Questões de Concurso
Para analista judiciário - biblioteconomia
Foram encontradas 3.765 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Os deuses da cidade
Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.
A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).
Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.
Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.
(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Os deuses da cidade
Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.
A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).
Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.
Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.
(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Os deuses da cidade
Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.
A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).
Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.
Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.
(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)
- Por favor. preciso de informações sobre a contribuição do jurista Miguel Reale ao direito brasileiro.
Este é um tipo de consulta conhecido
I. Foi criada para organizar as coleções de bibliotecas.
II. Trata-se de uma coleção de termos de vocabulário controlado organizada em uma estrutura hierárquica.
III. Sua aplicação se dá no ambiente web e nas organizações corporativas.
IV. Uma de suas características é apresentar uma estrutura dinâmica. É usada para a indexação e a recuperação de documentos.
V. É usada para a indexação e a recuperação de documentos.
Está correto o que se afirma APENAS em
Estratégias de preservação
I. Migração.
II. Emulação.
III. Pedra de Rosetta Digital.
IV. Preservação da Tecnologia.
Características
( ) Reproduz objetos digitais em suportes analógicos.
( ) Conserva hardware e software para garantir a fidedignidade dos objetos digitais.
( ) Desenvolve sistemas que funcionam da mesma forma que outros softwares já obsoletos.
( ) Transfere a informação para novos formatos, preservando o conteúdo intelectual.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Tipos de Linguagem
I. Natural ou Livre.
II. Controlada ou de Indexação.
Características
( ) Menor flexibilidade.
( ) Maior precisão.
( ) Maior revocação.
( ) Maior especificidade.
( ) Menor atualidade.
( ) Maior redundância.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I. Atuar como substituto do documento original.
II. Facilitar a indexação.
III. Ajudar na busca retrospectiva e na recuperação da informação.
Ocorre que
Tributação e gênero / Lana Borges / Ed. Fórum - centrada no direito, esta obra interdisciplinar aborda as relações entre tributação extrafiscal e disparidade de gênero.
Ao classificar 0 item de acordo com a Classificação Decimal de Dewey (CDD), a bibliotecária
I. recorreu à regra de aplicação, considerando que o item discorre sobre dois assuntos diferentes e um deles influi no outro.
II. optou pela regra do tratamento mais completo, pois o item trata de assuntos do ponto de vista de disciplinas diferentes.
III. empregou a regra do primeiro de dois, visto que o item aborda os dois assuntos de maneira semelhante e um não influi no outro.
Ocorre que a bibliotecária
A afirmativa está
I. A quarta edição revista e atualizada alterou extensivamente a estrutura da obra, O que acarretou uma complexa reorganização das bibliotecas usuárias do sistema.
II. A proposta para uma nova revisão e publicação da quinta edição é de iniciativa da Biblioteca do Senado Federal.
III. O esquema utiliza apenas cinco subdivisões para Direito: 341 - Direito Público; 342 - Direito Privado; 343 - Direito Canônico; 344 - Direito Romano; e 345 - Direito Internacional.
IV. A Rede Virtual de Bibliotecas - RVBI utiliza a CDDir como padrão de seu catálogo coletivo, assim como na Bibliografia Brasileira de Direito.
V. A Biblioteca do Congresso criou o código “cddir”" na lista de fontes de esquemas de classificação, de modo a permitir que os números de classificação deste esquema sejam identificados no campo 084 de um registro de metadados.
Está correto o que se afirma APENAS em
A afirmativa está
Tipos de Classificação Bibliográfica
I. Enumerativos.
II. Quase-enumerativos.
III. Quase facetados.
IV. Facetados.
Características e exemplos
( ) Classificação dos Dois Pontos.
( ) Classificação Decimal de Dewey.
( ) Apresentam uma única tabela exaustiva de assuntos simples.
( ) Apresentam tabelas de assuntos simples, tabelas de subdivisões comuns e de subdivisões especiais.
( ) Apresentam uma tabela de assuntos simples e compostos complementada por tabelas de subdivisões comuns e de subdivisões especiais.
( ) Apresentam uma tabela de assuntos simples e compostos auxiliada por tabelas de subdivisões comuns.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Repertório de jurisprudência: julgados relatados pelos magistrados integrantes das câmaras de Direito Privado e de Direito Empresarial do Superior Tribunal de Justiça / coordenação Grupo de Apoio ao Direito Privado. — Brasília : STJ, 2021.
Uma bibliotecária, corretamente, determinou como entrada principal e secundária do item, nessa ordem, o
I. incorporou todos os elementos aplicáveis ao item, menos as indicações secundárias de responsabilidade, os detalhes específicos do material e o título principal da série.
II. relacionou todos 05 elementos especificados nas regras do código aplicáveis ao item.
III. restringiu o número de elementos aqueles considerados essenciais para a identificação do item.
Ocorre que o bibliotecário
I. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.
II. As normas brasileiras são elaboradas por Comissões de Estudo, formadas por representantes de associações, conselhos & outras entidades profissionais.
III. Os Documentos Técnicos ABNT assim como as normas Internacionais (ISO e IEC) são de uso compulsório.
IV. Os Documentos Técnicos ABNT não substituem leis, decretos ou regulamentos, aos quais os usuários devem atender, tendo estes precedência sobre qualquer Documento Técnico ABNT.
V. O processo de elaboração de um Documento Técnico ABNT é iniciado a partir de uma demanda apresentada por qualquer pessoa, empresa ou entidade que esteja envolvida com o assunto a ser normalizado.
Está correto o que se afirma APENAS em
Respectivamente, de cima para baixo, os campos em branco correspondem aos seguintes exemplos de atributos:
I. tático: trabalha com objetivos de longo prazo.
II. estratégico: trabalha com objetivos de médio e curto prazo.
III. operacional: trabalha com objetivos de curto prazo.
Ocorre que