Questões de Concurso Para técnico em eletrotécnica

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Q1083839 Português

Considerações sobre a loucura

Ferreira Gullar


    Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

    Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

    Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

    Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

    Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

  Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

   Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

   Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

   No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

   É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

    Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.

    Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

    Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

    Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.


(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/1741258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

“...por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.” O sinônimo mais adequado para substituir o verbo destacado é
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Q1083838 Português

Considerações sobre a loucura

Ferreira Gullar


    Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

    Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

    Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

    Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

    Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

  Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

   Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

   Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

   No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

   É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

    Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.

    Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

    Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

    Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.


(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/1741258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

No trecho “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.”, a expressão destacada, no contexto em que está inserida, remete à figura de linguagem
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Q1083837 Português

Considerações sobre a loucura

Ferreira Gullar


    Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

    Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

    Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

    Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

    Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

  Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

   Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

   Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

   No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

   É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

    Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.

    Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

    Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

    Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.


(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/1741258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

O texto é, essencialmente,
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Q824646 Eletrotécnica

O valor correto da grandeza faltante na figura abaixo é:


Imagem associada para resolução da questão

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Q823525 Eletricidade

Para o circuito abaixo, onde Vfonte = 240 V eficaz, 60 Hz, R= 30Ω, XL= 8Ω e XC = 16Ω.

Imagem associada para resolução da questão

O valor em módulo da corrente i, fornecida pela fonte ao circuito, é igual a: 

Alternativas
Q823524 Eletricidade

Uma fonte trifásica equilibrada, sequência positiva, alimenta uma carga trifásica desequilibrada. Colocou-se um amperímetro para medir a corrente que circula pelo neutro, conforme a figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questãoDados:

VAN= 220∠0 0

ZA= 11 Ω

ZB= +j22 Ω

ZC= - j22 Ω 



O valor da leitura do amperímetro é de, aproximadamente: 

Alternativas
Q823523 Eletricidade

Uma carga trifásica equilibrada é alimentada por uma fonte simétrica, com Van=220V eficaz. Aconteceu uma falha e o condutor da fase C foi rompido, como mostra a figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


O valor da tensão de deslocamento de neutro VNN’ é igual a: 

Alternativas
Q823522 Eletricidade

Considere o sistema trifásico a quatro fios, com fonte trifásica simétrica e carga trifásica desequilibrada, mostrado na figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


Sobre o sistema, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q823521 Eletricidade

Sobre as máquinas de corrente contínua, analise as proposições abaixo.

1) Devido à interação entre o enrolamento de armadura e de campo, surge o efeito de reação de armadura, que ajuda a distribuir melhor o fluxo no polo, tendo um efeito benéfico e fortalecendo o fluxo.

2) Os geradores CC contêm tensões e correntes alternadas em seu interior, mas têm uma saída CC devido à ação do comutador, mecanismo que converte as tensões CA internas em tensões CC.

3) Os enrolamentos de armadura são definidos como os enrolamentos nos quais a tensão é induzida; os enrolamentos de campo são definidos como os enrolamentos que produzem o fluxo magnético principal da máquina.

4) Devido à presença do comutador, as máquinas CC possuem uma manutenção mais barata em relação aos motores que não têm este componente.


Está(ão) correta(s), apenas:

Alternativas
Q823520 Eletricidade

O diagrama fasorial de uma máquina síncrona é mostrado na figura abaixo. A resistência de armadura foi desconsiderada.

Imagem associada para resolução da questãoOnde:

Ia : Corrente de armadura

V : Tensão Terminal

jXIa : queda de tensão na reatância síncrona.

Eaf : Tensão de armadura 




Sobre o diagrama, analise as afirmações a seguir.

1) A máquina em questão trata-se de um motor síncrono sobre-excitado.

2) A máquina em questão trata-se de um gerador síncrono sobre-excitado.

3) O cosseno do ângulo δ é conhecido fator de potência.

4) Devido à sobre-excitação da máquina, a mesma está girando acima da velocidade síncrona.


Está(ão) correta(s), apenas: 

Alternativas
Q823519 Eletricidade

Para medir um sinal de tensão com o auxílio do osciloscópio, um técnico conectou o sinal ao Canal 1. A configuração feita pelo técnico e a tela do osciloscópio são mostradas na figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


Com base nos dados da figura, o valor eficaz e o valor da frequência do sinal são, respectivamente: 

Alternativas
Q823518 Eletricidade

O enunciado a seguir deve ser considerado para a questão.

Um transformador de 15kVA alimenta uma instalação elétrica com carga instalada de 8kW com fator de potência 0,8 indutivo. Acrescenta-se, então, uma carga de 5kVA com fator de potência 0,7 indutivo.


Após a correção do fator de potência, o transformador estará fornecendo uma potência aparente, aproximadamente, de: 

Alternativas
Q823517 Eletricidade

O enunciado a seguir deve ser considerado para a questão.

Um transformador de 15kVA alimenta uma instalação elétrica com carga instalada de 8kW com fator de potência 0,8 indutivo. Acrescenta-se, então, uma carga de 5kVA com fator de potência 0,7 indutivo.


Para corrigir o fator de potência da instalação para 0,95 indutivo, é necessário instalar capacitores com potência reativa, aproximadamente, de: 

Alternativas
Q823516 Eletricidade

A tensão no ponto A (em volts) e a potência dissipada (em watts) no resistor de 5Ω valem, respectivamente:

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q823515 Eletricidade

A admitância equivalente do circuito em série abaixo é de, aproximadamente:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q823514 Eletricidade

A tensão aplicada a um circuito paralelo de dois ramos é v=100 sen (ωt – 90º). O Diagrama dos fasores das correntes eficazes está representado ao lado. A impedância equivalente do circuito, em ohms, será de, aproximadamente:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q823513 Eletricidade
Duas impedâncias Z1 e Z2 são ligadas em série. As quedas de tensão são, respectivamente, v1=60.√2.sen (ωt + 53,13º) e v2=20. √2.sen (ωt +36,87º). Sabendo-se que a impedância equivalente do circuito é de 25∠60º (ohms), a potência aparente em VA será, aproximadamente, de:
Alternativas
Q823512 Engenharia Elétrica
Em um quadro de distribuição, deseja-se substituir os barramentos de alumínio de 16 mm2 por barramentos de cobre. A substituição pretendida foi proposta devido ao aumento de 60% na corrente nominal. A condutividade do cobre é de 6,0 x 107 e a resistividade do alumínio é de 2,65 x 10–8 (unidades do SI). A seção mínima do barramento de cobre deverá ser de:
Alternativas
Q823511 Eletricidade

Dados:

Imagem associada para resolução da questão


O indutor variável deve ser ajustado para que o circuito acima (RLC série) entre em ressonância. Dados: R=40,8Ω / C=8,83µF / Vfonte=70,7 sen (476t+30º)


Assinale a alternativa que corresponde, aproximadamente, ao valor do ajuste em mH. 

Alternativas
Q823510 Eletricidade
A instalação elétrica de um estabelecimento foi concluída, não tem nenhuma carga inserida e está com seu circuito alimentador energizado. Para testar os circuitos através do quadro de distribuição, o procedimento preventivo contra a ocorrência de curto-circuito e danos é:
Alternativas
Respostas
1501: B
1502: C
1503: D
1504: A
1505: B
1506: A
1507: E
1508: E
1509: C
1510: A
1511: D
1512: E
1513: A
1514: B
1515: D
1516: C
1517: B
1518: D
1519: C
1520: D