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Q1302945 Português
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O século XX, Era dos Extremos  

      O século XX deixou um legado inegável de questões e impasses. Para o grande historiador Eric Hobsbawm, neste livro Era dos Extremos − o breve século XX − 1914-1991, esse século foi breve e extremado: sua história e suas possibilidades edificaram-se sobre catástrofes, incertezas e crises, decompondo o que fora construído no longo século XIX. 
    Hobsbawm divide a história do século XX em três “eras”. A primeira, “da catástrofe”, é marcada pelas duas grandes guerras, pelas ondas de revolução global em que o sistema político e econômico da URSS surgia como alternativa histórica para o capitalismo e pela virulência da crise econômica de 1929. Também nesse período os fascismos e o descrédito das democracias liberais surgem como proposta mundial. 
     A segunda “era” são os anos dourados das décadas de 1950 e 1960 que, em sua paz congelada, viram a viabilização e a estabilização do capitalismo, responsável pela promoção de uma extraordinária expansão econômica e profundas transformações sociais. 
    Por fim, entre 1970 e 1991, dá-se o “desmoronamento” final, em que caem por terra os sistemas institucionais que previnem e limitam o barbarismo contemporâneo, dando lugar à brutalização da política e à irresponsabilidade teórica da ortodoxia econômica, abrindo as portas para um futuro incerto.

(Adaptado da “orelha”, sem indicação autoral, do livro de Eric Hobsbawm acima referido, editado em São Paulo pela Companhia das Letras, em 1995) 
É inegável que o século XX deixou-nos um legado de impasses, a gravidade desses impasses se faz sentir até hoje, uma vez que não solucionamos esses impasses nem mesmo amenizamos as consequências desses impasses.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por: 
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Q1302944 Português
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O século XX, Era dos Extremos  

      O século XX deixou um legado inegável de questões e impasses. Para o grande historiador Eric Hobsbawm, neste livro Era dos Extremos − o breve século XX − 1914-1991, esse século foi breve e extremado: sua história e suas possibilidades edificaram-se sobre catástrofes, incertezas e crises, decompondo o que fora construído no longo século XIX. 
    Hobsbawm divide a história do século XX em três “eras”. A primeira, “da catástrofe”, é marcada pelas duas grandes guerras, pelas ondas de revolução global em que o sistema político e econômico da URSS surgia como alternativa histórica para o capitalismo e pela virulência da crise econômica de 1929. Também nesse período os fascismos e o descrédito das democracias liberais surgem como proposta mundial. 
     A segunda “era” são os anos dourados das décadas de 1950 e 1960 que, em sua paz congelada, viram a viabilização e a estabilização do capitalismo, responsável pela promoção de uma extraordinária expansão econômica e profundas transformações sociais. 
    Por fim, entre 1970 e 1991, dá-se o “desmoronamento” final, em que caem por terra os sistemas institucionais que previnem e limitam o barbarismo contemporâneo, dando lugar à brutalização da política e à irresponsabilidade teórica da ortodoxia econômica, abrindo as portas para um futuro incerto.

(Adaptado da “orelha”, sem indicação autoral, do livro de Eric Hobsbawm acima referido, editado em São Paulo pela Companhia das Letras, em 1995) 
Há forma verbal na voz passiva e adequada articulação entre os tempos e os modos verbais na frase:
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Q1302943 Português
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O século XX, Era dos Extremos  

      O século XX deixou um legado inegável de questões e impasses. Para o grande historiador Eric Hobsbawm, neste livro Era dos Extremos − o breve século XX − 1914-1991, esse século foi breve e extremado: sua história e suas possibilidades edificaram-se sobre catástrofes, incertezas e crises, decompondo o que fora construído no longo século XIX. 
    Hobsbawm divide a história do século XX em três “eras”. A primeira, “da catástrofe”, é marcada pelas duas grandes guerras, pelas ondas de revolução global em que o sistema político e econômico da URSS surgia como alternativa histórica para o capitalismo e pela virulência da crise econômica de 1929. Também nesse período os fascismos e o descrédito das democracias liberais surgem como proposta mundial. 
     A segunda “era” são os anos dourados das décadas de 1950 e 1960 que, em sua paz congelada, viram a viabilização e a estabilização do capitalismo, responsável pela promoção de uma extraordinária expansão econômica e profundas transformações sociais. 
    Por fim, entre 1970 e 1991, dá-se o “desmoronamento” final, em que caem por terra os sistemas institucionais que previnem e limitam o barbarismo contemporâneo, dando lugar à brutalização da política e à irresponsabilidade teórica da ortodoxia econômica, abrindo as portas para um futuro incerto.

(Adaptado da “orelha”, sem indicação autoral, do livro de Eric Hobsbawm acima referido, editado em São Paulo pela Companhia das Letras, em 1995) 
Entre 1970 e 1991 dá-se o desmoronamento final em que caem por terra os sistemas institucionais que previnem e limitam o barbarismo contemporâneo.
A frase acima permanecerá coerente, coesa e correta caso se substitua o segmento
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Q1302942 Português
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O século XX, Era dos Extremos  

      O século XX deixou um legado inegável de questões e impasses. Para o grande historiador Eric Hobsbawm, neste livro Era dos Extremos − o breve século XX − 1914-1991, esse século foi breve e extremado: sua história e suas possibilidades edificaram-se sobre catástrofes, incertezas e crises, decompondo o que fora construído no longo século XIX. 
    Hobsbawm divide a história do século XX em três “eras”. A primeira, “da catástrofe”, é marcada pelas duas grandes guerras, pelas ondas de revolução global em que o sistema político e econômico da URSS surgia como alternativa histórica para o capitalismo e pela virulência da crise econômica de 1929. Também nesse período os fascismos e o descrédito das democracias liberais surgem como proposta mundial. 
     A segunda “era” são os anos dourados das décadas de 1950 e 1960 que, em sua paz congelada, viram a viabilização e a estabilização do capitalismo, responsável pela promoção de uma extraordinária expansão econômica e profundas transformações sociais. 
    Por fim, entre 1970 e 1991, dá-se o “desmoronamento” final, em que caem por terra os sistemas institucionais que previnem e limitam o barbarismo contemporâneo, dando lugar à brutalização da política e à irresponsabilidade teórica da ortodoxia econômica, abrindo as portas para um futuro incerto.

(Adaptado da “orelha”, sem indicação autoral, do livro de Eric Hobsbawm acima referido, editado em São Paulo pela Companhia das Letras, em 1995) 
Estabelecem entre si uma relação de causa e efeito, nessa ordem, os seguintes segmentos:
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Q1302941 Português
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O século XX, Era dos Extremos  

      O século XX deixou um legado inegável de questões e impasses. Para o grande historiador Eric Hobsbawm, neste livro Era dos Extremos − o breve século XX − 1914-1991, esse século foi breve e extremado: sua história e suas possibilidades edificaram-se sobre catástrofes, incertezas e crises, decompondo o que fora construído no longo século XIX. 
    Hobsbawm divide a história do século XX em três “eras”. A primeira, “da catástrofe”, é marcada pelas duas grandes guerras, pelas ondas de revolução global em que o sistema político e econômico da URSS surgia como alternativa histórica para o capitalismo e pela virulência da crise econômica de 1929. Também nesse período os fascismos e o descrédito das democracias liberais surgem como proposta mundial. 
     A segunda “era” são os anos dourados das décadas de 1950 e 1960 que, em sua paz congelada, viram a viabilização e a estabilização do capitalismo, responsável pela promoção de uma extraordinária expansão econômica e profundas transformações sociais. 
    Por fim, entre 1970 e 1991, dá-se o “desmoronamento” final, em que caem por terra os sistemas institucionais que previnem e limitam o barbarismo contemporâneo, dando lugar à brutalização da política e à irresponsabilidade teórica da ortodoxia econômica, abrindo as portas para um futuro incerto.

(Adaptado da “orelha”, sem indicação autoral, do livro de Eric Hobsbawm acima referido, editado em São Paulo pela Companhia das Letras, em 1995) 
Ao constituir uma visão geral do século XX, que considera breve e extremado, o historiador Eric Hobsbawm
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Q1302940 Português
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Distribuição justa 

    A justiça de um resultado distributivo das riquezas depende das dotações iniciais dos participantes e da lisura do processo do qual ele decorre. Do ponto de vista coletivo, a questão crucial é: a desigualdade observada reflete essencialmente os talentos, esforços e valores diferenciados dos indivíduos, ou, ao contrário, ela resulta de um jogo viciado na origem e no processo, de uma profunda falta de equidade nas condições iniciais de vida, da privação de direitos elementares ou da discriminação racial, sexual, de gênero ou religiosa?
     A condição da família em que uma criança tiver a sorte ou o infortúnio de nascer, um risco comum, a todos, passa a exercer um papel mais decisivo na definição de seu futuro do que qualquer outra coisa ou escolha que possa fazer no ciclo da vida. A falta de um mínimo de equidade nas condições iniciais e na capacitação para a vida tolhe a margem de escolha, vicia o jogo distributivo e envenena os valores da convivência. A igualdade de oportunidades está na origem da emancipação das pessoas. Crianças e jovens precisam ter a oportunidade de desenvolver seus talentos de modo a ampliar seu leque de escolhas possíveis na vida prática e eleger seus projetos, apostas e sonhos de realização.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 106) 

No emprego das formas verbais, são regulares a flexão e a concordância na frase:
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Q1302936 Português
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Distribuição justa 

    A justiça de um resultado distributivo das riquezas depende das dotações iniciais dos participantes e da lisura do processo do qual ele decorre. Do ponto de vista coletivo, a questão crucial é: a desigualdade observada reflete essencialmente os talentos, esforços e valores diferenciados dos indivíduos, ou, ao contrário, ela resulta de um jogo viciado na origem e no processo, de uma profunda falta de equidade nas condições iniciais de vida, da privação de direitos elementares ou da discriminação racial, sexual, de gênero ou religiosa?
     A condição da família em que uma criança tiver a sorte ou o infortúnio de nascer, um risco comum, a todos, passa a exercer um papel mais decisivo na definição de seu futuro do que qualquer outra coisa ou escolha que possa fazer no ciclo da vida. A falta de um mínimo de equidade nas condições iniciais e na capacitação para a vida tolhe a margem de escolha, vicia o jogo distributivo e envenena os valores da convivência. A igualdade de oportunidades está na origem da emancipação das pessoas. Crianças e jovens precisam ter a oportunidade de desenvolver seus talentos de modo a ampliar seu leque de escolhas possíveis na vida prática e eleger seus projetos, apostas e sonhos de realização.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 106) 

No contexto do primeiro parágrafo, as expressões dotações iniciais de participantes e lisura do processo constituem
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Ano: 2018 Banca: FGV Órgão: AL-RO
Q1234296 Português
Observação
Vivemos tão apressados que estamos perdendo a habilidade de observar detalhadamente o que nos cerca. Por outro lado, somos tão bombardeados por imagens e por estímulos visuais que, para nos proteger do excesso, aprendemos a não perceber o que está em volta, aprendemos a nos proteger. Por isso, a propaganda fica cada vez mais agressiva. Os produtos precisam, a qualquer custo, chamar a atenção do possível comprador, até que sejamos capazes de “ver sem olhar”. Ou seja, mesmo sem estarmos interessados, não podemos escapar de perceber uma imagem de propaganda.  Isso nos tem levado à autoproteção ou a uma atitude passiva, já que não é preciso fazer nenhum esforço, pois a propaganda e as imagens se encarregam de nos invadir.  Entretanto, para apreciar a arte e saber ler imagens, uma primeira habilidade que precisamos renovar, estimular e desenvolver é a observação. Ela deve deixar de ser passiva para tornar-se ativa, voluntária: observo o que quero, porque quero, como quero, da forma que quero, quando quero observar.  Se pedirmos a um amigo que descreva alguém, ele pode dizer genericamente: alto, magro, de meia-idade: ou então ser bem específico: tem aproximadamente 1 metro e oitenta, é magro, está vestido com uma calça azul, camisa branca, tênis, jaqueta de couro marrom, tem cabelos escuros, encaracolados, curtos, olhos azuis, usa costeletas, tem um sinal escuro do lado direito do rosto e cerca de 40 anos.  Essa segunda descrição é mais detalhada e demonstra mais observação. Naturalmente, se eu estiver procurando tal pessoa, a partir dessa descrição detalhada, posso encontrá-la com mais facilidade.
OLIVEIRA, J. e GARCEZ, L. Explicando a Arte. Ed. Nova Fronteira. 2001
Assinale a opção que indica o objetivo principal do texto. 
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: ALESE
Q1205780 Comunicação Social
Um press release necessita
I. ser redigido como matéria jornalística. II. conter o maior número de páginas possíveis. III. trazer em destaque datas e locais do que é divulgado. IV. mostrar clareza e concisão textual.
Está correto o que se afirma em
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Q755289 Comunicação Social
Em meio a uma reportagem, a presença do repórter no vídeo é usada para fazer um corte no tempo e destacar uma informação que não tinha a imagem correspondente. Esse recurso televisivo é denominado
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Q755288 Comunicação Social
Sobre a relação entre texto e imagem nos telejornais, assinale a afirmativa correta.
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Q755287 Jornalismo

Leia o fragmento a seguir, disponível no site da Câmara Municipal de Caruaru.

“Na última sexta-feira (17), a Câmara Municipal de Caruaru recebeu a visita de alunos do 2º ano do ensino médio do Colégio Exato. Acompanhados da professora de Geografia, Cristiane Magalhães, eles ocuparam o plenário, onde puderam conversar com os parlamentares sobre vários temas, como saúde, educação, ação social e infraestrutura. Eles foram recebidos pelo vereador Demóstenes Veras (PROS) e pelo presidente da Casa, vereador Leonardo Chaves (PSD)”.

(http://camaracaruaru.pe.gov.br/2013/?p=8142)

Dos elementos inerentes a esse fragmento, o lide acima valoriza o

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Q755286 Jornalismo
Sobre o JGD – Jornalismo Guiado por Dados, analise as afirmativas a seguir. I. Entre os fatores que impulsionaram o JGD estão a informatização das redações, a disponibilidade de ferramentas analíticas acessíveis ao público leigo e a adesão de instituições e governos a políticas de acesso à informação II. As técnicas de JGD permitem ao jornalista encontrar informação com valor noticioso em bases de dados com milhares ou milhões de registros, dificilmente manejáveis sem a ajuda do computador. III. O JGD, ao contrário do Jornalismo de Precisão, pretende utilizar as técnicas de RAC para afastar as práticas profissionais do rigor científico, aproximando-as do conhecimento acessível ao senso comum. Assinale:
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Q755285 Jornalismo
Denis McQuail identifica cinco categorias principais de “novas mídias”, a saber: 1. Mídias para comunicação interpessoal 2. Mídias para pesquisa de informações 3. Mídias coletivas participativas 4. Mídias lúdicas interativas 5. Substituição dos meios de transmissão São exemplos dessas categorias: ( ) Redes sociais como Facebook e LinkedIn. ( ) Mecanismos de busca como o Google e o Bing. ( ) E-mail, Skipe e WhatsApp. ( ) Jogos de computador com dispositivos de realidade virtual. ( ) Sites que permitem baixar arquivos para assistir vídeos ou ouvir música. Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.
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Q755284 Jornalismo
Em 1971, a Rede Globo colocou, em sua grade, um noticiário em formato de revista eletrônica, apresentado por Léo Batista e Luís Jatobá, cujo alvo era o público feminino. Hoje, ancorado principalmente nos acontecimentos da manhã e com novos apresentadores, o telejornal continua no ar e é um dos mais longevos da emissora. Essas informações se referem ao
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Q755283 Jornalismo
Com relação ao telejornalismo praticado na fase elitista da TV no Brasil (1950-1964), assinale a afirmativa correta.
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Q755282 Jornalismo
Sobre a natureza jornalística da notícia empresarial, analise o fragmento a seguir. "As publicações empresariais, enquanto veículos jornalísticos, e portanto, condutores da notícia, devem ter _____, isto é, devem aparecer em intervalos sucessivos e regulares. Precisam investir em fatos da _____ que formam o presente da empresa. Para assumir seu atributo de _____, as publicações podem, em princípio, apresentar informações sobre quaisquer áreas ou programas de interesse da empresa e seus públicos. Por último devem atender à(os) _____, chegando a todos os públicos de interesse da empresa." Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.
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Q755281 Comunicação Social
Para criar uma imagem favorável e manter a reputação de uma instituição no ambiente das mídias sociais, deve ser adotado o seguinte procedimento:
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Q755280 Comunicação Social
O Departamento de Comunicação em uma situação de crise de imagem que atinja a instituição assessorada deve
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Q755279 Jornalismo
Sobre a gestão de crise em tempos de mídias digitais, leia o fragmento a seguir. “As ações de comunicação das instituições, no contexto da sociedade de consumo globalizada, devem ser _____, pois, muitas vezes, em um episódio de crise, não basta tentar _____ as informações publicadas na grande imprensa, visto que a produção de sentidos se desdobra pelas redes sociais, ganhando força e voz por meio do cidadão comum. Nesse cenário, os processos de comunicação não se dão mais de forma _____, portanto é _____ pensar em gestão de crise nos mesmos moldes do passado.” Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.
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Respostas
521: B
522: A
523: D
524: E
525: C
526: A
527: B
528: D
529: E
530: D
531: E
532: E
533: D
534: A
535: D
536: E
537: A
538: C
539: C
540: A