Questões de Concurso
Para técnico em assuntos educacionais
Foram encontradas 10.160 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Disponível em: https://www.oliberal.com/para/o-egua-e-detodos-dispara-amapaense-ao-apontar-apropriacao-do-parasobre-a-cultura-nortista-1.341244>notícia publicada em 31.12.2020 e notícia publicada em 08.01.2021.
Por outro lado, a autora Maura Leal da Silva, no "Item 1.2 - A Invenção do Amapá Territorial" da sua tese de doutoramento, ao refletir sobre a memória do senhor Adamor Oliveira no que concerne ao momento histórico da criação do Território Federal do Amapá, tece a seguinte reflexão:
"O memorialista reconstrói, ao longo dessas linhas, o discurso utilizado em diversos documentos oficiais que justificaram a criação do Território Federal do Amapá, em 1943, como um tempo de começo, inaugural, que deixou para trás uma época que deveria permanecer no tempo do esquecimento. Esse momento "inaugural," em que parte das terras paraenses foram desmembradas para dar origem ao Amapá, tornou-se um dos acontecimentos políticos de maior destaque no imaginário social dos amapaenses, e, não é por acaso, que ganhou relevo nas diversas narrativas que visam explicar o “Amapá" que surgiu desse momento. Abandono, vazio, atraso, marasmo, decadência, miséria, epidemias, até 1943, assim eram retratadas, em diversas narrativas oficiais, as regiões que foram desmembradas do Pará para dar origem ao Território do Amapá"
SILVA, Maura Leal da. O Território Imaginado: o Amapá, de Território à autonomia política 1943-1988.Tese de Doutoramento apresentada junto ao Programa de Pósgraduação em História da Universidade de Brasília em 2017. (p. 75-76)
Considerando que tanto a notícia das redes sociais quanto a Tese de doutoramento tratam do tema "identidade amapaense," é historicamente CORRETO afirmar que:
"Através da combinação de inscrições eleitorais, vitórias eleitorais e Grau de Afinidade Familiar, foram identificados sete grupos de antropônimos que denotaram apresentar considerável densidade nos valores obtidos. Os sobrenomes Góes, Capiberibe, Alcolumbre, Borges, Favacho, Amanajás e Gurgel surgem no período analisado (1994- 2016), como aqueles que se destacam como unidades coletivas."
GALINDO, Alexandre Gomes. Participação social no desenvolvimento de políticas públicas no estado do Amapá: um olhar sobre a elaboração e execução do plano plurianual de Macapá-AP no período de 20213 a 2016. Macapá-AP: Unifap, 2017. р. 92.
Com base no exposto, assinale a alternativa CORREЕТА:
I - O pano de fundo histórico do romance "Saraminda" é a luta entre o Brasil e a França pelo domínio do manancial piscoso existente na foz do Rio Amazonas e no litoral do Oceano Atlântico, especialmente a pesca do camarão-rosa, destacando a luta de pescadores e ribeirinhos pela sobrevivência.
I - O contexto histórico em que se passa a ação de "Saraminda" remete ao Contestado francobrasileiro, região localizada ao norte do atual Estado do Amapá entre os rios Cassiporé e Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, onde no final do século XIX, jazidas de ouro foram descobertas no vale do Rio Calçoene provocando uma "corrida do ouro" para a região, bem como atraindo franceses créoles da Guiana Francesa e brasileiros amazônidas em busca de aventuras e riquezas.
III - Pode-se dizer que os personagens principais do romance, além de Saraminda, são Cleto Bonfim, Clément Tamba e Jacques Kemper, os quais remetem a tipos arquétipos reais que viviam na região do Contestado franco-brasileiro no início do século XX. Tratam-se, pois, da bela moça mestiça empobrecida, o aventureiro em busca de riquezas e conquistas, o crioulo de Caiena e o sujeito europeu metropolitano com a ambição arrogante de trazer "civilidade" para uma região anárquica, bárbara e selvagem.
IV - O ambiente histórico em que se passa a ação de "Saraminda" diz respeito à crise social e econômica decorrente da abolição da escravatura em meados do século XIX, na Guiana Francesa, que impactou o norte da região do que viria a ser o Estado do Amapá. Seus personagens remetem a figuras padrões do período tais como os escravos, os capitães do mato, as prostitutas, os ribeirinhos e quilombolas que povoavam a região.
Estão CORRETAS as sentenças:
“...Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1° de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleсеи о reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro."
Assim, podemos afirmar que o percentual de aumento está entre?
13; 16; 22; 31; 43; 58; X, onde 13 é o 1º elemento da sequência, 16 é o 2° elemento da sequência e assim sucessivamente.
Apenas um dos colegas acertou a resposta do desafio, informando qual era o valor de X que representava o 7º elemento da sequência, então sua resposta foi:


Considere o texto 3 seguinte para responder à questão
Texto 3 - O PORAQUÊ
Poraquê era um valente guerreiro de uma tribo às margens do Rio Amazonas. Caçador por excelência, era sempre quem trazia o maior animal durante as festividades da tribo. Também ele era muito forte, destacando-se dos outros membros da aldeia.
Mas Poraquê era ambicioso. Não lhe bastavam a destreza do arco e da flecha. Não Ihe bastava a força de seus braços e nem mesmo sua supremacia em combate. Ele queria ser o maior guerreiro da face da terra.
Foi assim que tentou dominar o fogo, mas sua força nada valeu contra as labaredas. O índio então, quis comandar os rios, mas Iara mandou contra ele a pororoca, que o derrotou. Vencido pela segunda vez, Poraquê subiu em um pé de vento e tomou um relâmpago emprestado ao deus trovão. Com ele fez uma borduna com a qual podia invocar os raios.
Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia em uma guerra que durou vários dias. Poraquê, com sua borduna de raios, dizimou milhares de inimigos. Tendo vencido a batalha, notou que a arma estava manchada de sangue e foi lavá-la à beira do Rio Amazonas. Um dos raios caiu na água e o transformou em um peixe feio, que quando atacado dispara rajadas elétricas para se proteger.
Disponível em: https://sites.google.com/site/apfolclore/mitos-e-lendas