
Alternativas
Q2337273 Enfermagem
Qual dos seguintes organismos é conhecido por causar infecções do trato respiratório superior, como faringite e amigdalite?
Alternativas
Q2337272 Enfermagem
O fator reumatoide é um autoanticorpo frequentemente associado a qual condição clínica?
Alternativas
Q2337271 Enfermagem
Qual dos seguintes parâmetros bioquímicos é, frequentemente, avaliado em testes laboratoriais para avaliar a função renal?
Alternativas
Q2337270 Enfermagem
Durante a confecção de um esfregaço sanguíneo para análise microscópica, qual das seguintes práticas é considerada uma etapa crucial do procedimento?
Alternativas
Q2337269 Enfermagem
Qual das seguintes práticas é considerada uma diretriz importante durante a coleta de sangue humano para análises laboratoriais?
Alternativas
Q2337268 Enfermagem
Qual das seguintes afirmações é CORRETA, sobre a automação em hematologia?
Alternativas
Q2337267 Enfermagem
Qual dos seguintes métodos laboratoriais, é mais comumente utilizado para a separação de sólidos em diagnósticos laboratoriais? 
Alternativas
Q2337251 Raciocínio Lógico
A sequência T1 , T2 , T3 , … dos números triangulares é formada de acordo com a seguinte lógica T1 =1, T2 = 1+2, T3 =1+2+3 e, de modo geral, o termo de ordem n é Tn =1+2+3+… +n. Neste caso, seguindo a lógica de formação da sequência, os termos T5 e T6 são, respectivamente: 
Alternativas
Q2337250 Raciocínio Lógico
Tales, Tereza, Ticiana e Túlio moram em cidades do Nordeste. Tales mora em Recife ou Tereza mora em Natal. Se Ticiana mora em João Pessoa, então Túlio não mora em Maceió. Se Tereza mora em Natal, então Túlio mora em Maceió. Ticiana mora em João Pessoa. Assim, pode-se concluir que: 
Alternativas
Q2337249 Raciocínio Lógico
A respeito do estado civil de Sabrina, Serena, Sílvia e Sônia, sabe-se que:
· Sabrina é casada ou Serena é casada. · Se Serena é casada, então Sílvia é solteira. · Sílvia é casada se, e somente se, Sônia é solteira.
Se Sônia é solteira, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2337248 Raciocínio Lógico
Patrícia, Penélope e Poliana são casadas, não necessariamente nesta ordem, com Rafael, Renato e Roberto. Um dos casais tem apenas 1 filho, o outro exatamente 2 filhos e o outro exatamente três filhos. Patrícia e seu marido têm apenas 1 filho; O marido de Poliana é Roberto; Penélope e o marido não têm exatamente 2 filhos e o marido de Penélope não é Rafael. Qual alternativa tem o número exato de filhos de Rafael, Renato e Roberto, nesta ordem? 
Alternativas
Q2337247 Raciocínio Lógico
Jáder, Jorge e Juliana são irmãos que cursam, em alguma ordem, Direito, Pedagogia e Jornalismo e estão em semestres diferentes do curso. Eles estão cursando, em alguma ordem, o primeiro, o quarto e o oitavo semestres de seu respectivo curso. Sabemos que: quem faz direito está no primeiro semestre; Jorge cursa Pedagogia; Quem está no quarto semestre não é Jorge; Jáder não cursa Direito. Deste modo, quem está cursando o primeiro, o quarto e o oitavo semestre, nesta ordem?
Alternativas
Q2337245 Raciocínio Lógico
A sequência de Fibonacci é obtida da seguinte forma: os dois primeiros termos são iguais a 1 e, a partir do terceiro, cada termo é igual à soma dos dois termos anteriores, obtendo a sequência 1, 1, 2, 3, 5, … Deste modo, qual alternativa apresenta apenas números que fazem parte da sequência de Fibonacci?
Alternativas
Q2337244 Raciocínio Lógico
Considere três proposições simples: p, q e r. Qual das alternativas apresenta uma situação em que, a proposição pɅq→ (~r) é falsa?
Alternativas
Q2337242 Raciocínio Lógico
Qual das alternativas tem uma proposição que é a negação de “se eu consumi bebidas alcoólicas, eu não vou dirigir”?
Alternativas
Q2337240 Português
Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos


Por Ana Prado

Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.


      É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.

      Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?

        Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.

        A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.

         Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

         Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

         - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

         - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

        - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

      “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.

        Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra.

Descrença pública

         O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.

        “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.

       Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.

       Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.

        E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença. 


Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21 nov. 2023.
A partir do Texto 2 analise as assertivas abaixo:

I- O emprego do sinal indicativo de crase nas expressões “combate à violência doméstica” e “deem crédito às experiências das vítimas” segue a mesma regra.

II- No período “Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum”, há um desvio na concordância verbal.

III- Nas expressões “O medo da descrença de outras pessoas” e “necessidades de segurança e sanidade” os termos em destaque são exemplos da mesma função sintática.

IV- No período composto por subordinação “Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada”, a oração em destaque se classifica como uma oração subordinada adverbial condicional.

V- No período composto por coordenação “O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética adversativa.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2337239 Português
Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos


Por Ana Prado

Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.


      É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.

      Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?

        Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.

        A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.

         Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

         Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

         - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

         - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

        - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

      “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.

        Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra.

Descrença pública

         O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.

        “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.

       Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.

       Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.

        E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença. 


Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21 nov. 2023.
Levando em conta o período “Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador”, o termo em destaque exerce a função sintática de:
Alternativas
Respostas
1961: C
1962: A
1963: B
1964: E
1965: C
1966: D
1967: D
1968: B
1969: E
1970: C
1971: B
1972: C
1973: A
1974: E
1975: A
1976: B
1977: D
1978: D
1979: C
1980: A