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Q3694124 Farmácia
Uma paciente de 43 anos com diagnóstico de artrite reumatoide há 4 anos comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) e relata que faz uso regular de metotrexato 15 mg, ácido fólico 5 mg e, eventualmente, o ibuprofeno 400 mg para alívio da dor. Essa paciente relata que vem apresentando náuseas, aftas recorrentes e leve queda de cabelo.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- O uso do ácido fólico deve ocorrer um dia após o uso do metotrexato.
II- Os sintomas apresentados pela paciente são devido ao uso do ácido fólico que potencializa o efeito tóxico do metotrexato.
III- Os sintomas apresentados pela paciente são reações adversas ao uso do metotrexato.
IV- O uso exagerado de ibuprofeno não causa efeitos no trato gastrointestinal, pois ele inibe seletivamente a enzima COX-2.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694122 Farmácia
O texto a seguir serve de base para a questão.


Um paciente idoso comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para uma consulta de rotina. Relata ser hipertenso e diabético há mais de 10 anos, mantendo uso regular de três medicamentos: um diurético, um anti-hipertensivo e um para baixar a glicemia. Ao dirigir-se à farmácia da UBS para pegar os medicamentos e conversar com a farmacêutica, ele relata que apresenta fraqueza muscular, câimbras noturnas e episódios ocasionais de tontura ao se levantar.
A fraqueza muscular e as câimbras noturnas devem-se ao uso de um diurético espoliador de potássio (que provoca hipocalemia). Qual é esse diurético?
Alternativas
Q3694119 Farmácia
Ao chegar no laboratório de controle de qualidade microbiológico de uma Farmácia Universitária, o farmacêutico percebeu que os alunos estavam realizando uma análise de esterilidade em uma formulação líquida. Esta análise serve para garantir que o produto final esteja livre de qualquer tipo de microrganismo viável (fungos e bactérias).

Diante desse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3694117 Farmácia
Ao dar uma palestra na Unidade Básica de Saúde (UBS) para um grupo de idosos, a farmacêutica diz que há vários tipos de formas farmacêuticas e utilizou uma contendo o omeprazol como exemplo. Ela informou para os presentes que a desintegração da forma farmacêutica e a dissolução e absorção deste insumo farmacêutico ativo precisa ocorrer no intestino delgado para exercer a sua ação farmacológica, conforme o perfil de absorção mostrado no gráfico a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Esse perfil é típico de qual forma farmacêutica?
Alternativas
Q3694116 Farmácia
A classificação dos tensoativos os dividem em: aniônicos, catiônicos e não iônicos. Além dessas três classes, ainda podemos ter os tensoativos anfóteros e os zwiteriônicos. Dessa forma, ao formular um medicamento, o farmacêutico deve conhecer bem os tipos de tensoativos, pois, a depender da classificação, eles podem apresentar finalidades bem específicas.
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Os tensoativos anfóteros se comportam como aniônicos ou catiônicos, dependendo do pH do meio.

PORQUE

II- A alteração do pH afeta as propriedades dos tensoativos anfóteros. No ponto isoelétrico, as características físico-químicas são semelhantes àquelas dos tensoativos aniônicos, enquanto, abaixo e acima desse ponto, as respectivas propriedades catiônicas são gradualmente notadas.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694115 Farmácia
Durante o atendimento em uma farmácia comunitária, o farmacêutico responsável técnico orienta um estagiário sobre a manipulação de uma solução oral pediátrica. Ele explica que, ao finalizar todo o procedimento de produção, o estagiário poderia filtrar a preparação para retirar qualquer impureza ou material que não tenha sido totalmente dissolvido.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Para aumentar a velocidade de filtração, o farmacêutico recomendou ao estagiário que ele colocasse um espessante na formulação.
II- Para aumentar a velocidade de filtração, o farmacêutico recomendou ao estagiário que aumentasse a superfície de filtração.
III- Para aumentar a velocidade de filtração, o farmacêutico recomendou ao estagiário que ele fizesse uma filtração a vácuo.
IV- Para aumentar a velocidade de filtração, o farmacêutico recomendou ao estagiário que ele substituísse o filtro por outro mais espesso.

ÉCORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694113 Farmácia
A loção de Hess é indicada para acne e é aplicada sobre a pele na frequência de 1 ou 2 vezes ao dia. A sua fórmula é a seguinte:

Enxofre precipitado ............................................3%m/v
Óxido de zinco .....................................................5%m/v
Sulfato de zinco ...................................................3%m/v
Borato de sódio ....................................................5%m/v
Cânfora ..............................................................0,5%m/v
Álcool etílico ......................................................33%v/v
Acetona................................................................33%v/v
Água de rosas.......................qsp......................100 mL

Para manipular 60 mL dessa loção na farmácia, quanto de enxofre será pesado?
Alternativas
Q3694112 Farmácia
O Sr. Francisco de Assis da Silva chegou à Farmácia Comunitária do seu município para pegar um medicamento genérico contendo amoxicilina para o seu filho de 5 anos de idade.

Assinale a alternativa em que contém as apresentações que o farmacêutico pode dispensar para o filho do Sr. Francisco.
Alternativas
Q3693567 Raciocínio Lógico
Considerando o abecedário da língua portuguesa, determine a próxima letra da sequência e assinale a alternativa CORRETA cuja palavra inicia com a letra encontrada.

B, D, G, K, P, ___.



Alternativas
Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693562 Raciocínio Lógico
Os pais de Marília, a mais nova de dois irmãos, casaram-se em 1961, quando tinham uma diferença de idade de 23 anos. Sabe-se, ainda, que as informações a seguir também se referem a Marília: 

(i) nasceu em 1981, ano em que sua mãe completou 38 anos;
(ii) seu pai é mais velho que sua mãe;
(iii) seu irmão é 10 anos mais velho que ela.

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693559 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições:

R: Todo campeão olímpico é medalhista;
S: a + b = 4, tal que a = 1 e b = 2.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693103 Farmácia
Produto oleoso injetável, tensoativo na fórmula e ausência esperada de microrganismos. Identifique o procedimento mais indicado para ensaio de esterilidade com mínima interferência da matriz.
Alternativas
Q3693102 Administração Geral
Sobre a preparação e liberação de lotes, analise as afirmativas.
I – Antibióticos termolábeis podem ser adicionados antes da autoclavagem para garantir distribuição homogênea no lote.
II – Ajustar o pH após esterilização por adição direta de base ou ácido, sem nova esterilização ou filtração, é procedimento aceitável.
III – Aditivos sensíveis ao calor devem ser esterilizados por filtração e adicionados ao meio resfriado sob fluxo laminar.
IV – A liberação do lote inclui verificação de pH e teste de crescimento com cepas de referência em condições controladas.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3693101 Técnicas em Laboratório
Imunossuprimido, diarreia intermitente e parasitológicos negativos em sequência. Para Strongyloides stercoralis, selecione a estratégia que realmente aumenta a chance de detecção.
Alternativas
Q3693100 Farmácia
Triglicerídeos em 780 mg/dL colocam a rotina à prova. Em perfil lipídico de risco, identifique a melhor decisão para estimar aterogenicidade com utilidade clínica.
Alternativas
Respostas
5781: E
5782: B
5783: A
5784: C
5785: A
5786: D
5787: B
5788: E
5789: A
5790: E
5791: B
5792: E
5793: A
5794: E
5795: E
5796: B
5797: A
5798: C
5799: D
5800: B