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Q2223893 Noções de Informática
A figura a seguir ilustra uma janela do aplicativo Calc, com uma planilha em processo de edição. 

0_023-26.png (370×219)
Com base na figura apresentada, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2223892 Noções de Informática
A figura a seguir ilustra uma janela do aplicativo Calc, com uma planilha em processo de edição. 

0_023-26.png (370×219)
Com relação à figura apresentada, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2223881 Redação Oficial
Tribunal Regional Eleitoral de Goiás Portaria n.° 443, de 30 de setembro de 2008 – TRE/GO
0_012.png (388×256)

Para que o trecho de documento acima atenda às normas de redação de documentos oficiais, é necessário 
Alternativas
Q2223878 Português
0_09-11.png (388×277)

Célio Garcia. Graças à letra “soft”, a estrutura “hard” dura.
In: Hugo Mari et al. (Org.). Estruturalismo, memória e repercussões.
Belo Horizonte: UFMG/Diadorim, p. 192 (com adaptações).
Assinale a opção correspondente ao desdobramento para a frase “Nada mais.” (l.4) que está gramaticalmente correto e coerente para o desenvolvimento da argumentação do texto.
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Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA
Q1237374 Engenharia Elétrica
O valor da corrente nominal de um motor de 15HP, trifásico de 220 V fase com fator de potência de 90% e rendimento de 80% será de:
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Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA
Q1236174 Noções de Informática
Assinale a alternativa INCORRETA em relação aos recursos do WORD.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA
Q1229074 Português
O emprego correto da vírgula está na alternativa:
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 4ª REGIÃO (RS)
Q1225659 Português
Janelas quebradas             A deterioração da paisagem urbana é lida como ausência dos poderes públicos, portanto enfraquece os controles impostos pela comunidade, aumenta a insegurança e convida à prática de crimes. Essa tese, defendida pela primeira vez em 1982 pelos americanos James Wilson e George Kelling, recebeu o nome de “teoria das janelas quebradas”. Segundo ela, a presença de lixo nas ruas e de grafite sujo nas paredes provoca mais desordem, induz ao vandalismo e aos pequenos crimes. Com base nessas ideias, a cidade de Nova York iniciou, nos anos 1990, uma campanha para remover os grafites do metrô, que resultou numa diminuição dos crimes realizados em suas dependências.           O sucesso da iniciativa serviu de base para a política de “tolerância zero” posta em prática a seguir. Medidas semelhantes foram adotadas em diversas cidades dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Holanda, da Indonésia e da África do Sul. Mas, apesar da popularidade, a teoria das janelas quebrada gerou controvérsias nos meios acadêmicos, por falta de dados empíricos capazes de comprová-la.            Mas houve, sim, alguns experimentos bem sucedidos. Na Holanda, um deles foi conduzido numa área de compras da cidade de Groningen. Para simular ordem, os pesquisadores limparam a área e colocaram um aviso bem visível de que era proibido grafitar. Para a desordem, grafitaram as paredes da mesma área, apesar do aviso para não fazê-lo. A grafitagem constava apenas de rabiscos mal feitos, para evitar confusão com arte. Em ambas as situações, penduraram um panfleto inútil nos guidões de bicicletas, de modo que precisasse ser retirado pelo ciclista antes de partir. Não havia lixeiras no local. Na situação ordeira, sem grafite, 77% dos ciclistas levaram o panfleto embora. Na presença do grafite, apenas 31% o fizeram, os demais jogaram-no no chão.           Em outra experiência holandesa, foi colocado, numa caixa de correio da rua, um envelope parcialmente preso à boca da caixa (como se tivesse deixado de cair para dentro dela) com uma nota de 5 em seu interior, em local bem visível para os transeuntes. Na situação ordeira, a caixa estava sem grafite e sem lixo em volta; na situação de desordem, a caixa estava grafitada e com lixo em redor. Dos transeuntes que passaram diante da caixa limpa, 13% furtaram o dinheiro. Esse número aumentou para 27% quando havia grafite e sujeira. A mensagem é clara: desordem e sujeira nas ruas mais do que duplicam o número de pessoas que praticam contravenções ou pequenos crimes no espaço público.    (Adaptado de Drauzio Varella, Folha de S. Paulo, 18/07/2009)     Com base no relato da segunda experiência holandesa (4º parágrafo), comprova-se que há uma relação causal entre 
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Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA
Q1212654 Raciocínio Lógico
Numa pesquisa feita sobre dois produtos A e B, 60% das pessoas pesquisadas escolheram o produto A e 75% escolheram o produto B. Quantas pessoas escolheram os dois produtos?
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Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA
Q1212589 Raciocínio Lógico
A NEGAÇÃO da afirmação condicional “se estiver frio, eu levo o casaco” é:
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 4ª REGIÃO (RS)
Q1205150 Português
Janelas quebradas    A deterioração da paisagem urbana é lida como ausência dos poderes públicos, portanto enfraquece os controles impostos pela comunidade, aumenta a insegurança e convida à prática de crimes. Essa tese, defendida pela primeira vez em 1982 pelos americanos James Wilson e George Kelling, recebeu o nome de “teoria das janelas quebradas”. Segundo ela, a presença de lixo nas ruas e de grafite sujo nas paredes provoca mais desordem, induz ao vandalismo e aos pequenos crimes. Com base nessas ideias, a cidade de Nova York iniciou, nos anos 1990, uma campanha para remover os grafites do metrô, que resultou numa diminuição dos crimes realizados em suas dependências.    O sucesso da iniciativa serviu de base para a política de “tolerância zero” posta em prática a seguir. Medidas semelhantes foram adotadas em diversas cidades dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Holanda, da Indonésia e da África do Sul. Mas, apesar da popularidade, a teoria das janelas quebrada gerou controvérsias nos meios acadêmicos, por falta de dados empíricos capazes de comprová-la.    Mas houve, sim, alguns experimentos bem sucedidos. Na Holanda, um deles foi conduzido numa área de compras da cidade de Groningen. Para simular ordem, os pesquisadores limparam a área e colocaram um aviso bem visível de que era proibido grafitar. Para a desordem, grafitaram as paredes da mesma área, apesar do aviso para não fazê-lo. A grafitagem constava apenas de rabiscos mal feitos, para evitar confusão com arte. Em ambas as situações, penduraram um panfleto inútil nos guidões de bicicletas, de modo que precisasse ser retirado pelo ciclista antes de partir. Não havia lixeiras no local. Na situação ordeira, sem grafite, 77% dos ciclistas levaram o panfleto embora. Na presença do grafite, apenas 31% o fizeram, os demais jogaram-no no chão.    Em outra experiência holandesa, foi colocado, numa caixa de correio da rua, um envelope parcialmente preso à boca da caixa (como se tivesse deixado de cair para dentro dela) com uma nota de 5 em seu interior, em local bem visível para os transeuntes. Na situação ordeira, a caixa estava sem grafite e sem lixo em volta; na situação de desordem, a caixa estava grafitada e com lixo em redor. Dos transeuntes que passaram diante da caixa limpa, 13% furtaram o dinheiro. Esse número aumentou para 27% quando havia grafite e sujeira. A mensagem é clara: desordem e sujeira nas ruas mais do que duplicam o número de pessoas que praticam contravenções ou pequenos crimes no espaço público.    (Adaptado de Drauzio Varella, Folha de S. Paulo, 18/07/2009)     As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 4ª REGIÃO (RS)
Q1187077 Português
Janelas quebradas    A deterioração da paisagem urbana é lida como ausência dos poderes públicos, portanto enfraquece os controles impostos pela comunidade, aumenta a insegurança e convida à prática de crimes. Essa tese, defendida pela primeira vez em 1982 pelos americanos James Wilson e George Kelling, recebeu o nome de “teoria das janelas quebradas”. Segundo ela, a presença de lixo nas ruas e de grafite sujo nas paredes provoca mais desordem, induz ao vandalismo e aos pequenos crimes. Com base nessas ideias, a cidade de Nova York iniciou, nos anos 1990, uma campanha para remover os grafites do metrô, que resultou numa diminuição dos crimes realizados em suas dependências.    O sucesso da iniciativa serviu de base para a política de “tolerância zero” posta em prática a seguir. Medidas semelhantes foram adotadas em diversas cidades dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Holanda, da Indonésia e da África do Sul. Mas, apesar da popularidade, a teoria das janelas quebrada gerou controvérsias nos meios acadêmicos, por falta de dados empíricos capazes de comprová-la.    Mas houve, sim, alguns experimentos bem sucedidos. Na Holanda, um deles foi conduzido numa área de compras da cidade de Groningen. Para simular ordem, os pesquisadores limparam a área e colocaram um aviso bem visível de que era proibido grafitar. Para a desordem, grafitaram as paredes da mesma área, apesar do aviso para não fazê-lo. A grafitagem constava apenas de rabiscos mal feitos, para evitar confusão com arte. Em ambas as situações, penduraram um panfleto inútil nos guidões de bicicletas, de modo que precisasse ser retirado pelo ciclista antes de partir. Não havia lixeiras no local. Na situação ordeira, sem grafite, 77% dos ciclistas levaram o panfleto embora. Na presença do grafite, apenas 31% o fizeram, os demais jogaram-no no chão.    Em outra experiência holandesa, foi colocado, numa caixa de correio da rua, um envelope parcialmente preso à boca da caixa (como se tivesse deixado de cair para dentro dela) com uma nota de 5 em seu interior, em local bem visível para os transeuntes. Na situação ordeira, a caixa estava sem grafite e sem lixo em volta; na situação de desordem, a caixa estava grafitada e com lixo em redor. Dos transeuntes que passaram diante da caixa limpa, 13% furtaram o dinheiro. Esse número aumentou para 27% quando havia grafite e sujeira. A mensagem é clara: desordem e sujeira nas ruas mais do que duplicam o número de pessoas que praticam contravenções ou pequenos crimes no espaço público.    (Adaptado de Drauzio Varella, Folha de S. Paulo, 18/07/2009)     Atente para as seguintes frases:    I. As omissões do poder público levam, quase sempre, a ações que degradam o cenário urbano.    II. Não fosse a vigilância dos cidadãos, atentos à conservação do espaço público, o cenário urbano estaria ainda mais degradado.    III. Nas duas experiências holandesas, relatadas no texto, verificou-se clara conexão entre ação pública e reação popular.    A supressão das vírgulas altera o sentido do que está SOMENTE em 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TJ-PA
Q1186815 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
A questão refere-se ao Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Pará.

Os advogados dos recorrentes poderão proferir sustentação oral, dentre outros processos, nos
Alternativas
Q2251408 Engenharia Civil
 Considere as seguintes proposições referentes ao AUTOCAD.

I. O comando FILLET conecta, entre outras formas, duas linhas ajustando de forma concordante com um arco.
II. O comando EXTEND estende um objeto até outro.
III. O comando TRIM corta um ou mais objetos onde eles encontram um ou mais eixos de corte.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2251407 Engenharia Elétrica
Na construção de um empreendimento, foi elaborada uma rede de atividades, na qual, em determinada atividade constam, em dias:
− Primeira data de início = 150; − Última data de início = 315; − Primeira data de término = 215; − Última data de término, com recursos adicionais = 365.
A duração e a folga dessa atividade são:
Alternativas
Q2251406 Engenharia Elétrica
A substituição de lâmpadas em um escritório deve considerar como medida geral a manutenção
Alternativas
Q2251405 Engenharia Eletrônica
A figura abaixo apresenta em linguagem ladder, trecho de um programa de um controlador lógico-programável. Imagem associada para resolução da questão

Nesse caso, pode-se afirmar que
Alternativas
Q2251404 Engenharia Elétrica
Observe o símbolo de um dispositivo empregado em sistemas de controle de potência e o seu circuito equivalente: Imagem associada para resolução da questão

Trata-se de 
Alternativas
Q2251403 Engenharia Elétrica
Para a correção do fator de potência de uma instalação com carga de 50 kW e fator de potência 0,6 para fator de potência unitário, é necessário um banco de capacitores, com potência em kVAr, aproximadamente, de
Alternativas
Q2251402 Engenharia Elétrica

No circuito abaixo, a função de R1, P1 e C1 é controlar 


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Respostas
2561: A
2562: A
2563: C
2564: A
2565: B
2566: B
2567: A
2568: B
2569: D
2570: A
2571: D
2572: B
2573: B
2574: A
2575: B
2576: E
2577: A
2578: E
2579: C
2580: C