Foram encontradas 2.433 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4046372 Português
Agora todo mundo tem opinião


       Meu amigo Adamastor, o gigante, me apareceu hoje de manhã, muito cedo, aqui na biblioteca, e disse que vinha a fim de um cafezinho. Mentira, eu sei. Quando ele vem tomar um cafezinho é porque está com alguma ideia borbulhando em sua mente.

       E estava. Depois do primeiro gole e antes do segundo, café muito quente, ele afirmou que concorda plenamente com a democratização da informação. Agora, com o advento da internet, qualquer pessoa, democraticamente, pode externar aquilo que pensa.

      Balancei a cabeça, na demonstração de uma quase divergência, e seu espanto também me espantou. Como assim, ele perguntou, está renegando a democracia? Pedi com modos a meu amigo que não embaralhasse as coisas. Democracia não é um termo divinatório, que se aplique sempre, em qualquer situação.

        Ele tomou o segundo gole com certa avidez e queimou a língua.

    Bem, voltando ao assunto, nada contra a democratização dos meios para que se divulguem as opiniões, as mais diversas, mais esdrúxulas, mais inovadoras, e tudo o mais. É um direito que toda pessoa tem: emitir opinião.

      O que o Adamastor não sabia é que uns dias atrás andei consultando uns filósofos, alguns antigos, outros modernos, desses que tratam de um palavrão que sobrevive até os dias atuais: gnoseologia. Isso aí, para dizer teoria do conhecimento.

       Sim, e daí?, ele insistiu.

      O mal que vejo, continuei, não está na enxurrada de opiniões as mais isso ou aquilo na internet, e principalmente com a chegada do Facebook. Isso sem contar a imensa quantidade de textos apócrifos, muitas vezes até opostos ao pensamento do presumido autor, falsamente presumido. A graça está no fato de que todos, agora, têm opinião sobre tudo.

      — Mas isso não é bom?

       O gigante, depois da maldição de Netuno, tornou‐se um ser impaciente.

      O fato, em si, não tem importância alguma. O problema é que muita gente lê a enxurrada de bobagens que aparecem na internet não como opinião, mas como conhecimento. O Platão, por exemplo, afirmava que opinião (doxa) era o falso conhecimento. O conhecimento verdadeiro (episteme) depende de estudo profundo, comprovação metódica, teste de validade. Essas coisas de que se vale em geral a ciência.

    O mal que há nessa “democratização” dos veículos é que se formam crenças sem fundamento, mudam‐se as opiniões das pessoas, afirmam‐se absurdos em que muita pessoa ingênua acaba acreditando. Sim, porque estudar, comprovar metodicamente, testar a validade, tudo isso dá muito trabalho.

    O Adamastor não estava muito convencido da justeza dos meus argumentos, mas o café tinha terminado e ele se despediu.

(BRAFF, Menalton. Agora todo mundo tem opinião. Carta Capital, 2015.
Adaptado.)

O excerto “Quando ele vem tomar um cafezinho é porque está com alguma ideia borbulhando em sua mente.” (1º§) é constituído de orações interligadas por conectores que expressam determinadas relações de sentido. De forma sequencial, apresentam‐se: 
Alternativas
Q4046371 Português
Agora todo mundo tem opinião


       Meu amigo Adamastor, o gigante, me apareceu hoje de manhã, muito cedo, aqui na biblioteca, e disse que vinha a fim de um cafezinho. Mentira, eu sei. Quando ele vem tomar um cafezinho é porque está com alguma ideia borbulhando em sua mente.

       E estava. Depois do primeiro gole e antes do segundo, café muito quente, ele afirmou que concorda plenamente com a democratização da informação. Agora, com o advento da internet, qualquer pessoa, democraticamente, pode externar aquilo que pensa.

      Balancei a cabeça, na demonstração de uma quase divergência, e seu espanto também me espantou. Como assim, ele perguntou, está renegando a democracia? Pedi com modos a meu amigo que não embaralhasse as coisas. Democracia não é um termo divinatório, que se aplique sempre, em qualquer situação.

        Ele tomou o segundo gole com certa avidez e queimou a língua.

    Bem, voltando ao assunto, nada contra a democratização dos meios para que se divulguem as opiniões, as mais diversas, mais esdrúxulas, mais inovadoras, e tudo o mais. É um direito que toda pessoa tem: emitir opinião.

      O que o Adamastor não sabia é que uns dias atrás andei consultando uns filósofos, alguns antigos, outros modernos, desses que tratam de um palavrão que sobrevive até os dias atuais: gnoseologia. Isso aí, para dizer teoria do conhecimento.

       Sim, e daí?, ele insistiu.

      O mal que vejo, continuei, não está na enxurrada de opiniões as mais isso ou aquilo na internet, e principalmente com a chegada do Facebook. Isso sem contar a imensa quantidade de textos apócrifos, muitas vezes até opostos ao pensamento do presumido autor, falsamente presumido. A graça está no fato de que todos, agora, têm opinião sobre tudo.

      — Mas isso não é bom?

       O gigante, depois da maldição de Netuno, tornou‐se um ser impaciente.

      O fato, em si, não tem importância alguma. O problema é que muita gente lê a enxurrada de bobagens que aparecem na internet não como opinião, mas como conhecimento. O Platão, por exemplo, afirmava que opinião (doxa) era o falso conhecimento. O conhecimento verdadeiro (episteme) depende de estudo profundo, comprovação metódica, teste de validade. Essas coisas de que se vale em geral a ciência.

    O mal que há nessa “democratização” dos veículos é que se formam crenças sem fundamento, mudam‐se as opiniões das pessoas, afirmam‐se absurdos em que muita pessoa ingênua acaba acreditando. Sim, porque estudar, comprovar metodicamente, testar a validade, tudo isso dá muito trabalho.

    O Adamastor não estava muito convencido da justeza dos meus argumentos, mas o café tinha terminado e ele se despediu.

(BRAFF, Menalton. Agora todo mundo tem opinião. Carta Capital, 2015.
Adaptado.)

Sobre a existência de uma relação de sinonímia entre a palavra destacada e o vocábulo entre parênteses, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas. 

( ) “Ele tomou o segundo gole com certa avidez e queimou a língua.” (4º§) – voracidade
( ) “Isso sem contar a imensa quantidade de textos apócrifos, (...)” (8º§) – duvidosos
( ) “O Adamastor não estava muito convencido da justeza dos meus argumentos, mas o café tinha terminado e ele se despediu.” (13º§) – exatidão

A sequência está correta em
Alternativas
Q4046370 Português
Agora todo mundo tem opinião


       Meu amigo Adamastor, o gigante, me apareceu hoje de manhã, muito cedo, aqui na biblioteca, e disse que vinha a fim de um cafezinho. Mentira, eu sei. Quando ele vem tomar um cafezinho é porque está com alguma ideia borbulhando em sua mente.

       E estava. Depois do primeiro gole e antes do segundo, café muito quente, ele afirmou que concorda plenamente com a democratização da informação. Agora, com o advento da internet, qualquer pessoa, democraticamente, pode externar aquilo que pensa.

      Balancei a cabeça, na demonstração de uma quase divergência, e seu espanto também me espantou. Como assim, ele perguntou, está renegando a democracia? Pedi com modos a meu amigo que não embaralhasse as coisas. Democracia não é um termo divinatório, que se aplique sempre, em qualquer situação.

        Ele tomou o segundo gole com certa avidez e queimou a língua.

    Bem, voltando ao assunto, nada contra a democratização dos meios para que se divulguem as opiniões, as mais diversas, mais esdrúxulas, mais inovadoras, e tudo o mais. É um direito que toda pessoa tem: emitir opinião.

      O que o Adamastor não sabia é que uns dias atrás andei consultando uns filósofos, alguns antigos, outros modernos, desses que tratam de um palavrão que sobrevive até os dias atuais: gnoseologia. Isso aí, para dizer teoria do conhecimento.

       Sim, e daí?, ele insistiu.

      O mal que vejo, continuei, não está na enxurrada de opiniões as mais isso ou aquilo na internet, e principalmente com a chegada do Facebook. Isso sem contar a imensa quantidade de textos apócrifos, muitas vezes até opostos ao pensamento do presumido autor, falsamente presumido. A graça está no fato de que todos, agora, têm opinião sobre tudo.

      — Mas isso não é bom?

       O gigante, depois da maldição de Netuno, tornou‐se um ser impaciente.

      O fato, em si, não tem importância alguma. O problema é que muita gente lê a enxurrada de bobagens que aparecem na internet não como opinião, mas como conhecimento. O Platão, por exemplo, afirmava que opinião (doxa) era o falso conhecimento. O conhecimento verdadeiro (episteme) depende de estudo profundo, comprovação metódica, teste de validade. Essas coisas de que se vale em geral a ciência.

    O mal que há nessa “democratização” dos veículos é que se formam crenças sem fundamento, mudam‐se as opiniões das pessoas, afirmam‐se absurdos em que muita pessoa ingênua acaba acreditando. Sim, porque estudar, comprovar metodicamente, testar a validade, tudo isso dá muito trabalho.

    O Adamastor não estava muito convencido da justeza dos meus argumentos, mas o café tinha terminado e ele se despediu.

(BRAFF, Menalton. Agora todo mundo tem opinião. Carta Capital, 2015.
Adaptado.)

O diálogo, a fala interativa entre os dois personagens do texto, tem como propósito textual:
Alternativas
Q4046369 Português
Agora todo mundo tem opinião


       Meu amigo Adamastor, o gigante, me apareceu hoje de manhã, muito cedo, aqui na biblioteca, e disse que vinha a fim de um cafezinho. Mentira, eu sei. Quando ele vem tomar um cafezinho é porque está com alguma ideia borbulhando em sua mente.

       E estava. Depois do primeiro gole e antes do segundo, café muito quente, ele afirmou que concorda plenamente com a democratização da informação. Agora, com o advento da internet, qualquer pessoa, democraticamente, pode externar aquilo que pensa.

      Balancei a cabeça, na demonstração de uma quase divergência, e seu espanto também me espantou. Como assim, ele perguntou, está renegando a democracia? Pedi com modos a meu amigo que não embaralhasse as coisas. Democracia não é um termo divinatório, que se aplique sempre, em qualquer situação.

        Ele tomou o segundo gole com certa avidez e queimou a língua.

    Bem, voltando ao assunto, nada contra a democratização dos meios para que se divulguem as opiniões, as mais diversas, mais esdrúxulas, mais inovadoras, e tudo o mais. É um direito que toda pessoa tem: emitir opinião.

      O que o Adamastor não sabia é que uns dias atrás andei consultando uns filósofos, alguns antigos, outros modernos, desses que tratam de um palavrão que sobrevive até os dias atuais: gnoseologia. Isso aí, para dizer teoria do conhecimento.

       Sim, e daí?, ele insistiu.

      O mal que vejo, continuei, não está na enxurrada de opiniões as mais isso ou aquilo na internet, e principalmente com a chegada do Facebook. Isso sem contar a imensa quantidade de textos apócrifos, muitas vezes até opostos ao pensamento do presumido autor, falsamente presumido. A graça está no fato de que todos, agora, têm opinião sobre tudo.

      — Mas isso não é bom?

       O gigante, depois da maldição de Netuno, tornou‐se um ser impaciente.

      O fato, em si, não tem importância alguma. O problema é que muita gente lê a enxurrada de bobagens que aparecem na internet não como opinião, mas como conhecimento. O Platão, por exemplo, afirmava que opinião (doxa) era o falso conhecimento. O conhecimento verdadeiro (episteme) depende de estudo profundo, comprovação metódica, teste de validade. Essas coisas de que se vale em geral a ciência.

    O mal que há nessa “democratização” dos veículos é que se formam crenças sem fundamento, mudam‐se as opiniões das pessoas, afirmam‐se absurdos em que muita pessoa ingênua acaba acreditando. Sim, porque estudar, comprovar metodicamente, testar a validade, tudo isso dá muito trabalho.

    O Adamastor não estava muito convencido da justeza dos meus argumentos, mas o café tinha terminado e ele se despediu.

(BRAFF, Menalton. Agora todo mundo tem opinião. Carta Capital, 2015.
Adaptado.)

A narração é um texto dinâmico, que contém vários fatores de dependência que são extremamente importantes para a boa estruturação textual. Dessa forma, é possível inferir que o ponto central do texto é:
Alternativas
Q1919413 Engenharia Eletrônica
Um técnico, montando uma experiência em laboratório, utilizou um sistema elétrico linear de 2ª ordem, em Malha Aberta. Esse sistema possui dois polos reais: um igual a 0 (zero) e o outro igual a -10.
O técnico fechou a malha, aplicando uma realimentação negativa do sinal de saída. Ele foi variando o ganho do sinal realimentado até que os dois polos do sistema em Malha Fechada se deslocaram e chegaram a valores reais e iguais.
Com esse procedimento, o técnico conseguiu fazer com que a Razão de Amortecimento do sistema em Malha Fechada ficasse igual a
Alternativas
Q1919412 Eletrotécnica
O desenvolvimento da eletrônica de potência tem intensificado o uso de dispositivos eletrônicos para partida de motores de indução como, por exemplo, as “soft-starters”. Um dos parâmetros a serem configurados nesse equipamento é a tensão de partida VP, também chamada de tensão de pedestal.
Considere que uma soft-starter, ajustada com um valor demasiadamente elevado de VP, fará a partida de um motor de indução com carga mecânica acoplada a seu eixo.
Nessas condições, durante o acionamento do motor, poderá ocorrer
Alternativas
Q1919411 Eletrotécnica
Imagem associada para resolução da questão


A Figura acima mostra os terminais de um motor de indução trifásico, cujas bobinas têm tensão nominal igual a 120 V. Sabe-se, ainda, que as linhas tracejadas correspondem às ligações entre os terminais do motor e que as bobinas estão submetidas à sua tensão nominal nessa ligação.
A tensão de alimentação do motor, em volts, é
Alternativas
Q1919410 Eletrotécnica
Os disjuntores termomagnéticos são dispositivos amplamente utilizados na proteção de circuitos elétricos em baixa tensão. A esse respeito, considere a curva típica de atuação desses dispositivos, apresentada na Figura abaixo:
Imagem associada para resolução da questão

O exame da curva mencionada permite afirmar que, na zona de atuação
Alternativas
Q1919409 Eletrotécnica
Um motor trifásico de potência de 20 HP e tensão de alimentação de 440 V é acionado por meio de partida direta, utilizando-se um contator de potência. Considere que o contator conduzirá 100% da corrente do motor e que se deve ainda atribuir a ele um fator de segurança de 15%.
Qual o valor, em ampère, da corrente nominal do contator?
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1919408 Eletrotécnica

Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão



Considere que deva ser feito um diagrama unifilar na rede de eletrodutos de uma instalação elétrica. A Figura acima mostra a rede com os componentes e os possíveis condutores a serem utilizados no diagrama. A instalação deve conter três circuitos que devem ser identificados no grupamento dos condutores. O circuito 1 é o de iluminação; o 2 é o circuito bifásico da tomada baixa; o 3 é o circuito monofásico da tomada alta.


Que diagrama representa o projeto que realiza a distribuição correta dos condutores nos eletrodutos da instalação?

Alternativas
Q1919407 Eletrotécnica

Imagem associada para resolução da questão


Qual o valor eficaz, em Volts, do sinal de tensão periódico v(t) apresentado na Figura?

Alternativas
Q1919406 Eletrotécnica
Em um laboratório existe uma carga especial de 150 kVA que precisa ser alimentada com tensão nominal por um circuito monofásico isolado da fonte de alimentação. A isolação será realizada através do uso de transformadores monofásicos disponíveis no laboratório, sendo dois transformadores de 100 kVA, um com polaridade aditiva e outro com polaridade subtrativa. Considere que os transformadores não possuem perdas, que não podem trabalhar em sobrecarga e que possuem relação de transformação unitária. Considere, também, que a fonte possui valor de tensão de alimentação igual à tensão nominal da carga.
Qual deve ser a ligação do circuito para atender às especificações de alimentação da carga?
Alternativas
Q1919405 Engenharia Eletrônica
O método das malhas é uma importante ferramenta para análise de circuitos. A Figura a seguir reflete um circuito no qual, para se obterem as correntes e tensões em cada um dos resistores, utilizou-se o método das malhas. Seguindo a orientação do método, foram arbitradas correntes de malha denominadas Ia e Ib, representadas na Figura. Os valores calculados para as correntes de malha são Ia = 3 A e Ib = −1A.
Imagem associada para resolução da questão


Se o resistor R5 vale 2 Ω , a potência, em watts, dissipada no resistor R5 será, aproximadamente,
Alternativas
Q1919404 Eletrotécnica
A Figura a seguir representa um circuito que permite a carga e a descarga de um capacitor. O capacitor encontra-se inicialmente descarregado. No instante t = 0s, a chave muda para a posição 1. Após o tempo necessário para o circuito atingir o regime permanente, a chave é deslocada para a posição 2. 
Imagem associada para resolução da questão

Qual será a constante de tempo durante o processo de descarga do capacitor, em segundos?
Alternativas
Q1919400 Eletricidade
Os transformadores para instrumentos, que têm o objetivo de reduzir as correntes que circulam no seu primário, fornecendo, assim, no secundário, correntes reduzidas que alimentam instrumentos de medidas, medidores de energia, dispositivos de proteção e controle com correntes compatíveis a esses equipamentos são denominados transformadores de
Alternativas
Q1919398 Eletrotécnica
Um sistema de alimentação fornece energia a um equipamento de 100 kVA e fator de potência igual a 0,8 indutivo.
Para que esse equipamento opere com um fator de potência igual a 0,867, a potência reativa do banco de capacitores, em kvar, é, aproximadamente:
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1916793 Eletricidade

Considere um sistema elétrico composto por uma carga trifásica, alimentada por uma fonte trifásica ideal, nas seguintes condições:


• Tensão de linha da fonte: 200V;

• Característica da carga: impedância constante, conectada em Δ;

• Impedância da carga: 32+j24 Ω


Nessas condições, a potência dissipada pela carga, em W, é

Alternativas
Q1916792 Eletricidade
Considere o circuito RLC da Figura abaixo, o qual é alimentado por uma fonte senoidal VF.
Imagem associada para resolução da questão
Esse circuito foi implementado e testado numa bancada, de forma que os registros temporais das tensões VF, VR e VX são mostrados na Figura abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
Nessas condições, com referência à relação entre os valores de R, XL e XC, tem-se que
Alternativas
Q1916791 Eletricidade

A unidade da diferença de potencial elétrico, em termos de unidades de base do Sistema Internacional de Unidades, é expressa por:

kg.m2.s-3.A-1


A unidade da Condutância, quando escrita em termos de unidades de base do Sistema Internacional de Unidades, é

Alternativas
Q1916789 Eletricidade
O elemento de um sistema de controle, que recebe um sinal de controle e atua fisicamente no processo, modificando sua entrada, é o 
Alternativas
Respostas
701: C
702: A
703: A
704: C
705: A
706: E
707: B
708: E
709: B
710: E
711: B
712: E
713: E
714: C
715: D
716: A
717: D
718: B
719: C
720: A