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Tirar marcação de leitura do WhatsApp pode
indicar traços de manipulação
Por Luciano Cazz
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Por Luciano Cazz
Tirar marcação de leitura do WhatsApp pode
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Por Luciano Cazz
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Por Luciano Cazz
Na editoração, a palavra ou sílaba que sobra sozinha na última linha de um parágrafo é chamada de “viúva” e pode ser caracterizada como um erro gráfico.
Como recurso de diagramação no jornalismo impresso, o intertítulo funciona para quebrar o texto em blocos chamados de retrancas, facilitando a leitura e retendo a atenção do leitor.
Ao enviar um produto gráfico para impressão, é necessário, antes, fazer a indicação da marca de corte, ou seja, a delimitação do número de cores que irá compor o layout, diferenciando texto e imagem.
No processo editorial, a etapa de preparação de originais entende que a estrutura e o conteúdo do texto já foram revisados, portanto esta etapa trata da arte final, cabendo a ela somente uma última revisão ortográfica.
O processo de editoração corresponde à adequação do texto jornalístico ao formato de apresentação, seja na plataforma impressa, seja na audiovisual ou multimídia, unindo os esforços de editores de arte e texto.
Se o objetivo é facilitar a compreensão do fato que está sendo noticiado, a edição do texto jornalístico deve dispensar o uso de recursos de infografia, uma vez que estes privilegiam números e dados, que são, naturalmente, de difícil entendimento do público não especializado.
Os valores-notícia podem ser agrupados em dois grandes grupos: os valores de construção (que operam no momento da pauta e da apuração) e os valores de seleção (que operam no momento da redação e da edição da notícia).
Entre os valores-notícia que tornam um fato científico noticiável em um veículo voltado para o público leigo, podem ser citados descobertas, invenções e progresso, enquanto itens que destacam o conhecimento humano.
Entre as chamadas teorias do emissor, nos estudos do jornalismo, o modelo do gatekeeper é apresentado como um filtro selecionador que opera no momento da revisão e da edição da notícia.
O valor-notícia corresponde ao elemento contido em um fato que dá a ele potencial de ser noticiado, enquanto critérios de noticiabilidade se referem a condições de produção da notícia, o que envolve as características do veículo de comunicação.
No exercício laboratorial de media training, simulam-se perguntas, como poderiam ser feitas por jornalistas em uma entrevista, e recomenda-se a utilização de um briefing para preparar a fonte com subsídios para respondê-las.
Os houseorgans são ferramentas de comunicação voltadas para o público interno de uma organização e, mesmo após a Internet, sua produção dá-se apenas em duas modalidades: como um jornal/revista impresso ou para publicação em mural.
A redação do release, por se tratar de uma divulgação por parte da fonte, e não de uma reportagem jornalística, dispensa o uso de lead e da técnica da pirâmide invertida.
O título da notícia não atende os quesitos para se caracterizar como um texto informativo, uma vez que trata de um fato no futuro.
No sub-lead do texto, encontra-se uma complementação do lead, com destaque para a motivação da análise do CNJ acerca das uniões poliafetivas.
Observa-se no texto a utilização de um lead clássico que, na apresentação do fato ao leitor, privilegiou as informações “quem”, “quando” e “o que”.