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Leia o texto para responder às questões de 1 a 5.
Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais
Com tratamentos convencionais como quimioterapia, cachorros com certos tipos de câncer têm 35% mais chances de sobreviver por um período extra de um ano. Com uma nova vacina anticâncer, essa probabilidade sobe para 60% – praticamente o dobro.
Os resultados foram publicados na revista Translational Oncology em 2021, mas só foram divulgados em 5 de março pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O tratamento é uma forma de imunoterapia e está atualmente sob revisão pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
A vacina foi submetida a múltiplos ensaios clínicos ao longo dos últimos oito anos. Ela foi aplicada inclusive no golden retriever Hunter, de 11 anos, que, também passou por quimioterapia e, dois anos após seu diagnóstico inicial, não apresenta mais sinais de câncer.
O cachorro brincalhão que trabalhava antes como cão de resgate em locais de desastres agora vive com apenas três patas. Ele passou por uma amputação da pata dianteira esquerda após ser diagnosticado com osteossarcoma, forma de câncer ósseo que mata mais de 65% dos cães que aflige dentro de 12 meses.
“Cães, assim como humanos, desenvolvem câncer espontaneamente; eles crescem, metastatizam e mutam, assim como os cânceres humanos”, diz em comunicado um dos desenvolvedores da vacina, Mark Mamula, professor de reumatologia na Escola de Medicina de Yale.
O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma.
Resultados promissores
Hunter recebeu sua primeira dose da vacina antes de sua cirurgia de amputação. A segunda dose veio antes do cachorro iniciar a quimioterapia e depois ele ainda recebeu um reforço.
Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos, que ainda estão em andamento em 10 locais nos EUA e Canadá. Os resultados mostraram que a vacina cria anticorpos que encontram e se ligam a tumores, interferindo com as vias de sinalização responsáveis pelo crescimento tumoral.
Além de aumentar a taxa de sobrevivência de um ano após a vacinação, o tratamento também reduz os tumores em muitos dos cães. Por enquanto, a intervenção só se aplica a cachorros que já foram diagnosticados com câncer, mas, no futuro, os cientistas esperam descobrir se isso poderá ser aplicado para reduzir a incidência de tumores em cães saudáveis.
Mark Mamula criou uma empresa chamada TheraJan, que deve produzir eventualmente a vacina. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/03/vacina-anti-cancer-para-caes-dobra-ataxa-de-sobrevivencia-dos-animais.ghtml>
As palavras “osteossarcoma” e “quimioterapia”, que ocorrem no texto, são formadas por composição por justaposição. São formadas pelo mesmo tipo de processo as palavras:
Leia o texto para responder às questões de 1 a 5.
Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais
Com tratamentos convencionais como quimioterapia, cachorros com certos tipos de câncer têm 35% mais chances de sobreviver por um período extra de um ano. Com uma nova vacina anticâncer, essa probabilidade sobe para 60% – praticamente o dobro.
Os resultados foram publicados na revista Translational Oncology em 2021, mas só foram divulgados em 5 de março pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O tratamento é uma forma de imunoterapia e está atualmente sob revisão pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
A vacina foi submetida a múltiplos ensaios clínicos ao longo dos últimos oito anos. Ela foi aplicada inclusive no golden retriever Hunter, de 11 anos, que, também passou por quimioterapia e, dois anos após seu diagnóstico inicial, não apresenta mais sinais de câncer.
O cachorro brincalhão que trabalhava antes como cão de resgate em locais de desastres agora vive com apenas três patas. Ele passou por uma amputação da pata dianteira esquerda após ser diagnosticado com osteossarcoma, forma de câncer ósseo que mata mais de 65% dos cães que aflige dentro de 12 meses.
“Cães, assim como humanos, desenvolvem câncer espontaneamente; eles crescem, metastatizam e mutam, assim como os cânceres humanos”, diz em comunicado um dos desenvolvedores da vacina, Mark Mamula, professor de reumatologia na Escola de Medicina de Yale.
O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma.
Resultados promissores
Hunter recebeu sua primeira dose da vacina antes de sua cirurgia de amputação. A segunda dose veio antes do cachorro iniciar a quimioterapia e depois ele ainda recebeu um reforço.
Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos, que ainda estão em andamento em 10 locais nos EUA e Canadá. Os resultados mostraram que a vacina cria anticorpos que encontram e se ligam a tumores, interferindo com as vias de sinalização responsáveis pelo crescimento tumoral.
Além de aumentar a taxa de sobrevivência de um ano após a vacinação, o tratamento também reduz os tumores em muitos dos cães. Por enquanto, a intervenção só se aplica a cachorros que já foram diagnosticados com câncer, mas, no futuro, os cientistas esperam descobrir se isso poderá ser aplicado para reduzir a incidência de tumores em cães saudáveis.
Mark Mamula criou uma empresa chamada TheraJan, que deve produzir eventualmente a vacina. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/03/vacina-anti-cancer-para-caes-dobra-ataxa-de-sobrevivencia-dos-animais.ghtml>
Analise os excertos a seguir quanto à forma de discurso empregado:
I. O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás.
II. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma.
III. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.
Nos excertos apresentados, verifica-se o emprego de discurso indireto apenas em:
I- Uma pessoa tem três filhos e dois cachorros. II- Marta, Pedro e Carol têm três animais cada. III- Carol tem tantos filhos quanto cachorros. IV- Marta tem mais filhos que Pedro e Carol.
Com base nas informações acima, é CORRETO afirmar que:
P: Caio é paraibano ou Miguel é potiguar. Q: Marta é pernambucana e Caio é paraibano se, e somente se, Carol não é baiana. R: Se Carol é baiana, então Marta não é pernambucana.
Sabendo que P e Q são verdadeiras e R é falsa, pode-se concluir que:
I- Caio é paraibano. II- Miguel é potiguar. III- Marta é pernambucana. IV- Carol é baiana.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Quantas linhas há na tabela verdade da Proposição P?
Sejam p,q e r proposições simples.
Quais os respectivos valores lógicos das proposições compostas P: p∨(q∧r),
Q: p ⟶ q e R: (p∨q) ⟶ ~ r, sabendo que a proposição S: q ⟶ ~r é falsa?
Considere a tabela verdade a seguir:

Qual a sequência de valores omitidos na última coluna da tabela verdade, de cima
para baixo?
I- A soma das idades de Ana, Mateus e Marta totaliza 63 anos. II- Quando Marta nasceu, Ana estava com 33 anos de idade. III- Em 6 anos, Mateus terá o dobro da idade de Marta.
Qual a idade de Ana, quando Mateus nasceu?
Observe o post a seguir e analise as assertivas que seguem.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C50l16aL-ed/. Acesso em: 17 abr. 2024.
I- A posição do pronome oblíquo átono no início da oração, conforme apresentado no post, é um exemplo de uma interdição normativa.
II- Há, na placa apresentada no post, um caso de ênclise, quando o pronome está anteposto ao verbo.
III- A despeito de ser uma interdição normativa, o uso do pronome oblíquo átono no início da oração reflete um uso bastante comum na fala dos brasileiros em situações informais.
IV- Apesar de ser uma interdição normativa, o uso do pronome oblíquo átono no início da oração é admitido em situações comunicativas de baixo nível de formalidade, como conversas em família e entre amigos.
V- O uso do pronome oblíquo átono em posição inicial não é admitido na língua portuguesa em hipótese alguma, razão pela qual é um fenômeno que quase não se percebe na fala dos brasileiros.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Observe as placas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.


I- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeiçoamento”, grafado com “cê-cedilha”.
II- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeissoamento”, grafado com “ss”.
III- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “empresa”, escrita com “s” em vez de “empreza”, grafado com “z”.
IV- O termo “administrativo” deveria ter recebido acentuação gráfica.
V- O termo “municipio” deveria ter recebido acentuação gráfica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
“O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).” (2º§).
I- O termo “conforme” pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo “consoante”, mas não pode ser substituído pelo termo “segundo”.
II- Na oração “elas devem superar a quantidade de homens”, o pronome “elas” é empregado como um recurso anafórico, já que retoma um termo anterior.
III- Embora a conjunção “e” seja classificada como uma conjunção aditiva, está sendo empregada com valor adversativo.
É CORRETO o que se afirma em:
I- As mulheres, são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina desde 2009.
II- As mulheres, desde 2009, são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina.
III- As mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina desde 2009.
IV- As mulheres desde 2009, são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina.
Está mantida a correção gramatical e a adequada delimitação dos constituintes oracionais em:
I- O texto defende a ideia de que as mulheres estão se tornando maioria entre os médicos no Brasil, o que representa uma mudança significativa no perfil da profissão.
II- O objetivo do texto é informar sobre a mudança no perfil dos médicos no Brasil, destacando o aumento da presença feminina na profissão e suas repercussões.
III- O texto fornece dados e análises sobre a feminização da Medicina, apontando para a iminência das mulheres se tornarem minoria entre os médicos no país.
IV- O texto pode estimular reflexões sobre questões de equidade de gênero no campo da saúde e em outros setores da sociedade.
É CORRETO o que se afirma apenas em: