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Q3695042 Engenharia Mecânica
Com relação à manutenção veicular de carros com motor a combustão, assinale a alternativa CORRETA que apresenta o nome do item/peça onde ocorre no carro o problema conhecido como zinabre, que é caracterizado pela presença de uma crosta esverdeada em seus polos de ligação do(a):
Alternativas
Q3694826 Noções de Informática
No Windows, é possível renomear arquivos de diferentes maneiras. Analise os procedimentos abaixo:

I- Selecionar o arquivo, clicar com botão direito do mouse, acessar a opção Renomear, digitar o novo nome do arquivo e clicar em Enter.
II- Arrastar o arquivo para lixeira e criar um novo arquivo com o nome desejado.
III- Selecionar o arquivo, pressionar F2, digitar o novo nome do arquivo e pressionar Enter.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3694825 Noções de Informática
São exemplos de formatos de arquivos exclusivamente de áudio:
Alternativas
Q3694824 Noções de Informática
Para refinar uma pesquisa no Google mostrando apenas resultados nos quais a palavra-chave “tecnologia” apareça no título da página, utilizamos a seguinte sintaxe: 
Alternativas
Q3694823 Noções de Informática
Em um cliente de e-mail, o conceito de espaço de armazenamento temporário para e-mails que estão sendo enviados se refere a:
Alternativas
Q3694822 Redes de Computadores
Analise as afirmações sobre redes e internet:

I- Os navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox utilizam a mesma base de software para seu funcionamento, pois são desenvolvidos pela mesma empresa.
II- O HTTPS é uma versão segura do HTTP, que criptografa dados trafegados entre navegador e servidor.
III- Em redes, o endereço IP127.0.0.1 refere-se ao localhost, sendo usado para testes na própria máquina.
IV- A intranet é uma rede aberta ao público geral, sem restrições de acesso.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3694821 Noções de Informática
Marque a alternativa que descreve a melhor prática para a realização de backups de dados importantes. 
Alternativas
Q3694820 Noções de Informática
Analise as afirmações sobre edição de textos, planilhas e apresentações:

I- No Microsoft Excel, a função =SOMA(A1:A10) calcula a soma dos valores no intervalo especificado.
II- No Microsoft Excel, a formatação condicional permite destacar células com base em critérios pré-definidos.
III- No Microsoft PowerPoint, o slide mestre é usado para aplicar formatação única a um slide específico.
IV- No Google Docs, o recurso "Modo Offline" permite editar documentos sem conexão à internet, mas não sincroniza as alterações posteriormente.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3694819 Noções de Informática
A relação entre hardware e software é essencial para o funcionamento de um computador. Sobre essa dependência, marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3694817 Noções de Informática
A alternativa que descreve CORRETAMENTE a função do recurso Área de Transferência no Windows 10/11 é: 
Alternativas
Q3694816 Português
Leia o texto IV para responder à questão.

Texto IV

Q14_15.png (318×425)

F o n t e : Dis p o n í v e l em: h t t p s: / / 3 . b p . b l o g s p o t . c om/- 4 - q FLfCNY6 0 /WBSAg rG0MMI/AAAAAAAABmk / nKCbVoGXS _ c f 5 sMe - eCGcecDRKw_BlMpQCLcB/s1600/Prof%2Bmeme%2B6.jpg. Acesso em: 23 set. 2025.
Observe o verbo “ver” que aparece nos quatro momentos do texto. Sobre ele, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694815 Português
Leia o texto IV para responder à questão.

Texto IV

Q14_15.png (318×425)

F o n t e : Dis p o n í v e l em: h t t p s: / / 3 . b p . b l o g s p o t . c om/- 4 - q FLfCNY6 0 /WBSAg rG0MMI/AAAAAAAABmk / nKCbVoGXS _ c f 5 sMe - eCGcecDRKw_BlMpQCLcB/s1600/Prof%2Bmeme%2B6.jpg. Acesso em: 23 set. 2025.
Sobre o texto, analise as assertivas que seguem.

I- A linguagem não verbal não colabora na produção de sentidos.
II- A linguagem verbal, isoladamente, é suficiente para a compreensão global de sentidos.
III- Para uma leitura com construção completa de sentidos desse texto, a leitura da linguagem verbal e da linguagem não-verbal são importantes.
IV- Reconhecer os contextos de referência dos textos não verbais colabora para a compreensão do texto atual.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3694814 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Analise as assertivas sobre o trecho “O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar!”.

I- Verde e azul, apesar de se classificarem normalmente como adjetivos, aqui funcionam como substantivos.
II- “O verde e o azul” constituem o sujeito composto da oração.
III- “O verde e o azul” são adjuntos adnominais, já que são adjetivos.
IV- “lá longe ainda” funciona como locução adverbial de lugar.
V- Há um verbo elíptico no trecho.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3694813 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
No trecho em destaque “São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros.”, qual figura de linguagem se observa?
Alternativas
Q3694812 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Sobre o texto, afirma-se que ele:
Alternativas
Q3694811 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Assinale a alternativa que traz CORRETAMENTE o gênero do texto lido e a explicação sobre este gênero.
Alternativas
Q3694810 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Sobre os elementos da narrativa presentes no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694809 Português
Leia o texto II para responder à questão.


Q6_8.png (396×273)

Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025. 
Qual fato provoca o humor na charge?
Alternativas
Q3694808 Português
Leia o texto II para responder à questão.


Q6_8.png (396×273)

Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025. 
Sobre a charge, qual o tema central do texto?
Alternativas
Q3694807 Português
Leia o texto II para responder à questão.


Q6_8.png (396×273)

Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025. 
Observe as falas dos dois primeiros balões e as palavras que foram destacadas: “Vovô, você está velho demais para frequentar uma faculdade.” e “Meu jovem, não existe idade para parar de aprender. Só envelhece quem para de aprender.” Respectivamente, qual função desempenham os termos em destaque nos períodos em que estão?
Alternativas
Respostas
121: D
122: C
123: E
124: A
125: C
126: B
127: D
128: E
129: A
130: B
131: B
132: D
133: E
134: E
135: A
136: B
137: B
138: E
139: A
140: C