Questões de Concurso Para analista judiciário - biblioteconomia

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Q795043 Português
Quanto à concordância padrão, está escrita corretamente a frase:
Alternativas
Q795042 Português
   Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então, prove. Não está na rede? Então, não vale.
   Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras, pratos, extroversão, intimidade.
   Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada, comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico, considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
  Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.
(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html
Está reescrito conforme a norma-padrão da língua e com o sentido preservado em linhas gerais o seguinte trecho do texto:
Alternativas
Q795041 Português
   Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então, prove. Não está na rede? Então, não vale.
   Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras, pratos, extroversão, intimidade.
   Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada, comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico, considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
  Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.
(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html
A construção que pode ser reescrita com o verbo na voz passiva é:
Alternativas
Q795040 Português
   Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então, prove. Não está na rede? Então, não vale.
   Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras, pratos, extroversão, intimidade.
   Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada, comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico, considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
  Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.
(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html
Percebe-se uma relação de causa e efeito, nessa ordem, entre as orações na seguinte passagem do texto:
Alternativas
Q795039 Português
   Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então, prove. Não está na rede? Então, não vale.
   Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras, pratos, extroversão, intimidade.
   Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada, comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico, considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
  Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.
(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html
Depreende-se corretamente do texto que
Alternativas
Q785706 Biblioteconomia

Sobre o portal especializado em informação jurídica e legislativa denominado LEXML, analise as afirmativas a seguir.

I. Constitui-se em um formato uniforme que utiliza a linguagem XML e proporciona, além do intercâmbio e acessibilidade, a construção de um endereço não ambíguo e duradouro, construído de forma lógica.

II. É um software gratuito, que gerencia as descrições catalográficas de acordo com as normas bibliotecárias disponíveis no Brasil e também possibilita o intercâmbio dos dados catalográficos.

III. Tem como objetivo identificar e estruturar as informações legislativas e jurídicas por meio da integração de processos de trabalho e compartilhamento de dados, nas três esferas administrativas e entre os órgãos dos três poderes da República, por meio de hiperlinks persistentes, sistemas on-line e tratamento padronizado da estrutura textual.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q785705 Biblioteconomia

Quanto aos catálogos automatizados, analise as afirmativas a seguir.

I. Deram grande amplitude à catalogação cooperativa, pela agilidade e facilidade na consulta e na cooperação dos registros.

II. Possibilitam que o usuário navegue pelo catálogo, por meio de links para catálogos de nomes e assuntos, por exemplo.

III. Tornaram o catálogo topográfico obsoleto e desnecessário, uma vez que, sempre que for necessário, é possível extrair relatórios atualizados para conferência do acervo.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q785704 Biblioteconomia

Acerca da Rede Virtual de Bibliotecas (RVBI), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) É uma rede cooperativa de bibliotecas que agrega recursos informacionais de bibliotecas especializadas.

( ) Possui, entre suas competências, a de captar, preservar e difundir os registros da memória nacional brasileira.

( ) Tem acervo especializado em ciências sociais, com maior concentração de documentos na área do direito.

A sequência está correta em

Alternativas
Q785703 Biblioteconomia
O site da Rede Virtual de Bibliotecas (RVBI) apresenta bases de dados de suas coleções que podem ser pesquisadas de várias formas. Entre tais formas NÃO se inclui:
Alternativas
Q785702 Biblioteconomia
Em relação à Bibliografia Brasileira de Direito (BBD) é correto afirmar que:
Alternativas
Q785701 Biblioteconomia

Os Functional Requirements for Bibliographic Records (FRBR) identificam entidades que representam os produtos do trabalho intelectual ou artístico. Relacione adequadamente as entidades ao seu exemplo.

1. Expressão.

2. Item.

3. Manifestação.

4. Obra.


( ) A abadia de Northanger.

( ) A abadia de Northanger, publicada pela editora M. Claret, em 2010.

( ) A abadia de Northanger, publicada pela editora M. Claret, em 2010, disponível na Biblioteca Pública Estadual Professor Luiz de Bessa, Belo Horizonte.

( ) A abadia de Northanger, tradução para o português por Roberto Leal Ferreira.

A sequência está correta em

Alternativas
Q785700 Biblioteconomia

Sobre a revisão 2002 do Código de Catalogação Anglo-Americano (CCAA2), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Foram introduzidas mudanças no capítulo 3, “Materiais cartográficos”, visando a descrição de materiais cartográficos de forma eletrônica.

( ) O título do capítulo 12, “Publicações periódicas”, foi alterado para “Recursos contínuos”, incluindo recursos que não eram cobertos pelas regras anteriores ou o eram de forma inadequada.

( ) Foram excluídos os apêndices, visando possibilitar a portabilidade e facilitar a utilização da obra.

A sequência está correta em

Alternativas
Q785699 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que apresenta o título uniforme para constituições, elaborado de forma correta como estabelece o Código de Catalogação Anglo-Americano (CCAA2), revisão 2002.
Alternativas
Q785698 Biblioteconomia
A Classificação Decimal Universal (CDU) trabalha com tabelas auxiliares, comuns e especiais. Os auxiliares comuns pertencem a três grupos: auxiliares de relação, auxiliares independentes e auxiliares dependentes. Entre os auxiliares de relação NÃO se inclui:
Alternativas
Q785697 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Entre os objetivos do Consórcio BDJur, como estabelecido pela Resolução nº 14/2005 do Superior Tribunal de Justiça, NÃO se inclui:
Alternativas
Q785696 Biblioteconomia

Analise a folha de rosto a seguir que apresenta três obras diferentes sem título coletivo.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta a entrada principal correta, como estabelece o Código de Catalogação Anglo-Americano (CCAA2), revisão 2002.

Alternativas
Q785695 Biblioteconomia

Sobre as entradas para legislação como estabelece o Código de Catalogação Anglo-Americano (CCAA2), revisão 2002, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os regulamentos que regem um único tribunal devem ter entrada pelo respectivo título.

( ) Os anteprojetos de lei devem ter sua entrada sob o cabeçalho estabelecido para o autor do referido projeto.

( ) Os julgamentos ou outra decisão de um tribunal em um processo devem ter sua entrada sob o cabeçalho estabelecido para esse tribunal.

A sequência está correta em

Alternativas
Q785694 Biblioteconomia
Lancaster (2004) sumariza os fatores que podem influir na qualidade da indexação. Nessa sumarização são identificados fatores ligados ao indexador, ao vocabulário, ao documento, ao processo e a fatores ambientais. Entre os fatores ligados ao vocabulário, NÃO se inclui:
Alternativas
Q785693 Biblioteconomia
As linguagens de indexação possuem alguns dispositivos de precisão que possibilitam o aumento da precisão das buscas em bases de dados. Entre tais dispositivos NÃO se inclui(em):
Alternativas
Q785692 Biblioteconomia
Quanto ao Vocabulário Controlado Básico – VCBS, Thesaurus da Biblioteca do Senado Federal, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1581: A
1582: D
1583: D
1584: B
1585: E
1586: D
1587: A
1588: C
1589: C
1590: D
1591: D
1592: D
1593: B
1594: A
1595: D
1596: A
1597: A
1598: C
1599: B
1600: B