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Para a realização de uma entrevista jornalística de qualidade, recomenda-se conversar primeiramente com o entrevistado a respeito do assunto que será abordado para que ele passe a se preparar e, na condução da entrevista em si, evitar o uso de perguntas que possam ter respostas binárias, como “sim” ou “não”.
O formato de texto jornalístico utilizado para descrever uma personalidade e sua história de vida, seja ela conhecida do público ou não, funcionando até mesmo como uma homenagem, recebe o nome de crônica.
É comum para a assessoria de imprensa exercer a função de ghostwriter para seu assessorado, como, por exemplo, na elaboração de artigos e editoriais, formatos que correspondem ao gênero opinativo dentro do jornalismo.
Nota, notícia, reportagem e entrevista são formatos jornalísticos que correspondem ao gênero informativo, produzidos a partir de técnicas que visam à objetividade e à imparcialidade.
Entre as etapas de planejamento de uma coletiva de imprensa, da organização à avaliação, estas tarefas devem ser realizadas na seguinte ordem: construção do mailing; convite; follow-up; e clipping.
Em uma situação de crise de imagem, a decisão por convocar uma coletiva de imprensa deve ser tomada pelo comitê gestor da crise, considerando que todas as informações sobre o episódio já foram levantadas, os entrevistados estão preparados e a coletiva é fundamental para o esclarecimento.
Um comunicado de pauta para a mídia eletrônica corresponde a um vídeo-release ou a um rádio-release, já editado em formato de reportagem e incluindo sonoras dos entrevistados (sugeridos pela assessoria de imprensa).
A “sala de imprensa”, espaço criado em sites de diferentes organizações, é voltada para a divulgação de releases e demais materiais de interesse, atraindo os jornalistas e dispensando outras estratégias para envio desses materiais
Recebe o nome de press release a pasta ou o envelope preparado pela assessoria de imprensa, a ser entregue a jornalistas, contendo dados, informações, pesquisas, estatísticas, pen drive ou CD, bloco de anotações, entre outros itens que se façam necessários para determinada divulgação.
No planejamento de uma coletiva de imprensa, deve-se estabelecer um tempo de duração, incluindo apresentação e espaço para perguntas e respostas, para que não seja cansativa para o entrevistado e seja satisfatória para os entrevistadores.
A opinião pública é definida como a opinião da maioria a respeito de um determinado assunto, portanto tal técnica, a partir de um tratamento estatístico, apresenta a opinião consensual daquele grupo.
Na área da comunicação, na busca por canais de interação com o público, a pesquisa junto à opinião pública tem caráter quantitativo e tratamento estatístico, ficando impossibilitada de uma análise qualitativa.
No campo da saúde pública, o uso pedagógico da comunicação deve servir para a melhoria da qualidade de vida da população, considerando o papel social da ciência na sociedade.
A comunicação científica é voltada aos pares, em um processo de divulgação que interessa às pessoas que trabalham e(ou) investigam, por não ser compreendida pelo público em geral.
De acordo com a atual legislação, os prazos de concessão, permissão e autorização serão de dez anos para serviços de rádio e de quinze anos para televisão, podendo ser renovados por períodos sucessivos e iguais, assim como definido pelo Código Brasileiro de Telecomunicações de 1962.
Compete ao Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional criado pela Lei n.º 8.389/1991, a outorga de concessão pública de radiodifusão, assim como a análise e definição pela não renovação de tais outorgas quando for o caso.
Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que propõe a flexibilização do horário da Voz do Brasil, alterando o Código Brasileiro de Telecomunicações de 1962, que obrigava a transmissão às dezenove horas.
O referido código orienta que os jornalistas não devem exercer funções em redação de veículo de comunicação e em assessoria de imprensa ao mesmo tempo, mesmo que em jornadas alternadas, dado o conflito de interesses.
É dever de todo jornalista ouvir o maior número de lados envolvidos antes da divulgação de um fato, exceto no exercício da assessoria de imprensa, dadas as especificidades da área.
As revogações da Lei de Imprensa e da exigência do diploma de jornalismo, ambas feitas pelo STF em 2009, foram justificadas por apresentar incompatibilidade com a atual ordem constitucional.