Questões de Concurso
Para farmacêutico
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Acerca dos mecanismos de coesão e dos aspectos sintáticos, julgue o item a seguir.
No trecho “Dessa forma, espera‑se que o servidor do CRF‑DF seja capaz de interpretar textos oficiais, redigir documentos administrativos adequados ao contexto e reconhecer os efeitos de sentido produzidos por escolhas linguísticas, sintáticas e semânticas”, a forma verbal “espera‑se” está empregado na voz passiva sintética.
Acerca dos mecanismos de coesão e dos aspectos sintáticos, julgue o item a seguir.
O período “Textos mal redigidos, ambíguos ou em desacordo com a norma‑padrão podem gerar interpretações equivocadas” apresenta sujeito simples.
Acerca dos mecanismos de coesão e dos aspectos sintáticos, julgue o item a seguir.
O pronome “dela”, em “é por meio dela que se materializam decisões”, retoma o termo “linguagem escrita”.
Julgue o item seguinte, acerca do valor semântico de palavras e expressões no contexto do texto.
No trecho “Além disso”, o fragmento funciona como conector responsável pela progressão argumentativa do texto.
Julgue o item seguinte, acerca do valor semântico de palavras e expressões no contexto do texto.
Em “A clareza textual, a correção gramatical e a precisão vocabular são requisitos indispensáveis para a segurança jurídica e para a transparência administrativa”, a expressão “segurança jurídica”, extrapola o campo exclusivamente linguístico.
Julgue o item seguinte, acerca do valor semântico de palavras e expressões no contexto do texto.
No trecho “Nesse contexto, a linguagem escrita assume papel central, pois é por meio dela que se materializam decisões, orientações e informações de interesse público” o termo “materializam” é empregado no sentido conotativo.
Quanto aos sentidos explícitos e implícitos do texto, à finalidade comunicativa e à tipologia textual predominante, julgue o item a seguir.
O texto defende a ideia de que o domínio da língua portuguesa é apenas uma exigência formal no serviço público.
Em um plantão, registrou‑se o número de atendimentos realizados por cada funcionário de uma farmácia, segundo a tabela a seguir.

Com base nessa situação hipotética e nas informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
Em um plantão, registrou‑se o número de atendimentos realizados por cada funcionário de uma farmácia, segundo a tabela a seguir.

Com base nessa situação hipotética e nas informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
Em um plantão, registrou‑se o número de atendimentos realizados por cada funcionário de uma farmácia, segundo a tabela a seguir.

Com base nessa situação hipotética e nas informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
Faltam 9 dias para a estreia do 9º jogo da franquia de zumbis favorita de Gael. Para entrar no clima, ele decidiu fazer uma contagem regressiva: nos 8 dias anteriores ao lançamento, ele vai jogar um título por dia, escolhendo uma ordem para jogar os jogos de 1 a 8, sem repetição; no 9º dia, na estreia, ele jogará o jogo 9. Suponha‑se que Gael escolha ao acaso, com chances iguais, uma das ordens possíveis para os oito primeiros dias.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir
Faltam 9 dias para a estreia do 9º jogo da franquia de zumbis favorita de Gael. Para entrar no clima, ele decidiu fazer uma contagem regressiva: nos 8 dias anteriores ao lançamento, ele vai jogar um título por dia, escolhendo uma ordem para jogar os jogos de 1 a 8, sem repetição; no 9º dia, na estreia, ele jogará o jogo 9. Suponha‑se que Gael escolha ao acaso, com chances iguais, uma das ordens possíveis para os oito primeiros dias.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir
Faltam 9 dias para a estreia do 9º jogo da franquia de zumbis favorita de Gael. Para entrar no clima, ele decidiu fazer uma contagem regressiva: nos 8 dias anteriores ao lançamento, ele vai jogar um título por dia, escolhendo uma ordem para jogar os jogos de 1 a 8, sem repetição; no 9º dia, na estreia, ele jogará o jogo 9. Suponha‑se que Gael escolha ao acaso, com chances iguais, uma das ordens possíveis para os oito primeiros dias.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir
Faltam 9 dias para a estreia do 9º jogo da franquia de zumbis favorita de Gael. Para entrar no clima, ele decidiu fazer uma contagem regressiva: nos 8 dias anteriores ao lançamento, ele vai jogar um título por dia, escolhendo uma ordem para jogar os jogos de 1 a 8, sem repetição; no 9º dia, na estreia, ele jogará o jogo 9. Suponha‑se que Gael escolha ao acaso, com chances iguais, uma das ordens possíveis para os oito primeiros dias.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir
O conhecimento geral sobre medicamentos é
importante para a saúde pública, a prática clínica e a
promoção da segurança do paciente. Frequentemente
referido na literatura da área como alfabetização
medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento
transcende a simples identificação de nomes
farmacêuticos: envolve a capacidade de entender,
interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações
referentes a medicamentos em contextos reais de uso,
incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e
bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de
informação) e competências numéricas (para calcular
dosagens ou horários).
Evidências científicas mostram que baixos níveis de
literacia em medicamentos estão associados a resultados
de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que
grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos
ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com
pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a
apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de
eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,
como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns
em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos
se dão porque o entendimento inadequado do regime
medicamentoso compromete a capacidade de seguir
orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer
sinais de alerta de complicações.
Quando os pacientes compreendem por que um
medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os
possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia
e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões
de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar
práticas de risco, como automedicação ou descontinuação
irregular de tratamento.
A formação de médicos, farmacêuticos,
enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais,
competências relacionadas à adesão medicamentosa e
comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que
esses conhecimentos impactam diretamente a prática
clínica e a promoção do uso racional de medicamentos.
Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas
educativos nas unidades de saúde é uma estratégia
comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso
da população, proporcionando não apenas informações
precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas
também orientações relativas ao uso racional e à prevenção
de problemas como resistência antimicrobiana e interações
medicamentosas.
Em suma, o conhecimento sobre medicamentos
é um componente essencial da saúde contemporânea,
sustentado por evidências científicas que demonstram sua
relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança
terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão
de sua própria saúde.
Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).
No trecho “Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.”, mesmo com a supressão das vírgulas após “Em suma” e “contemporânea”, estariam preservadas a correção gramatical e a coerência textual.
O conhecimento geral sobre medicamentos é
importante para a saúde pública, a prática clínica e a
promoção da segurança do paciente. Frequentemente
referido na literatura da área como alfabetização
medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento
transcende a simples identificação de nomes
farmacêuticos: envolve a capacidade de entender,
interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações
referentes a medicamentos em contextos reais de uso,
incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e
bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de
informação) e competências numéricas (para calcular
dosagens ou horários).
Evidências científicas mostram que baixos níveis de
literacia em medicamentos estão associados a resultados
de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que
grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos
ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com
pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a
apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de
eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,
como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns
em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos
se dão porque o entendimento inadequado do regime
medicamentoso compromete a capacidade de seguir
orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer
sinais de alerta de complicações.
Quando os pacientes compreendem por que um
medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os
possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia
e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões
de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar
práticas de risco, como automedicação ou descontinuação
irregular de tratamento.
A formação de médicos, farmacêuticos,
enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais,
competências relacionadas à adesão medicamentosa e
comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que
esses conhecimentos impactam diretamente a prática
clínica e a promoção do uso racional de medicamentos.
Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas
educativos nas unidades de saúde é uma estratégia
comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso
da população, proporcionando não apenas informações
precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas
também orientações relativas ao uso racional e à prevenção
de problemas como resistência antimicrobiana e interações
medicamentosas.
Em suma, o conhecimento sobre medicamentos
é um componente essencial da saúde contemporânea,
sustentado por evidências científicas que demonstram sua
relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança
terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão
de sua própria saúde.
Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).
Sem prejuízo à correção gramatical do texto, o trecho “Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população” poderia ser reescrito, mantendo‑se a pontuação e o trecho original ao final, como Assim, incluir farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde constitui estratégia comprovada para aumentar o conhecimento da população sobre medicamentos.
O conhecimento geral sobre medicamentos é
importante para a saúde pública, a prática clínica e a
promoção da segurança do paciente. Frequentemente
referido na literatura da área como alfabetização
medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento
transcende a simples identificação de nomes
farmacêuticos: envolve a capacidade de entender,
interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações
referentes a medicamentos em contextos reais de uso,
incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e
bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de
informação) e competências numéricas (para calcular
dosagens ou horários).
Evidências científicas mostram que baixos níveis de
literacia em medicamentos estão associados a resultados
de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que
grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos
ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com
pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a
apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de
eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,
como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns
em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos
se dão porque o entendimento inadequado do regime
medicamentoso compromete a capacidade de seguir
orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer
sinais de alerta de complicações.
Quando os pacientes compreendem por que um
medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os
possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia
e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões
de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar
práticas de risco, como automedicação ou descontinuação
irregular de tratamento.
A formação de médicos, farmacêuticos,
enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais,
competências relacionadas à adesão medicamentosa e
comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que
esses conhecimentos impactam diretamente a prática
clínica e a promoção do uso racional de medicamentos.
Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas
educativos nas unidades de saúde é uma estratégia
comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso
da população, proporcionando não apenas informações
precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas
também orientações relativas ao uso racional e à prevenção
de problemas como resistência antimicrobiana e interações
medicamentosas.
Em suma, o conhecimento sobre medicamentos
é um componente essencial da saúde contemporânea,
sustentado por evidências científicas que demonstram sua
relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança
terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão
de sua própria saúde.
Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).
No trecho “Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.”, o acento grave indicativo de crase foi empregado em decorrência da junção da preposição “a” que segue a forma “relativas” com o artigo feminino definido “a” que antecede a palavra “prevenção”.