Foram encontradas 42.983 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4190921 Farmácia
Assinale a alternativa correta sobre as diferentes formas de paletização.
Alternativas
Q4189955 Saúde Pública
A governança das redes de atenção à saúde, no SUS, deve ser feita pelas comissões intergestores, com responsabilidade na pactuação da organização e funcionamento das ações e serviços de saúde integrados em redes de atenção à saúde. Sobre a Comissão Intergestores Tripartite, é correto afirmar:
Alternativas
Q4189954 Saúde Pública
A organização do trabalho em rede está associada à ideia de uma organização, a fim de garantir atenção integral, efetiva e eficaz às populações assistidas, com a possibilidade de construção de vínculos de cooperação e solidariedade entre as equipes e os níveis de gestão do sistema de saúde.
Assinale a alternativa que descreve, corretamente, uma característica da Rede de Atenção à Saúde no SUS.
Alternativas
Q4189953 Saúde Pública
Determinados agravos à saúde, como os casos de dengue, devem ser comunicados à autoridade de saúde, quando da sua ocorrência de suspeita ou confirmação.
Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4189952 Saúde Pública
A gestão do SUS é um processo complexo, permeada por um contexto cujas influências políticas locais, estaduais e federais determinam as práticas de saúde e interferem nas relações de poder e nas tomadas de decisões.
Assinale a alternativa que indica, corretamente, um avanço do processo de descentralização da gestão em saúde.
Alternativas
Q4189951 Saúde Pública
Considerando que a Taxa de Mortalidade Infantil estima o risco de as crianças nascidas vivas morrerem antes de completar um ano de vida, assinale a alternativa correta sobre o indicador.
Alternativas
Q4189950 Saúde Pública
Assinale a alternativa que corresponde à área da Vigilância em Saúde que é operacionalizada com base em um ciclo de funções específicas e intercomplementares, dentre as quais a coleta e processamento de dados, com o propósito de conhecer, a cada momento, o comportamento da doença ou agravo, visando, oportunamente, adotar medidas de intervenção.
Alternativas
Q4189949 Saúde Pública
A história natural da doença refere-se ao curso da doença, desde o início até sua resolução, na ausência de intervenção. Considerando o modelo tradicional da história natural da doença e sua relação com os níveis de prevenção propostos por Level e Clark, assinale a alternativa correta em relação às medidas preventivas do período pré-patogênico.
Alternativas
Q4189948 Saúde Pública
No delineamento do estudo epidemiológico do tipo transversal, define-se uma população de referência e coletam-se os dados de exposição e doença ao mesmo tempo. A partir desse conjunto, divide-se em quatro grupos para análise: a) doentes e expostos ao fator de risco; b) não doentes expostos ao fator de risco; c) doentes não expostos ao fator de risco; d) não doente e não exposto ao fator de risco.
Assinale a alternativa que corresponde ao cálculo do coeficiente de prevalência da doença entre os expostos.
Alternativas
Q4189947 Saúde Pública
A garantia do cuidado na Atenção Básica passa pela formação de uma fonte contínua de atenção, a partir da presença de vínculo e confiança entre usuários e profissionais de saúde, que permite conhecer o usuário de maneira integral, desde comportamentos, hábitos e o contexto em que está inserido, possibilitando o planejamento adequado do cuidado e das intervenções.
Trata-se de uma diretriz da Política Nacional de Atenção Básica denominada
Alternativas
Q4189946 Saúde Pública
As diferentes condições de vida, habitação, trabalho, renda e de acesso à educação, lazer, cultura e serviços públicos impactam de forma diferenciada a saúde da população, assim como as diferentes formas de preconceito e discriminação social, tais como o racismo, a misoginia, a LGBTfobia e a exclusão social de populações que vivem em situação de rua ou em condições de isolamento territorial.
Assinale a alternativa que corresponde ao princípio do SUS que reconhece as necessidades, diversidades e especificidades de cada cidadão ou grupo social na formulação de políticas públicas, tendo como objetivo diminuir as desigualdades.
Alternativas
Q4189945 Português

Leia o texto para responder à questão.



A velha


    A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?


    Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.


    O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.


(Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q4189943 Português

Leia o texto para responder à questão.



A velha


    A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?


    Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.


    O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.


(Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)

Considere as passagens do terceiro parágrafo:


•  Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham.


•  E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.


Os termos destacados são, correta e respectivamente:

Alternativas
Q4189942 Português

Leia o texto para responder à questão.



A velha


    A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?


    Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.


    O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.


(Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)

Entende-se que contribuía para a felicidade da velha
Alternativas
Q4189940 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

Considere as frases:


•  Parcelas crescentes de renda dos brasileiros têm sido  destinadas _________ despesas com serviços de saúde e medicamentos.


•  Será necessário fortalecer o SUS para que se possa  dar a devida assistência _________ população idosa.


•  Hoje, homens e mulheres que chegam _________  65 anos representam perto de 11% dos brasileiros.


De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q4189939 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

A reescrita de passagem do texto está em conformidade com a norma-padrão de pontuação em:
Alternativas
Q4189938 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

A reescrita da passagem do 4o parágrafo – Embora disponhamos de um sistema público universal de atendimento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados. – está de acordo com o sentido do texto e com a norma-padrão em:
Alternativas
Q4189937 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

No título do texto – Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS –, a preposição destacada expressa sentido de
Alternativas
Q4189935 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

Considere as passagens:


•  … uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população. (1o parágrafo)


•  Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto. (3o parágrafo)


•  Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde… (4o parágrafo)


•  No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento… (6o parágrafo)


Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q4189934 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

A informação é apresentada ao leitor sob forma de hipótese em:
Alternativas
Respostas
9221: D
9222: A
9223: B
9224: D
9225: E
9226: D
9227: E
9228: B
9229: A
9230: C
9231: C
9232: E
9233: B
9234: C
9235: D
9236: C
9237: B
9238: A
9239: A
9240: E