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I. Na primeira oração do primeiro período, o verbo é impessoal. II. O QUE, nas duas últimas ocorrências, inicia orações adjetivas. III. MESMO é um pronome substantivo possessivo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. “Porque aquela alegria toda se deve precisamente a ISTO” II. “Ele odiava ESSA posição porque era obrigado a fazer discursos” III. “ESSA ilusão continua a morar na cabeça dos pais”
Os pronomes destacados exercem, respectivamente, função:
A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.
I. O pronome ESTE tem valor catafórico. II. A partícula SE, na construção realizada, exerce a função de índice de indeterminação do sujeito. III. ENQUANTO atribui valor concessivo à oração a que pertence.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
A palavra em destaque nesse segmento poderia ser substituída, mantendo se o seu sentido original, por:
I. Toda sociedade brasileira ainda acredita que o diploma é garantia de emprego, felicidade e satisfação pessoal. II. É imprescindível, para os jovens, participar das celebrações que possuem sentido iniciáticos, aos moldes dos que ocorriam em sociedades primitivas. III. O narrador assume postura realista, quanto à oferta limitada de emprego para os que têm diploma . Está correto apenas o que se afirma em:
Os eventos classificados como macrocriminalidades distinguem-se da criminalidade comum (assaltos, roubos, furtos) por envolverem a incriminação de sujeitos que, antes, não estavam inseridos no sistema criminal — como, por exemplo, grandes empresários, políticos, funcionários públicos. Esses indivíduos, normalmente, não recebem quaisquer benefícios, sendo submetidos aos mesmos processos de sujeição criminal que os criminosos comuns.
Ao adotar a referida distinção entre os conflitos, os agentes dos sistemas de segurança pública e de justiça criminal afastam-se de um padrão de administração embasado nos princípios constitucionais de igualdade perante a lei e de acesso universal à justiça.
Como envolvem situações de convívio cotidiano entre pessoas conhecidas, que se veem, ocasionalmente, atraídas ao sistema criminal, os conflitos de proximidade não são tratados conforme a lógica da punição penal clássica.