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Q2363065 Português
De volta ao grunhido 

    Ouvi dizer que é cada vez maior o número de pessoas que se conhecem pela Internet e acabam casando ou vivendo juntas uma semana depois. As conversas por computador são, necessariamente, sucintas e práticas, e não permitem namoros longos, ou qualquer tipo de aproximação por etapas. Estamos longe, por exemplo, do tempo em que as pessoas se viam numa quermesse de igreja e se mandavam recados pelo alto-falante. Como as quermesses eram anuais, elas só se falavam uma vez por ano, e sempre pelo alto-falante. Quando finalmente se aproximavam, eram mais dois anos de namoro e um de noivado, e só na noite de núpcias, imagino, ficavam íntimos, e mesmo assim acho que o vovô dizia: “Com licença”. Na geração seguinte, o homem pedia a mulher em namoro, depois pedia em noivado, depois pedia em casamento, e, quando finalmente podia dormir com ela, era como chegar no guichê certo depois de preencher todas as formalidades, reconhecer todas as firmas e esperar que chamassem a sua senha. Durante o namoro, ele mandava poemas, o que sempre funcionava, e muitas mulheres de uma certa época, para serem justas, deveriam ter casado com Vinicius de Morais. 
    As pessoas dizem que houve uma revolução sexual. O que houve foi o fechamento de um ciclo, uma involução. No tempo das cavernas, o macho abordava a fêmea, grunhia alguma coisa e a levava para a cama, ou para o mato. Com o tempo desenvolveram-se a corte, a etiqueta da conquista, todo o ritual de aproximação que chegou a exageros de regras e restrições, e depois foi se abreviando aos poucos até voltarmos, hoje, ao grunhido básico, só que eletrônico. Fechou-se o ciclo. 
    A corte, claro, tinha sua justificativa. Dava à mulher a oportunidade de cumprir seu papel na evolução, selecionando para procriação aqueles machos que, durante a aproximação, mostravam ter aptidões que favoreceriam a espécie, como potência física ou econômica, ou até um gosto por Vinicius de Morais. Isso quando podiam selecionar e a escolha não era feita por elas. No futuro, quando todo namoro for pela Internet, todo sexo for virtual e as mulheres ou os homens, nunca se sabe, só derem à luz a bytes, o único critério para seleção será ter um computador com modem e um bom provedor de linha. 
    Talvez toda a comunicação futura seja por computador. Até dentro de casa. Será como se os nossos namorados da quermesse levassem os alto-falantes para dentro de casa. Na mesa do café, marido e mulher, em vez de falar, digitarão seus diálogos, cada um no seu terminal. E, quando sentirem falta de palavra falada e do calor da voz, quando decidirem que só frases soltas numa tela não bastam e quiserem se comunicar mesmo, como no passado, cada um pegará seu celular. 
        Não sei o que será da espécie. Tenho uma visão do futuro em que viveremos todos no ciberespaço, volatizados. Só nossos corpos ficarão na Terra porque alguém tem que manejar o teclado e o mouse e pagar a conta da luz.


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.) 
Na crônica apresentada, é possível reconhecer o posicionamento do autor a respeito do tema aludido através de alguns recursos argumentativos. Tendo em vista tal afirmação, assinale a alternativa que apresenta, de forma explícita, uma opinião do autor. 
Alternativas
Q2363064 Português
De volta ao grunhido 

    Ouvi dizer que é cada vez maior o número de pessoas que se conhecem pela Internet e acabam casando ou vivendo juntas uma semana depois. As conversas por computador são, necessariamente, sucintas e práticas, e não permitem namoros longos, ou qualquer tipo de aproximação por etapas. Estamos longe, por exemplo, do tempo em que as pessoas se viam numa quermesse de igreja e se mandavam recados pelo alto-falante. Como as quermesses eram anuais, elas só se falavam uma vez por ano, e sempre pelo alto-falante. Quando finalmente se aproximavam, eram mais dois anos de namoro e um de noivado, e só na noite de núpcias, imagino, ficavam íntimos, e mesmo assim acho que o vovô dizia: “Com licença”. Na geração seguinte, o homem pedia a mulher em namoro, depois pedia em noivado, depois pedia em casamento, e, quando finalmente podia dormir com ela, era como chegar no guichê certo depois de preencher todas as formalidades, reconhecer todas as firmas e esperar que chamassem a sua senha. Durante o namoro, ele mandava poemas, o que sempre funcionava, e muitas mulheres de uma certa época, para serem justas, deveriam ter casado com Vinicius de Morais. 
    As pessoas dizem que houve uma revolução sexual. O que houve foi o fechamento de um ciclo, uma involução. No tempo das cavernas, o macho abordava a fêmea, grunhia alguma coisa e a levava para a cama, ou para o mato. Com o tempo desenvolveram-se a corte, a etiqueta da conquista, todo o ritual de aproximação que chegou a exageros de regras e restrições, e depois foi se abreviando aos poucos até voltarmos, hoje, ao grunhido básico, só que eletrônico. Fechou-se o ciclo. 
    A corte, claro, tinha sua justificativa. Dava à mulher a oportunidade de cumprir seu papel na evolução, selecionando para procriação aqueles machos que, durante a aproximação, mostravam ter aptidões que favoreceriam a espécie, como potência física ou econômica, ou até um gosto por Vinicius de Morais. Isso quando podiam selecionar e a escolha não era feita por elas. No futuro, quando todo namoro for pela Internet, todo sexo for virtual e as mulheres ou os homens, nunca se sabe, só derem à luz a bytes, o único critério para seleção será ter um computador com modem e um bom provedor de linha. 
    Talvez toda a comunicação futura seja por computador. Até dentro de casa. Será como se os nossos namorados da quermesse levassem os alto-falantes para dentro de casa. Na mesa do café, marido e mulher, em vez de falar, digitarão seus diálogos, cada um no seu terminal. E, quando sentirem falta de palavra falada e do calor da voz, quando decidirem que só frases soltas numa tela não bastam e quiserem se comunicar mesmo, como no passado, cada um pegará seu celular. 
        Não sei o que será da espécie. Tenho uma visão do futuro em que viveremos todos no ciberespaço, volatizados. Só nossos corpos ficarão na Terra porque alguém tem que manejar o teclado e o mouse e pagar a conta da luz.


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.) 
Em todos os fragmentos a seguir, transcritos do texto, as formas verbais estão flexionadas no mesmo tempo, EXCETO: 
Alternativas
Q2363063 Português
De volta ao grunhido 

    Ouvi dizer que é cada vez maior o número de pessoas que se conhecem pela Internet e acabam casando ou vivendo juntas uma semana depois. As conversas por computador são, necessariamente, sucintas e práticas, e não permitem namoros longos, ou qualquer tipo de aproximação por etapas. Estamos longe, por exemplo, do tempo em que as pessoas se viam numa quermesse de igreja e se mandavam recados pelo alto-falante. Como as quermesses eram anuais, elas só se falavam uma vez por ano, e sempre pelo alto-falante. Quando finalmente se aproximavam, eram mais dois anos de namoro e um de noivado, e só na noite de núpcias, imagino, ficavam íntimos, e mesmo assim acho que o vovô dizia: “Com licença”. Na geração seguinte, o homem pedia a mulher em namoro, depois pedia em noivado, depois pedia em casamento, e, quando finalmente podia dormir com ela, era como chegar no guichê certo depois de preencher todas as formalidades, reconhecer todas as firmas e esperar que chamassem a sua senha. Durante o namoro, ele mandava poemas, o que sempre funcionava, e muitas mulheres de uma certa época, para serem justas, deveriam ter casado com Vinicius de Morais. 
    As pessoas dizem que houve uma revolução sexual. O que houve foi o fechamento de um ciclo, uma involução. No tempo das cavernas, o macho abordava a fêmea, grunhia alguma coisa e a levava para a cama, ou para o mato. Com o tempo desenvolveram-se a corte, a etiqueta da conquista, todo o ritual de aproximação que chegou a exageros de regras e restrições, e depois foi se abreviando aos poucos até voltarmos, hoje, ao grunhido básico, só que eletrônico. Fechou-se o ciclo. 
    A corte, claro, tinha sua justificativa. Dava à mulher a oportunidade de cumprir seu papel na evolução, selecionando para procriação aqueles machos que, durante a aproximação, mostravam ter aptidões que favoreceriam a espécie, como potência física ou econômica, ou até um gosto por Vinicius de Morais. Isso quando podiam selecionar e a escolha não era feita por elas. No futuro, quando todo namoro for pela Internet, todo sexo for virtual e as mulheres ou os homens, nunca se sabe, só derem à luz a bytes, o único critério para seleção será ter um computador com modem e um bom provedor de linha. 
    Talvez toda a comunicação futura seja por computador. Até dentro de casa. Será como se os nossos namorados da quermesse levassem os alto-falantes para dentro de casa. Na mesa do café, marido e mulher, em vez de falar, digitarão seus diálogos, cada um no seu terminal. E, quando sentirem falta de palavra falada e do calor da voz, quando decidirem que só frases soltas numa tela não bastam e quiserem se comunicar mesmo, como no passado, cada um pegará seu celular. 
        Não sei o que será da espécie. Tenho uma visão do futuro em que viveremos todos no ciberespaço, volatizados. Só nossos corpos ficarão na Terra porque alguém tem que manejar o teclado e o mouse e pagar a conta da luz.


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.) 
Para compreender completamente um texto é necessário entender o significado das palavras nele dispostas. De acordo com o contexto empregado, assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída, sem que haja alteração de sentido, pelo vocábulo relacionado.   
Alternativas
Q2363062 Português
De volta ao grunhido 

    Ouvi dizer que é cada vez maior o número de pessoas que se conhecem pela Internet e acabam casando ou vivendo juntas uma semana depois. As conversas por computador são, necessariamente, sucintas e práticas, e não permitem namoros longos, ou qualquer tipo de aproximação por etapas. Estamos longe, por exemplo, do tempo em que as pessoas se viam numa quermesse de igreja e se mandavam recados pelo alto-falante. Como as quermesses eram anuais, elas só se falavam uma vez por ano, e sempre pelo alto-falante. Quando finalmente se aproximavam, eram mais dois anos de namoro e um de noivado, e só na noite de núpcias, imagino, ficavam íntimos, e mesmo assim acho que o vovô dizia: “Com licença”. Na geração seguinte, o homem pedia a mulher em namoro, depois pedia em noivado, depois pedia em casamento, e, quando finalmente podia dormir com ela, era como chegar no guichê certo depois de preencher todas as formalidades, reconhecer todas as firmas e esperar que chamassem a sua senha. Durante o namoro, ele mandava poemas, o que sempre funcionava, e muitas mulheres de uma certa época, para serem justas, deveriam ter casado com Vinicius de Morais. 
    As pessoas dizem que houve uma revolução sexual. O que houve foi o fechamento de um ciclo, uma involução. No tempo das cavernas, o macho abordava a fêmea, grunhia alguma coisa e a levava para a cama, ou para o mato. Com o tempo desenvolveram-se a corte, a etiqueta da conquista, todo o ritual de aproximação que chegou a exageros de regras e restrições, e depois foi se abreviando aos poucos até voltarmos, hoje, ao grunhido básico, só que eletrônico. Fechou-se o ciclo. 
    A corte, claro, tinha sua justificativa. Dava à mulher a oportunidade de cumprir seu papel na evolução, selecionando para procriação aqueles machos que, durante a aproximação, mostravam ter aptidões que favoreceriam a espécie, como potência física ou econômica, ou até um gosto por Vinicius de Morais. Isso quando podiam selecionar e a escolha não era feita por elas. No futuro, quando todo namoro for pela Internet, todo sexo for virtual e as mulheres ou os homens, nunca se sabe, só derem à luz a bytes, o único critério para seleção será ter um computador com modem e um bom provedor de linha. 
    Talvez toda a comunicação futura seja por computador. Até dentro de casa. Será como se os nossos namorados da quermesse levassem os alto-falantes para dentro de casa. Na mesa do café, marido e mulher, em vez de falar, digitarão seus diálogos, cada um no seu terminal. E, quando sentirem falta de palavra falada e do calor da voz, quando decidirem que só frases soltas numa tela não bastam e quiserem se comunicar mesmo, como no passado, cada um pegará seu celular. 
        Não sei o que será da espécie. Tenho uma visão do futuro em que viveremos todos no ciberespaço, volatizados. Só nossos corpos ficarão na Terra porque alguém tem que manejar o teclado e o mouse e pagar a conta da luz.


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.) 
Com base na leitura do texto, tendo em vista o disposto pelo autor, é possível inferir que, EXCETO: 
Alternativas
Q2363061 Português
De volta ao grunhido 

    Ouvi dizer que é cada vez maior o número de pessoas que se conhecem pela Internet e acabam casando ou vivendo juntas uma semana depois. As conversas por computador são, necessariamente, sucintas e práticas, e não permitem namoros longos, ou qualquer tipo de aproximação por etapas. Estamos longe, por exemplo, do tempo em que as pessoas se viam numa quermesse de igreja e se mandavam recados pelo alto-falante. Como as quermesses eram anuais, elas só se falavam uma vez por ano, e sempre pelo alto-falante. Quando finalmente se aproximavam, eram mais dois anos de namoro e um de noivado, e só na noite de núpcias, imagino, ficavam íntimos, e mesmo assim acho que o vovô dizia: “Com licença”. Na geração seguinte, o homem pedia a mulher em namoro, depois pedia em noivado, depois pedia em casamento, e, quando finalmente podia dormir com ela, era como chegar no guichê certo depois de preencher todas as formalidades, reconhecer todas as firmas e esperar que chamassem a sua senha. Durante o namoro, ele mandava poemas, o que sempre funcionava, e muitas mulheres de uma certa época, para serem justas, deveriam ter casado com Vinicius de Morais. 
    As pessoas dizem que houve uma revolução sexual. O que houve foi o fechamento de um ciclo, uma involução. No tempo das cavernas, o macho abordava a fêmea, grunhia alguma coisa e a levava para a cama, ou para o mato. Com o tempo desenvolveram-se a corte, a etiqueta da conquista, todo o ritual de aproximação que chegou a exageros de regras e restrições, e depois foi se abreviando aos poucos até voltarmos, hoje, ao grunhido básico, só que eletrônico. Fechou-se o ciclo. 
    A corte, claro, tinha sua justificativa. Dava à mulher a oportunidade de cumprir seu papel na evolução, selecionando para procriação aqueles machos que, durante a aproximação, mostravam ter aptidões que favoreceriam a espécie, como potência física ou econômica, ou até um gosto por Vinicius de Morais. Isso quando podiam selecionar e a escolha não era feita por elas. No futuro, quando todo namoro for pela Internet, todo sexo for virtual e as mulheres ou os homens, nunca se sabe, só derem à luz a bytes, o único critério para seleção será ter um computador com modem e um bom provedor de linha. 
    Talvez toda a comunicação futura seja por computador. Até dentro de casa. Será como se os nossos namorados da quermesse levassem os alto-falantes para dentro de casa. Na mesa do café, marido e mulher, em vez de falar, digitarão seus diálogos, cada um no seu terminal. E, quando sentirem falta de palavra falada e do calor da voz, quando decidirem que só frases soltas numa tela não bastam e quiserem se comunicar mesmo, como no passado, cada um pegará seu celular. 
        Não sei o que será da espécie. Tenho uma visão do futuro em que viveremos todos no ciberespaço, volatizados. Só nossos corpos ficarão na Terra porque alguém tem que manejar o teclado e o mouse e pagar a conta da luz.


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.) 
Considerando-se que cada texto é produzido em situações e contextos diferentes e que cada um deles cumpre uma finalidade específica, o texto “De volta ao grunhido” tem por propósito: 
Alternativas
Q3600379 Pedagogia
Como o Auxiliar de Educação Infantil deve proceder em relação ao desfralde das crianças?
Alternativas
Q3600378 Pedagogia
Em relação aos cuidados com a alimentação na creche, qual é a atitude correta que o Auxiliar de Educação Infantil deve adotar? 
Alternativas
Q3600377 Pedagogia

 Durante a roda de conversa, compete ao Auxiliar de Educação Infantil:


I. Promover a expressão oral e a escuta, respeitando a vez de cada criança falar.


II. Transmitir informações importantes sobre as atividades do dia, sem permitir qualquer interação.


III. Encorajar competição acirrada entre as crianças para responder perguntas.


Das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3600376 Português

Leia o excerto abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.klcconcursos.com.br/apoio/Brinquedos%20e%20Brincadeiras%20-%20MEC.pdf


No relato acima, “a outra pessoa” é a professora da creche. A criança, fez várias tentativas para explicar, com sua narrativa gestual e algumas vocalizações, o que pretendia para ela. Porém, sem sucesso. Isso mostra:

Alternativas
Q3600375 Pedagogia

Sobre a importância do brincar na educação infantil, segundo os fundamentos pedagógicos, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas:


(  ) O brincar serve prioritariamente como uma pausa entre as atividades educativas formais.


(  ) Brincar é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, físico, social e emocional da criança. 


(  ) A função do brincar é manter as crianças ocupadas enquanto os professores planejam as aulas.


Qual alternativa preenche, corretamente, de cima para baixo, os parênteses acima? 

Alternativas
Q3600374 Pedagogia
Ao planejar atividades lúdicas, qual deve ser o foco do Auxiliar de Educação Infantil? 
Alternativas
Q3600373 Pedagogia

Ao educar e cuidar de crianças pequenas, o professor não oferece apenas aquilo que sabe, mas também aquilo que é, através das interações. A formação precisa integrar o desenvolvimento das sensibilidades e das capacidades intelectuais dos professores, pois eles são profissionais, como tantos outros, para os quais a relação é uma ferramenta de trabalho. As condições de trabalho docente também podem garantir maior qualidade à tarefa educativa do professor. Leia as afirmações abaixo:


I- Tempo e espaço garantido para planejar, comunicar, interagir e organizar, isso é, hora atividade de estudo e planejamento.


II- Proporção adequada do número de crianças por professor, relacionado ao tamanho do espaço físico.


III- Participação na elaboração da proposta pedagógica da escola e autoria de seu planejamento e ação educacional.


São condições fundamentais para garantia de um trabalho docente na educação infantil os itens contidos em: 

Alternativas
Q3600372 Noções de Primeiros Socorros

Analise a situação fictícia a seguir e responda:


Marcelo, aluno do Pré I da Educação Infantil, da professora Maria Lúcia, após o recreio, entrou na sala de aula com uma lesão na pele do joelho, provocada por um escorregão na quadra esportiva. A ferida era superficial, com pouco sangramento, apresentando dor. Nesse caso, até ser cuidado por pessoa especializada, são procedimentos que a professora Maria Lúcia deveria tomar:


1. Lavar abundantemente a ferida com água limpa.

2. Esfregar bem o ferimento para não piorar a lesão e não remover possíveis coágulos existentes.

3. Cobrir o local ferido com gaze estéril ou pano limpo.

4. Usar algodão, pois ele se desmancha e facilita a cicatrização.

5. Controlar sangramento, por compressão direta e fazer uma atadura ou bandagem sobre o ferimento com curativo.


São procedimentos corretos os contidos em: 

Alternativas
Q3600371 Pedagogia
 Estudos evidenciam a importância do brincar na Educação Infantil, no que tange o desenvolvimento e aprendizagem, contemplando vivências, experiências, habilidades e competências. Ao brincar de Vivo-Morto, em que a professora coloca as crianças em uma fila e dá comandos de vivo ou morto, ou seja, quando vivo a criança deve se manter em pé e quando morto, deve ficar abaixada, a professora está desenvolvendo: 
Alternativas
Q3600370 Pedagogia

Analise a situação fictícia a seguir e responda: Algumas mães estavam na porta da creche Gota Azul quando receberam um bilhete com orientações sobre a rotina dos bebês, pois para essa fase, existem características específicas em que é preciso planejar ambientes para sua educação e selecionar brinquedos e brincadeiras que ampliem suas experiências. Elas ficaram em dúvida sobre a idade específica dessa fase. Suas crianças são: - Miguel com 1 ano, - Arthur com 1 ano e 2 meses, - Gael com 1 ano e 5 meses e – Théo com 2 anos e meio.


Segundo o Caderno MEC - Brinquedos e Brincadeiras de Creches, quem são os bebês que ficam no berçário? 

Alternativas
Q3546285 Pedagogia
Sobre o LDB (Lei nº 9.394/96) TÍTULO IV - Da Organização da Educação Nacional - Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:

( ) Elaborar e executar sua proposta pedagógica.
( ) Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros.
( ) Recuar no cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas.
( ) Deixar de velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente.

Portanto, assinale a alternativa que indica a sequência correta: 
Alternativas
Q3546284 Pedagogia
No que concerne às LDB (Lei nº 9.394/96, artigo 29) A Educação Infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade até a idade de, respectivamente:
Alternativas
Q3546282 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em relação à Lei 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente. Capítulo II - O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:

I.I, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, independente das restrições legais.
II. Opinião e expressão.
III. Crença e culto religioso.
IV. Participar da vida política, na forma da lei.

Portanto, as afirmações corretas são:
Alternativas
Q3546281 Pedagogia
Assina a alternativa correta referente aos Jogos Infantis: 
Alternativas
Q3546280 Pedagogia
No que concerne às a relação auxiliar de desenvolvimento Infantil/criança

I. Executar atividades de apoio ao Professor, realizando tarefas de higienização das crianças e acompanhamento das mesmas no repouso e na alimentação.
II. Realizar as atividades pedagógicas de acordo independente da orientação do professor.
III. Desempenhar outras funções afins, discutidas e indicadas no coletivo da Unidade Escolar para a sua melhor organização.
IV. Desempenhar outras atribuições correlatas à sua área de competência.

Portanto, as afirmações corretas são: 
Alternativas
Respostas
541: A
542: D
543: B
544: B
545: B
546: C
547: B
548: D
549: A
550: B
551: C
552: D
553: C
554: D
555: B
556: D
557: C
558: D
559: C
560: B