Questões de Concurso Para farmacêutico

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Q3698681 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Acerca da classificação gramatical de palavras do texto, analise as assertivas:
I. Em “quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros”, a palavra “quiçá” é um advérbio.
II. Em “nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos”, o termo “que” atua como pronome relativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3698680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Considerando o trecho “Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas”, assinale a alternativa que classifica corretamente o tipo de sujeito da forma verbal “compramos”.
Alternativas
Q3698679 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
A autora recorre a imagens e construções simbólicas para representar o desamparo da consciência diante da insônia. Considerando o conjunto do texto, pode-se afirmar que o tom predominante da narrativa é de:
Alternativas
Q3698678 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
No texto, a autora descreve a experiência da vigília noturna como um mergulho no próprio caos interior. Nesse contexto, o estado de insônia é apresentado como:
Alternativas
Q3697563 Farmácia
De acordo com o Anexo I da RDC nº 67/2007 da ANVISA, que dispõe sobre as Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em Farmácias, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3697562 Farmácia
Uma farmácia preparou uma solução oral de maleato de enalapril e dispensou para um paciente idoso hipertenso do sexo masculino. Após 30 dias, o paciente volta à farmácia para reclamar que o medicamento não está fazendo efeito (sua pressão arterial média está 140 x 95 mm Hg) e relata que há, aproximadamente, 15 dias percebeu a formação de um precipitado no fundo do recipiente e a coloração do medicamento ficou mais escura.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Um ensaio de dissolução é necessário ser feito para verificar o porquê do enalapril está precipitando.
II- O efeito terapêutico do medicamento não se altera mesmo com a precipitação do fármaco.
III- Amudança da coloração pode ocorrer devido à exposição do medicamento à luz e ao calor.
IV- Aprecipitação pode ser causada por uma mudança no pH da formulação.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3697560 Farmácia
O texto a seguir serve de base para a questão.

Um paciente idoso comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para uma consulta de rotina. Relata ser hipertenso e diabético há mais de 10 anos, mantendo uso regular de três medicamentos: um diurético, um anti-hipertensivo e um para baixar a glicemia. Ao dirigir-se à farmácia da UBS para pegar os medicamentos e conversar com a farmacêutica, ele relata que apresenta fraqueza muscular, câimbras noturnas e episódios ocasionais de tontura ao se levantar.
O paciente apresenta um caso típico de diabetes tipo 2 e está tomando o medicamento antidiabético oral mais comum utilizado em monoterapia para o tratamento dessa doença. Marque a alternativa que traz CORRETAMENTE esse medicamento,
Alternativas
Q3697558 Farmácia
O farmacêutico, ao explicar o efeito de um medicamento a um paciente, aborda os parâmetros farmacocinéticos como ponto de partida para a sua explicação. Esses parâmetros, conhecidos como ADME, incluem a Absorção, Distribuição, Metabolismo e Excreção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) presente no medicamento. Apartir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- O estudo farmacocinético é importante para definir a dose e a via de administração a ser administrada aos pacientes.

PORQUE

II- O conhecimento dos parâmetros farmacocinéticos permite realizar ajustes na terapia do paciente baseado em alguma doença préexistente e nas características fisiológicas do paciente, como peso, porcentagem de gordura, altura e idade.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3697557 Farmácia
Ao se realizar o planejamento racional para a descoberta e desenvolvimento de um novo medicamento são exigidas competências de diferentes áreas do conhecimento. Após o desenvolvimento da formulação ideal, é necessário realizar estudos não clínicos e clínicos para garantir a segurança destes novos medicamentos.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Os estudos toxicológicos e de farmacocinética são considerados estudos não clínicos.
II- Os estudos não clínicos não podem acontecer em paralelo aos estudos clínicos em humanos.
III- Os estudos clínicos englobam testes de ensaio de eficácia e de genotoxicidade em camundongos.
IV- Os estudos não clínicos englobam estudos exploratórios [estudos in vitro (células, tecidos, enzimas) e estudos in vivo preliminares em animais] e regulados (toxicidade aguda, subcrônica e crônica; e genotoxicidade e mutagenicidade).

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3697555 Farmácia
Ao estudar as formas de quantificação de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA), a farmacêutica verificou que uma das técnicas mais utilizadas é a espectrofotometria ultravioleta/visível (UV-Vis). Para tanto, ela precisa entender bem a técnica e o funcionamento do equipamento para realizar uma análise mais exata e precisa. Apartir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A região do espectro correspondente à radiação visível é de aproximadamente 200 a 400 nm, e a região ultravioleta de aproximadamente 400 a 800 nm.
II- O espectrofotômetro UV-Vis de feixe simples possui dois compartimentos para amostra, um para o branco e o outro para a solução do IFA.
III- A presença de grupo cromóforo nos IFAé necessária para a sua quantificação.
IV- O espectro formado por espectrofotometria UV-Vis é capaz de quantificar e não de identificar com precisão o IFAque está sendo analisado.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3697554 Farmácia
Ao dar uma palestra na Unidade Básica de Saúde (UBS) para um grupo de idosos, a farmacêutica diz que há vários tipos de formas farmacêuticas e utilizou uma contendo o omeprazol como exemplo. Ela informou para os presentes que a desintegração da forma farmacêutica e a dissolução e absorção deste insumo farmacêutico ativo precisa ocorrer no intestino delgado para exercer a sua ação farmacológica, conforme o perfil de absorção mostrado no gráfico a seguir.

Captura_de tela 2025-10-30 124323.png (552×363)
Fonte: CPCON, 2025.

Esse perfil é típico de qual forma farmacêutica?
Alternativas
Q3697553 Farmácia
A classificação dos tensoativos os dividem em: aniônicos, catiônicos e não iônicos. Além dessas três classes, ainda podemos ter os tensoativos anfóteros e os zwiteriônicos. Dessa forma, ao formular um medicamento, o farmacêutico deve conhecer bem os tipos de tensoativos, pois, a depender da classificação, eles podem apresentar finalidades bem específicas.
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Os tensoativos anfóteros se comportam como aniônicos ou catiônicos, dependendo do pH do meio.

PORQUE

II- A alteração do pH afeta as propriedades dos tensoativos anfóteros. No ponto isoelétrico, as características físico-químicas são semelhantes àquelas dos tensoativos aniônicos, enquanto, abaixo e acima desse ponto, as respectivas propriedades catiônicas são gradualmente notadas.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3697551 Farmácia
Um paciente questiona o farmacêutico que, ao substituir o medicamento que ele toma há anos do fabricante 1 para o fabricante 2, mesmo apresentando o mesmo princípio ativo, mesma dosagem e mesma forma farmacêutica, o medicamento do fabricante 2 não apresentou a mesma eficácia do fabricante 1.
A partir desse contexto, analise as proposições a seguir que podem contribuir para que a situação descrita ocorra.

I- Os fabricantes utilizam um princípio ativo que apresenta formas polimórficas diferentes.
II- Os medicamentos deveriam apresentar o mesmo efeito, pois, mesmo utilizando princípios ativos com formas polimórficas diferentes, como apresentam a mesma dosagem e forma farmacêutica, o efeito tem que ser igual.
III- Os medicamentos em questão podem ser um de referência e um similar.
IV- Os medicamentos são de referência, pois apresentam o mesmo princípio ativo, mesma dosagem e mesma forma farmacêutica.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3697393 Português
Considerando as regras de emprego da crase e os casos em que sua utilização é obrigatória, assinale a alternativa em que o seu uso está correto.
Alternativas
Q3697385 Português
Considere o trecho a seguir:

"Clarice Lispector, grande escritora brasileira, revolucionou a literatura com sua linguagem introspectiva."

Com base na análise sintática do período e nos conceitos dos termos acessórios da oração, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3697383 Farmácia
A educação em saúde é uma ferramenta para a promoção do autocuidado e da adesão ao tratamento. Um farmacêutico orienta um paciente idoso sobre o uso de um novo dispositivo inalatório para o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Qual estratégia educativa é eficaz para garantir o uso correto do dispositivo?
Alternativas
Q3697382 Farmácia
A RDC nº 67/2007 da Anvisa estabelece requisitos para a manipulação de preparações estéreis. Qual é a Classificação de Área Limpa exigida para a manipulação de um medicamento oncológico (quimioterápico) injetável, visando a proteção do produto, do manipulador e do ambiente?
Alternativas
Q3697381 Farmácia
A Resolução CFF nº 586/2013 regulamenta a prescrição farmacêutica. Qual é o limite de atuação do farmacêutico nesta prática?
Alternativas
Q3697380 Farmácia
Um farmacêutico, no seguimento farmacoterapêutico de um paciente com diabetes tipo 2, suspeita de baixa adesão ao tratamento com metformina. Qual das seguintes abordagens é a adequada para avaliar e manejar a adesão ao tratamento deste paciente?
Alternativas
Q3697379 Farmácia
Os inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) são fármacos de primeira linha no tratamento da hipertensão arterial. Analise as afirmativas a seguir:

I.O mecanismo de ação dos IECAs consiste em inibir a conversão da angiotensina I em angiotensina II, um potente vasoconstritor, resultando em vasodilatação e redução da pressão arterial.

II.A tosse seca e persistente é uma reação adversa comum e característica desta classe, atribuída ao acúmulo de bradicinina nos pulmões, substância que não é degradada pela ECA.


III.Os IECAs são contraindicados durante a gestação, especialmente no segundo e terceiro trimestres, devido ao risco de causarem hipotensão, insuficiência renal e malformações fetais.



Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
5161: C
5162: A
5163: D
5164: B
5165: C
5166: D
5167: C
5168: B
5169: E
5170: A
5171: C
5172: A
5173: D
5174: C
5175: A
5176: D
5177: C
5178: B
5179: B
5180: B