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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2782001 Enfermagem

Ao aspirar a secreção traqueal, o profissional de enfermagem observa secreção espessa e aspiração não efetiva. Nesse caso, são cuidados adequados, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781999 Enfermagem

Ao administrar um medicamento por via parenteral, o profissional de enfermagem deve considerar as variáveis envolvidas para garantir a segurança do paciente. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:


1. A técnica em Z não é recomendável para administrar medicamentos irritantes.

2. O ângulo de inserção para uma injeção intradérmica é de 5 a 15 graus, com bisel apontado para baixo.

3. Avaliar a profundidade da camada de tecido subcutâneo contribui para a escolha do comprimento da agulha e do ângulo de inserção.

4. O músculo ventroglúteo é considerado seguro para administração de medicamentos em crianças e adultos.


Assinale a alternativa correta.

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781998 Enfermagem

Ao verificar a pressão arterial na coxa do paciente, é necessário conhecer as corretas diretrizes para uso dessa técnica não usual. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:


1. O paciente deverá ficar preferencialmente em decúbito ventral.

2. A pressão sistólica aferida nas pernas é usualmente mais elevada em relação ao braço.

3. A pressão diastólica aferida nas pernas é usualmente mais elevada em relação ao braço.

4. A relação entre o comprimento do manguito e o diâmetro da coxa não interfere na pressão arterial.


Assinale a alternativa correta.

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781997 Enfermagem

A validade da carteira de identidade profissional emitida pelo Conselho Regional de Enfermagem é de:

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781996 Enfermagem

Cabe à equipe de enfermagem o adequado posicionamento do paciente, bem como a determinação da altura e posição do leito. Com vistas à prevenção de quedas, o leito hospitalar deve estar, obrigatoriamente, na altura mais baixa possível quando estiver:

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781990 Enfermagem

Os sistemas representados pelos Conselhos Federal e Estaduais de Enfermagem (COFEN e CORENs) têm funções e competências específicas. Nesse sentido, considere as seguintes ações:


1. Verificar as condições de capacidade para o exercício profissional.

2. Formar profissionais.

3. Licenciar a atuação profissional.

4. Estabelecer diretrizes para a formação profissional.


São competências dos CORENs:

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781987 Enfermagem

Considere o seguinte caso:

A sra. JBF, de 85 anos, mudou-se para a casa da filha após seu marido falecer. Devido ao déficit na visão, história de queda no mesmo nível e dificuldades para locomover-se, algumas mudanças na casa foram necessárias. O neto cedeu o quarto que fica mais próximo do banheiro, foram retirados os tapetes e instaladas lâmpadas adicionais para melhorar a iluminação.


Levando em consideração sua capacidade para adaptação às necessidades da nova moradora, essa família, segundo sua configuração, é do tipo:

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781985 Enfermagem

O Cofen publicou a revisão do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução Cofen nº 564/2017) e respectivas proibições, infrações e penalidades. Considerando seu conteúdo, assinale a alternativa que corresponde à infração sujeita à penalidade de “cassação do exercício profissional pelo período de até 30 anos”.

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781979 Português

Doutor, quero me parecer com minha selfie

Cada vez mais requisitantes de cirurgias plásticas tentam parecer com suas fotos retocadas em filtros de aplicativos


Nós nos acostumamos a nos ver com orelhas de cachorro sobre nossa cabeça e até com olhos totalmente desproporcionais. Os filtros de aplicativos como o Snapchat, Instagram e Facetune permitem que mudemos a aparência física a nosso bel-prazer. Muitas vezes porque a selfie ficou muito escura, mas em outras será para ressaltar as maçãs do rosto e clarear a pele. Esses apps se transformaram em verdadeiros laboratórios fotográficos digitais à procura da aprovação social do like e, para um número cada vez maior de pessoas, delas mesmas. Os pacientes de cirurgias plásticas que querem se parecer com seu eu do celular aumentaram no último ano. Esse fenômeno tem nome graças a um artigo da doutora Neelham Vashi na revista de cirurgia plástica JAMA: “dismorfia do Snapchat”.

Um estudo da Academia Norte-Americana de Cirurgia Facial, Plástica e Reconstrutiva afirma que 55% dos cirurgiões plásticos receberam em 2017 pacientes que queriam operar para sair melhor nas selfies – especialmente adolescentes. Como Vashi explica na publicação, são pessoas que tentam se parecer com uma versão fantasiosa de si mesmas. “As pessoas levam suas fotos de determinados ângulos e com certos tipos de luz”, afirma. O risco de querermos nos transformar em uma versão filtrada de nós mesmos, de transformar o físico através de aplicativos e de ficarmos obcecados por isso que chamamos de defeitos é cair em um transtorno dismórfico corporal (TDC). “As redes sociais se transformam em um acelerador para esse tipo de pessoa, que se preocupa em como se parece diante dos outros”, afirma a doutora. [...]


(Garcia, Jorge. <Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/20/tecnologia/1534765145_147411.html>. Acesso em 23/08/18.)

Com base no texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: COREN-PR Prova: UFPR - 2018 - COREN-PR - Técnico Fiscal |
Q2781976 Português

O texto abaixo é referência para as questões 06 e 07.


Quase todo mundo é ansioso. Segundo a Associação Internacional de Controle do Stress (ISMA), 72% dos trabalhadores brasileiros são estressados. Mais da metade da população está acima do peso e tem problemas de sono – hoje se dorme 1h30 a menos, por noite, que na década de 1990. E nunca houve tanta gente, no mundo, sofrendo de depressão. De onde vem tudo isso? Cada um desses problemas tem suas próprias causas. Mas novos estudos têm revelado um ponto em comum entre todos eles: a sua barriga.

Dentro do sistema digestivo humano existe o que alguns pesquisadores já chamam de “segundo cérebro”, com meio bilhão de neurônios e mais de 30 neurotransmissores (incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo). Tudo isso para controlar uma função essencial do corpo: extrair energia dos alimentos. Mas novas pesquisas estão revelando que não é só isso. Os neurônios da barriga podem interferir, sem que você perceba, com o cérebro de cima, o da cabeça – afetando o seu comportamento, as suas emoções e até o seu caráter. […]

Outros estudos já encontraram relação entre a falta de lactobacillus e doenças como depressão e anorexia. Esses microorganismos ajudam a manter a camada de muco que protege o intestino. Quando eles não estão presentes, essa barreira fica mais fraca, e surgem pequenas inflamações no intestino – que são encontradas em 35% das pessoas deprimidas. Para tentar entender o porquê, os cientistas autores da descoberta injetaram lactobacilos em ratos. As bactérias protegeram o intestino e produziram efeitos semelhantes aos de remédios antidepressivos.

(Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/seu-segundo-cerebro/>. Acesso em 05, set. 2018)

Com relação ao texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:


( ) O tema do texto é o estresse do cotidiano dos trabalhadores brasileiros.

( ) De acordo com o texto, existe uma relação entre a saúde do intestino com a saúde da mente.

( ) Para extrair a energia dos alimentos, nosso sistema digestivo conta com uma rede neurológica complexa, podendo ser comparado ao nosso cérebro.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2722034 Português

O texto abaixo é referência para as questões 01 a 04.


Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado.

Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.

O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.

Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam.

O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.

O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […]

Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.

Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum.

A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]

Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.

Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.

O Brasil está queimando.

E o meteoro estava dentro do museu.


(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html. Acesso em 04, set. 2018.)

No sexto parágrafo do texto, a expressão “O Museu Nacional queimando” é repetida inúmeras vezes. Ao fazer isso, o articulista:

Alternativas
Q2722033 Português

O texto abaixo é referência para as questões 01 a 04.


Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado.

Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.

O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.

Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam.

O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.

O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […]

Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.

Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum.

A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]

Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.

Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.

O Brasil está queimando.

E o meteoro estava dentro do museu.


(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html. Acesso em 04, set. 2018.)

No primeiro parágrafo do texto, o articulista afirma que “Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado”. O termo destacado conecta as sentenças em uma relação de:

Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1224615 Português
A H²ORA
O mais antigo dos filósofos gregos, Tales de Mileto, não deixou nada escrito. Do seu pensamento, só restaram interpretações. A principal delas é a de que tudo se origina da água. A síntese da sua cosmologia do Universo é mais ou menos a seguinte: a Terra flutua sobre a água, que é a causa de todas as coisas. Nos tempos atuais e especialmente hoje, Dia Mundial da Água, essa combinação química de hidrogênio e oxigênio, exaltada por Mileto nos anos 585 a.C., virou uma metáfora de vida e morte. De um recurso natural inesgotável, passou à categoria de um bem escasso, a ponto de as Nações Unidas o definirem como uma provável causa de guerras no futuro deste século. Para alguns, o Brasil pode até parecer bem na foto, porque é superdotado em recursos hídricos. Só que para os 20% mais pobres da população brasileira que não têm água limpa saindo das torneiras e convivem com seus filhos menores morrendo de diarreia, a imagem de um paraíso tropical está meio fora de foco. (...) Ainda que seja dono de 12% da água do mundo, a distribuição no Brasil é desigual e irregular. Durante a última semana, a água concentrou as atenções em Istambul, na Turquia, no 5.º Fórum Mundial da Água, onde o Brasil foi o centro das atenções devido à generosidade da sua natureza. 
(Liana Melo. A H2 ORA. O Globo. 22/03/2009)
Com base no texto I, analise:
I. A nítida imagem de um paraíso tropical é vista por todo o povo brasileiro, pois no Brasil a natureza é generosa.
II. A água envolve questões de vida e de morte.
III.Em “a de que” (linha 03), há um recurso coesivo: a omissão de palavra citada anteriormente, que pode ser facilmente subtendida.
IV. Com relação ao volume de água própria para o consumo, o Brasil tem uma situação privilegiada.
Estão de acordo com as ideias do texto:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1195605 Desenho Técnico
Assinale a função de Escala no desenho técnico:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1195424 Design Gráfico
Assinale abaixo, quais são os elementos frequentemente usados no desenho técnico:
Alternativas
Q4025752 Mecatrônica
Em um sistema automatizado, um cilindro pneumático é responsável por movimentar uma peça em uma linha de produção. Observa-se que o movimento está irregular e com baixa força, mesmo com a pressão da linha aparentemente correta. Qual é a causa mais provável?
Alternativas
Q4025621 Mecânica
Em um desenho técnico mecânico, a linha traço-ponto longa (linha de centro) tem a função principal de:
Alternativas
Q4025594 Edificações
Durante um levantamento altimétrico, o ponto A apresenta cota de 102,30 m. A partir desse ponto, realiza-se uma visada com leitura de ré de 1,20 m e leitura de vante de 2,05 m no ponto B. Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que apresenta corretamente a cota do ponto B. 
Alternativas
Q4025490 Mecânica
Para medir o diâmetro externo de um eixo cilíndrico com maior exatidão que a usualmente obtida com um paquímetro universal, qual é o instrumento mais indicado?
Alternativas
Respostas
381: A
382: C
383: B
384: B
385: A
386: B
387: C
388: A
389: A
390: B
391: A
392: C
393: D
394: D
395: A
396: B
397: C
398: E
399: B