Questões de Concurso Para farmacêutico

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Q3582674 Matemática
Se o consumo de energia de um dispositivo é reduzido pela metade a cada nova versão, e a primeira versão consome 1.600 watts, qual será o consumo de energia da nona versão desse dispositivo? 
Alternativas
Q3582673 Matemática
Um arquiteto projeta uma piscina com formato de paralelepípedo retângulo que tem x comprimento, Imagem associada para resolução da questão metros de largura e Imagem associada para resolução da questão metros de profundidade. Qual é o volume de água necessário para encher 75% da piscina, considerando que x é o maior número par com um algarismo? 
Alternativas
Q3582672 Matemática Financeira
Um investidor aplica R$1.350,00 em uma opção de investimento que rende 21,6% ao ano em juros compostos. Qual será, aproximadamente, o saldo dessa aplicação após dois semestres?
Alternativas
Q3582671 Matemática
Ao planejar a decoração de um salão de festas retangular de 20 m por 15 m, um decorador decide cobrir completamente o piso com tapetes. Sabendo que cada metro quadrado de tapete custa R$45,70, qual será o custo total para cobrir todo o piso do salão?
Alternativas
Q3582670 Português
Não almocei nem jantei

O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar. É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar

Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024

    O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar.
    Não que esteja realizando uma dieta ou um regime. Não que esteja combatendo suas taxas de glicose e colesterol. Não que seja uma providência médica adotada a contragosto.
    É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar.
    Não espere a contenção de ânimo ou de despesas, de fome ou de tempo. Representa a exuberância de começar e terminar bem o dia: o amanhecer da esperança e o crepúsculo da verdade.
    Não há espumante que rivalize com a elegância do café passado no coador de pano. Não há prato quente que supere a rabanada.
    O café da manhã torna-se o banquete do lar, com degustação de embutidos. Jamais haverá um só tipo de queijo. Em toda família tradicional, pede-se no mínimo a exposição de três opções na tábua, com a faca visível.
    Os pães poderão queimar o céu da boca. Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
    Sucos e vitaminas compõem o cenário das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá para coroar a refeição. Na frigideira, começará a briga entre o time da omelete e o dos ovos mexidos.
    A toalha formará uma tapeçaria de farelos e de manchas coloridas de goiabada, coalhada e requeijão. Os comensais não terão como reutilizá-la, encaminhando-a ineditamente para a lavanderia.
    A mesa ficará nua por algumas horas, em homenagem a tudo que foi consumido.
    Já o café da tarde costuma surgir para visitas, no apogeu da comida de boteco dentro de casa. São mais saídas do que entradas, com a permissão de coxinhas e de empadas. O repertório se estende para os mais diversos salgados. A fritura não é barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos de improviso. Aproveita-se o óleo para os bolinhos de chuva. Um quitute puxa o outro, numa economia criativa.
    A decoração ultrapassa a natureza estática de frios. Existe fumaça, existe um transitar de panelas junto aos pratos. Dependendo do clima ameno, surgirá uma canjiquinha de milho. Ou um caldo de feijão.
    Ainda é café, por mais que pareça Kerb. Ainda é tardezinha, por mais que pareça noite. Trata-se de um tira-gosto farto e infinito. Sua missão é experimentar o que é servido. Talvez se converta em sobremesa o bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Talvez abra exceção para uma fatia de uma broa fumegante.
    Você vai degustando e criando uma corrente de curiosidade com os demais: “Não deixe de provar a goiabada” ou “dê uma colherada no arroz-doce”. Assim os incita à gula coletiva e perdoa os próprios excessos em nome de um momento imperdível, de uma iguaria sublime. Ninguém permanece de fora da tentação, da repetição, do “quero mais”.
    Mineiro guarda segredo porque todos pecam juntos.
    No fim do dia, é comum ainda se vangloriar da proeza aos amigos:
    — Hoje não almocei nem jantei!
    Nós sabemos o que de fato aconteceu. O olhar chega a estar gordo de petiscos.

CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
Qual é a ideia veiculada pelas orações em destaque em “Ainda é café, por mais que pareça Kerb. Ainda é tardezinha, por mais que pareça noite.”? 
Alternativas
Q3582669 Português
Não almocei nem jantei

O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar. É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar

Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024

    O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar.
    Não que esteja realizando uma dieta ou um regime. Não que esteja combatendo suas taxas de glicose e colesterol. Não que seja uma providência médica adotada a contragosto.
    É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar.
    Não espere a contenção de ânimo ou de despesas, de fome ou de tempo. Representa a exuberância de começar e terminar bem o dia: o amanhecer da esperança e o crepúsculo da verdade.
    Não há espumante que rivalize com a elegância do café passado no coador de pano. Não há prato quente que supere a rabanada.
    O café da manhã torna-se o banquete do lar, com degustação de embutidos. Jamais haverá um só tipo de queijo. Em toda família tradicional, pede-se no mínimo a exposição de três opções na tábua, com a faca visível.
    Os pães poderão queimar o céu da boca. Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
    Sucos e vitaminas compõem o cenário das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá para coroar a refeição. Na frigideira, começará a briga entre o time da omelete e o dos ovos mexidos.
    A toalha formará uma tapeçaria de farelos e de manchas coloridas de goiabada, coalhada e requeijão. Os comensais não terão como reutilizá-la, encaminhando-a ineditamente para a lavanderia.
    A mesa ficará nua por algumas horas, em homenagem a tudo que foi consumido.
    Já o café da tarde costuma surgir para visitas, no apogeu da comida de boteco dentro de casa. São mais saídas do que entradas, com a permissão de coxinhas e de empadas. O repertório se estende para os mais diversos salgados. A fritura não é barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos de improviso. Aproveita-se o óleo para os bolinhos de chuva. Um quitute puxa o outro, numa economia criativa.
    A decoração ultrapassa a natureza estática de frios. Existe fumaça, existe um transitar de panelas junto aos pratos. Dependendo do clima ameno, surgirá uma canjiquinha de milho. Ou um caldo de feijão.
    Ainda é café, por mais que pareça Kerb. Ainda é tardezinha, por mais que pareça noite. Trata-se de um tira-gosto farto e infinito. Sua missão é experimentar o que é servido. Talvez se converta em sobremesa o bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Talvez abra exceção para uma fatia de uma broa fumegante.
    Você vai degustando e criando uma corrente de curiosidade com os demais: “Não deixe de provar a goiabada” ou “dê uma colherada no arroz-doce”. Assim os incita à gula coletiva e perdoa os próprios excessos em nome de um momento imperdível, de uma iguaria sublime. Ninguém permanece de fora da tentação, da repetição, do “quero mais”.
    Mineiro guarda segredo porque todos pecam juntos.
    No fim do dia, é comum ainda se vangloriar da proeza aos amigos:
    — Hoje não almocei nem jantei!
    Nós sabemos o que de fato aconteceu. O olhar chega a estar gordo de petiscos.

CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
A vírgula presente no trecho “Assim os incita à gula coletiva e perdoa os próprios excessos em nome de um momento imperdível, de uma iguaria sublime.” foi empregada para:
Alternativas
Q3582668 Português
Não almocei nem jantei

O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar. É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar

Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024

    O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar.
    Não que esteja realizando uma dieta ou um regime. Não que esteja combatendo suas taxas de glicose e colesterol. Não que seja uma providência médica adotada a contragosto.
    É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar.
    Não espere a contenção de ânimo ou de despesas, de fome ou de tempo. Representa a exuberância de começar e terminar bem o dia: o amanhecer da esperança e o crepúsculo da verdade.
    Não há espumante que rivalize com a elegância do café passado no coador de pano. Não há prato quente que supere a rabanada.
    O café da manhã torna-se o banquete do lar, com degustação de embutidos. Jamais haverá um só tipo de queijo. Em toda família tradicional, pede-se no mínimo a exposição de três opções na tábua, com a faca visível.
    Os pães poderão queimar o céu da boca. Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
    Sucos e vitaminas compõem o cenário das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá para coroar a refeição. Na frigideira, começará a briga entre o time da omelete e o dos ovos mexidos.
    A toalha formará uma tapeçaria de farelos e de manchas coloridas de goiabada, coalhada e requeijão. Os comensais não terão como reutilizá-la, encaminhando-a ineditamente para a lavanderia.
    A mesa ficará nua por algumas horas, em homenagem a tudo que foi consumido.
    Já o café da tarde costuma surgir para visitas, no apogeu da comida de boteco dentro de casa. São mais saídas do que entradas, com a permissão de coxinhas e de empadas. O repertório se estende para os mais diversos salgados. A fritura não é barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos de improviso. Aproveita-se o óleo para os bolinhos de chuva. Um quitute puxa o outro, numa economia criativa.
    A decoração ultrapassa a natureza estática de frios. Existe fumaça, existe um transitar de panelas junto aos pratos. Dependendo do clima ameno, surgirá uma canjiquinha de milho. Ou um caldo de feijão.
    Ainda é café, por mais que pareça Kerb. Ainda é tardezinha, por mais que pareça noite. Trata-se de um tira-gosto farto e infinito. Sua missão é experimentar o que é servido. Talvez se converta em sobremesa o bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Talvez abra exceção para uma fatia de uma broa fumegante.
    Você vai degustando e criando uma corrente de curiosidade com os demais: “Não deixe de provar a goiabada” ou “dê uma colherada no arroz-doce”. Assim os incita à gula coletiva e perdoa os próprios excessos em nome de um momento imperdível, de uma iguaria sublime. Ninguém permanece de fora da tentação, da repetição, do “quero mais”.
    Mineiro guarda segredo porque todos pecam juntos.
    No fim do dia, é comum ainda se vangloriar da proeza aos amigos:
    — Hoje não almocei nem jantei!
    Nós sabemos o que de fato aconteceu. O olhar chega a estar gordo de petiscos.

CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
Qual dos verbos destacados nos trechos abaixo NÃO passa por alteração, caso a estrutura entre os colchetes seja flexionada no plural? 
Alternativas
Q3582667 Português
Não almocei nem jantei

O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar. É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar

Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024

    O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar.
    Não que esteja realizando uma dieta ou um regime. Não que esteja combatendo suas taxas de glicose e colesterol. Não que seja uma providência médica adotada a contragosto.
    É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar.
    Não espere a contenção de ânimo ou de despesas, de fome ou de tempo. Representa a exuberância de começar e terminar bem o dia: o amanhecer da esperança e o crepúsculo da verdade.
    Não há espumante que rivalize com a elegância do café passado no coador de pano. Não há prato quente que supere a rabanada.
    O café da manhã torna-se o banquete do lar, com degustação de embutidos. Jamais haverá um só tipo de queijo. Em toda família tradicional, pede-se no mínimo a exposição de três opções na tábua, com a faca visível.
    Os pães poderão queimar o céu da boca. Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
    Sucos e vitaminas compõem o cenário das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá para coroar a refeição. Na frigideira, começará a briga entre o time da omelete e o dos ovos mexidos.
    A toalha formará uma tapeçaria de farelos e de manchas coloridas de goiabada, coalhada e requeijão. Os comensais não terão como reutilizá-la, encaminhando-a ineditamente para a lavanderia.
    A mesa ficará nua por algumas horas, em homenagem a tudo que foi consumido.
    Já o café da tarde costuma surgir para visitas, no apogeu da comida de boteco dentro de casa. São mais saídas do que entradas, com a permissão de coxinhas e de empadas. O repertório se estende para os mais diversos salgados. A fritura não é barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos de improviso. Aproveita-se o óleo para os bolinhos de chuva. Um quitute puxa o outro, numa economia criativa.
    A decoração ultrapassa a natureza estática de frios. Existe fumaça, existe um transitar de panelas junto aos pratos. Dependendo do clima ameno, surgirá uma canjiquinha de milho. Ou um caldo de feijão.
    Ainda é café, por mais que pareça Kerb. Ainda é tardezinha, por mais que pareça noite. Trata-se de um tira-gosto farto e infinito. Sua missão é experimentar o que é servido. Talvez se converta em sobremesa o bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Talvez abra exceção para uma fatia de uma broa fumegante.
    Você vai degustando e criando uma corrente de curiosidade com os demais: “Não deixe de provar a goiabada” ou “dê uma colherada no arroz-doce”. Assim os incita à gula coletiva e perdoa os próprios excessos em nome de um momento imperdível, de uma iguaria sublime. Ninguém permanece de fora da tentação, da repetição, do “quero mais”.
    Mineiro guarda segredo porque todos pecam juntos.
    No fim do dia, é comum ainda se vangloriar da proeza aos amigos:
    — Hoje não almocei nem jantei!
    Nós sabemos o que de fato aconteceu. O olhar chega a estar gordo de petiscos.

CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
Em um dos excertos a seguir, é possível identificar a utilização de uma linguagem conotativa, segundo sua aplicação na crônica. Assinale a alternativa que corresponde a esse excerto. 
Alternativas
Q3582666 Português
Não almocei nem jantei

O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar. É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar

Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024

    O sonho do mineiro é não almoçar nem jantar.
    Não que esteja realizando uma dieta ou um regime. Não que esteja combatendo suas taxas de glicose e colesterol. Não que seja uma providência médica adotada a contragosto.
    É que ele sempre busca transformar o café da manhã em almoço e o café da tarde em jantar.
    Não espere a contenção de ânimo ou de despesas, de fome ou de tempo. Representa a exuberância de começar e terminar bem o dia: o amanhecer da esperança e o crepúsculo da verdade.
    Não há espumante que rivalize com a elegância do café passado no coador de pano. Não há prato quente que supere a rabanada.
    O café da manhã torna-se o banquete do lar, com degustação de embutidos. Jamais haverá um só tipo de queijo. Em toda família tradicional, pede-se no mínimo a exposição de três opções na tábua, com a faca visível.
    Os pães poderão queimar o céu da boca. Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
    Sucos e vitaminas compõem o cenário das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá para coroar a refeição. Na frigideira, começará a briga entre o time da omelete e o dos ovos mexidos.
    A toalha formará uma tapeçaria de farelos e de manchas coloridas de goiabada, coalhada e requeijão. Os comensais não terão como reutilizá-la, encaminhando-a ineditamente para a lavanderia.
    A mesa ficará nua por algumas horas, em homenagem a tudo que foi consumido.
    Já o café da tarde costuma surgir para visitas, no apogeu da comida de boteco dentro de casa. São mais saídas do que entradas, com a permissão de coxinhas e de empadas. O repertório se estende para os mais diversos salgados. A fritura não é barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos de improviso. Aproveita-se o óleo para os bolinhos de chuva. Um quitute puxa o outro, numa economia criativa.
    A decoração ultrapassa a natureza estática de frios. Existe fumaça, existe um transitar de panelas junto aos pratos. Dependendo do clima ameno, surgirá uma canjiquinha de milho. Ou um caldo de feijão.
    Ainda é café, por mais que pareça Kerb. Ainda é tardezinha, por mais que pareça noite. Trata-se de um tira-gosto farto e infinito. Sua missão é experimentar o que é servido. Talvez se converta em sobremesa o bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Talvez abra exceção para uma fatia de uma broa fumegante.
    Você vai degustando e criando uma corrente de curiosidade com os demais: “Não deixe de provar a goiabada” ou “dê uma colherada no arroz-doce”. Assim os incita à gula coletiva e perdoa os próprios excessos em nome de um momento imperdível, de uma iguaria sublime. Ninguém permanece de fora da tentação, da repetição, do “quero mais”.
    Mineiro guarda segredo porque todos pecam juntos.
    No fim do dia, é comum ainda se vangloriar da proeza aos amigos:
    — Hoje não almocei nem jantei!
    Nós sabemos o que de fato aconteceu. O olhar chega a estar gordo de petiscos.

CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
A partir da leitura da crônica apresentada, é possível afirmar que os cafés da manhã e da tarde, para o povo mineiro, são eventos: 
Alternativas
Q3550291 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica Municipal de Guarujá do Sul/SC são requisitos para a criação de um Distrito, julgue-os:

Excerto I.População, eleitorado e arrecadação não inferiores à terça parte exigida para a criação de Município.
Excerto II.Existência, na povoação-sede, de pelo menos, quarenta moradias, escola pública, posto de saúde e posto policial.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3550286 Farmácia
Assinale a alternativa CORRETA que é uma nova quinolona não fluorada que apresenta ação bactericida contra S. aureus e S. pyogene s, incluindo S. aureus resistente à meticilina.
Alternativas
Q3550285 Farmácia
O metronidazol e o tinidazol orais são rapidamente absorvidos e permeiam todos os tecidos por difusão simples. As concentrações intracelulares se aproximam das concentrações extracelulares com rapidez. É CORRETO afirmar que as concentrações plasmáticas máximas são atingidas em:
Alternativas
Q3550284 Farmácia
Com base na etiologia microbiológica, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um dos fármacos de primeira escolha para Neisseria meningitidis.
Alternativas
Q3550283 Farmácia
Com base nas propriedades farmacocinéticas de alguns benzodiazepínicos e hipnóticos mais recentes em seres humanos, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao fármaco que tem metabólitos ativos de menor importância.
Alternativas
Q3550282 Farmácia
Com base na absorção oral (biodisponibilidade) de vários fármacos em neonatos em comparação com crianças maiores e adultos, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao fármaco que a absorção oral é reduzida.
Alternativas
Q3550281 Farmácia
Com base nos fármacos para a prevenção da malária em viajantes, para outros fármacos que não a primaquina, deve-se iniciar a administração 1 a 2 semanas antes da partida (exceto para a doxiciclina e a atovaquona + proguanil com início 2 dias antes) e manter por_____após a saída da região endêmica (exceto atovaquona + proguanil, mantida por 1 semana).
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
Alternativas
Q3550280 Farmácia
Em relação a bacitracina e a gramicidina, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:

(__)A bacitracina é formulada como pomada isoladamente ou em associação à neomicina, à polimixina B, ou a ambas.

(__)O uso de gramicidina na região anterior das narinas pode reduzir temporariamente a colonização por estafilococos patogênicos.

(__)A bacitracina é mal absorvida pela pele e, desse modo, é raro haver efeitos tóxicos sistêmicos.

(__)A gramicidina está disponível apenas para uso tópico, em associação a outros antibióticos, como neomicina, polimixina e nistatina.

(__)Em concentrações terapêuticas, a incidência de sensibilização após a aplicação tópica de gramicidina é extremamente alta.


Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q3550279 Farmácia
Com base nas propriedades farmacocinéticas de alguns anti-inflamatórios não esteroides, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a meia-vida (h) da oxaprozina.
Alternativas
Q3550278 Farmácia
Com base nos fármacos frequentemente utilizados durante a lactação e possíveis efeitos sobre o lactente amamentado, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao efeitos sobre o lactente do fármaco cloranfenicol.
Alternativas
Q3550277 Farmácia
Assinale a alternativa CORRETA que é responsável pela redução do metabolismo de antidepressivos metabolizados pela enzima CYP2D6.
Alternativas
Respostas
8861: A
8862: D
8863: A
8864: B
8865: C
8866: B
8867: A
8868: D
8869: A
8870: C
8871: D
8872: A
8873: A
8874: D
8875: D
8876: B
8877: A
8878: C
8879: C
8880: B