Questões de Concurso Para técnico superior especializado - ciências contábeis

Foram encontradas 152 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q396824 Contabilidade Geral
A empresa Gatunos SA adquiriu um elevador por R$ 12.000,00, com vida útil estimada de 10 anos. Para atender às exigências de segurança estabelecidas pela empresa, o elevador, apesar de recebido em 31 de março de 2014, só entrará em operação quando a equipe de TI da Gatunos SA concluir o projeto de um sistema capaz de reconhecer as intenções do usuário do elevador. Uma peculiaridade exigida para a finalização do software, e sua efetiva entrada em operação, é que ele seja capaz de alertar os diretores da empresa na eventualidade de um cão da raça Rottweiller entrar no elevador. Nesse caso, o software, além de avisar os diretores, deve ser capaz de desativar a movimentação do elevador, retendo-o no 13º andar. O contrato de trabalho com a equipe de TI, que conta com 10 engenheiros formados no M.I.T., vai até 31 de março de 2016, mas não há garantias de que poderá concluí-lo, sequer cogita-se entregá-lo parcialmente. Apesar disso, a empresa gastou em abril de 2014 o total de R$ 1.000.000,00 com o salário da equipe, além de outros R$ 1.000.000,00 com a parte física (câmera, infravermelho e fios de ouro, por ser um ótimo condutor) para elaboração do software. A empresa tem expectativa de que, se concluído, o projeto poderá ser vendido para uma das gigantes de tecnologia por R$ 100.000.000,00 e, inclusive, afirma que já possui compradores interessados. Em relação aos fatos aqui narrados, as demonstrações contábeis da Gatunos referentes ao dia 30 de abril de 2014, devem apresentar ao menos
Alternativas
Q396823 Contabilidade Geral
A entidade deve avaliar, ao fim de cada período de reporte, se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. No que tange ao ajuste para perdas por desvalorização de ativos, avalie os eventos a seguir:

I. Um incêndio destrói o estoque de uma papelaria, acarretando uma perda de R$ 10.000.000,00.
II. Uma enchente destrói as máquinas de uma indústria, acarretando uma perda de R$ 100.000.000,00.
III. Um meteoro destrói os veículos à venda em uma concessionária, acarretando uma perda de R$ 90.000.000,00.

O(s) evento(s) passível(is) de redução ao valor recuperável de ativos é (são)
Alternativas
Q396822 Contabilidade Geral
O funcionário João fez um inventário físico de imobilizado. Primeiramente, ele imprimiu um relatório auxiliar com a listagem contendo a descrição e o valor de cada item do imobilizado. Em seguida, verificou que os valores estavam iguais aos saldos do balancete da empresa. Ao tentar identificar fisicamente todos os itens, constatou que faltava um computador. Ao questionar os funcionários do departamento de informática, João descobriu que o computador havia sido levado para o conserto, mas como o custo para voltar a funcionar seria muito alto, o responsável do departamento de informática resolveu descartá-lo.

Os saldos contabilizados em relação ao computador em questão eram

Imobilizado – Computador – R$ 2.000,00
Depreciação acumulada – Computador – R$ 1.300,00

Considerando as práticas contábeis atuais, João deverá efetuar os seguintes lançamentos contábeis
Alternativas
Q396821 Contabilidade Geral
A Companhia Lentidão S.A. adquiriu uma máquina para fabricação de meias para vender junto com os tênis que a empresa já vende. A máquina foi entregue na sede da empresa no dia 05/05/X1. No dia 12/05/X1 a máquina foi instalada e ficou pronta para ser utilizada. Como demorou para chegar a matéria- prima, a máquina só foi utilizada pela primeira vez em 20/05/X1. A produção na capacidade máxima só ocorreu a partir do dia 01/06/X1. As vendas ficaram acima do esperado. Então a administração da empresa, no dia 14/07/X1, decidiu terceirizar a produção e desativar a máquina. A produção do último lote de meias ocorreu no dia 30/07/X1, porém a máquina permaneceu instalada para atender pedidos adicionais até o dia 15/08/X1, quando a administração decidiu que o melhor negócio seria vender a máquina. A máquina permaneceu na empresa até o dia 20/11/X1, quando finalmente foi vendida e a propriedade foi repassada para outra empresa.
Considerando os fatos acima e que a empresa utiliza o critério de período de tempo para estimar a vida útil de seus imobilizados, a data inicial e a data final em que a empresa depreciou o ativo, respectivamente, são
Alternativas
Q396820 Contabilidade Geral
A Demonstração dos Fluxos de Caixa – DFC é composta pelos fluxos de caixa do período classificados por atividades operacionais, de investimento e de financiamento. Conforme o Pronunciamento Técnico CPC 03, “o montante dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais é um indicador-chave da extensão pela qual as operações da entidade têm gerado suficientes fluxos de caixa para amortizar empréstimos, manter a capacidade operacional da entidade, pagar dividendos e juros sobre o capital próprio e fazer novos investimentos sem recorrer a fontes externas de financiamento”.

São três exemplos que têm efeito positivo no fluxo de caixa operacional da DFC
Alternativas
Q396819 Contabilidade Geral
Considere os dados abaixo:

imagem-004.jpg

O resultado antes dos tributos sobre lucro é
Alternativas
Q396818 Contabilidade Geral
A respeito da Demonstração do Valor Adicionado, o Pronunciamento Técnico CPC 09 menciona: “para os investidores e outros usuários, essa demonstração proporciona o conhecimento de informações de natureza econômica e social e oferece a possibilidade de melhor avaliação das atividades da entidade dentro da sociedade na qual está inserida”.
O CPC 09 ainda define valor adicionado como “a riqueza criada pela empresa, de forma geral medida pela diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui também o valor adicionado recebido em transferência, ou seja, produzido por terceiros e transferido à entidade”.

A alternativa que relaciona corretamente apenas componentes da distribuição do valor adicionado é
Alternativas
Q396817 Contabilidade Geral
Considere os saldos abaixo:

imagem-003.jpg

O saldo da conta “Ajuste de Avaliação Patrimonial” é
Alternativas
Q396816 Contabilidade Geral
O departamento de contabilidade da Computerbios finalizou todos os lançamentos e conciliações contábeis de 31/12/X1 em 16/01/X2. Duas semanas depois, no dia 30/01/X2, o conjunto das demonstrações contábeis ficaram prontas para apreciação da auditoria externa. A administração examina e autoriza a emissão das demonstrações contábeis no dia 03/02/X2. As demonstrações são disponibilizadas aos acionistas em 15/02/X2 que a aprovam na sua reunião anual de 03/03/X2.

Considerando os fatos acima, os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis incluem todos os eventos até a data de

Alternativas
Q396815 Contabilidade Geral
A empresa Jogajunto possui uma participação de 40% na empresa Senjogo. Outros 15% do capital da Senjogo estão pulverizados nas bolsas de valores BM&F Bovespa e na de Nova York. Os demais 45% estão em posse do banco Investidolar. Desses 45% da Investidolar, a Jogajunto possui uma opção de compra de 20% e que pode ser realizada a qualquer momento.
No ano de X1 a Senjogo obteve um lucro de R$ 100.000,00. Além disso, a Senjogo possui em seu estoque R$ 60.000,00 em mercadorias adquiridas da Jogajunto. No balancete da Jogajunto é possível encontrar os seguintes saldos:

Venda de Mercadorias                                              500.000
Venda de Mercadorias para a Senjogo                        60.000
Total de Vendas                                                      560.000


Custo das Mercadorias Vendidas                               380.000
Custo das Mercadorias Vendidas para a Senjogo         45.000
Total do CMV                                                         425.000

Considerando apenas as informações acima e desconsiderando qualquer efeito de impostos, o resultado de equivalência patrimonial é
Alternativas
Q396814 Contabilidade Geral
Assinale a alternativa que melhor descreve as características das notas explicativas
Alternativas
Q396813 Análise de Balanços
A empresa comercial Nassombra compra mercadorias nos meses de janeiro, abril, julho e setembro para revender nos meses de maio, junho e dezembro.

Proporcionalmente, a empresa compra em cada um dos quatro meses ¼ das mercadorias. Os pagamentos são realizados em cinco vezes, sendo a primeira parcela no momento da compra.
Já as vendas têm a proporção de 25% das mercadorias vendidas em maio, 25% em
junho e 50% em dezembro. O recebimento de vendas é em três vezes sem entrada.

imagem-002.jpg

Considerando que: 1) a Nassombra possui um caixa inicial equivalente a 30% do valor que será investido em compras de mercadorias no ano; 2) ela coloca 60% de margem para revender os produtos e; 3) não há efeito de tributos, os meses do ano em que a empresa apresentará o melhor índice de liquidez corrente e de liquidez seca, respectivamente, são
Alternativas
Q396812 Contabilidade Geral
A Indústria Tapertado captou recursos no dia 01/01/X1 com a finalidade de alongar suas dívidas. As informações sobre o empréstimo estão evidenciadas a seguir:

Valor: R$ 4.000.000,00

Taxa de juros: 10% a. a.

Pagamento: 10 parcelas anuais de R$ 651.000,00

Custos relacionados à captação (custo de transação): R$ 170.000,00

O contador, após analisar as condições de financiamento, informou que o custo efetivo da captação de recursos será de 11% a.a.

Com base nessas informações, o impacto na Demonstração do Resultado do Exercício em X1, será
Alternativas
Q396811 Contabilidade Geral
A Companhia Acima, líder no setor de brinquedos, está em processo para adquirir o controle da empresa concorrente Aolado. A ideia da Companhia Acima é adquirir 100% das ações da empresa e retirar o mais rápido possível de circulação a marca “Aolado”. O valor da marca, registrado como um intangível no balanço da Aolado, é de R$ 550.000. Todavia, especialistas constataram que outras empresas do setor de brinquedos estariam dispostas a pagar R$ 2.500.000 pela marca “Aolado”, considerando-se esse, portanto, o valor justo para o referido ativo.

Caso a operação ocorra, o Balanço Patrimonial da Companhia Acima
Alternativas
Q396810 Contabilidade Geral
A Companhia Revender vendeu um serviço de instalação elétrica à empresa Sem Luz. Para a execução do serviço, a Revender contratou a empresa Azarada para prestar o serviço. Durante a prestação de serviço, por descuido dos funcionários da Azarada, houve um curto circuito, ocasionando um incêndio no prédio da Sem Luz. Devido ao ocorrido, a Sem Luz entrou com um processo judicial indenizatório cobrando o valor de $ 200.000 por danos materiais contra a Revender. Por sua vez, a Revender entrou com um processo no mesmo valor contra a Azarada.

O advogado da Revender informou que o processo movido pela Sem Luz é uma contingência com perda provável de $ 100.000. Quanto ao processo judicial contra a Azarada, segundo a avaliação do advogado, é possível que a integralidade da indenização seja recebida pela Revender.

Considerando o caso acima, o registro na contabilidade da Revender é
Alternativas
Q396809 Contabilidade Geral
No dia 01/01/X1 a empresa XYZ contratou a empresa ABC para desenvolver um sistema de informática integrado. O valor orçado inicialmente para o desenvolvimento do sistema foi de $ 600.000, com o prazo de 12 meses para a conclusão. O pagamento do serviço ocorrerá seis meses após a conclusão do trabalho e será feito em parcela única. No transcorrer da implantação do sistema, o valor foi reduzido para $ 580.000 e o sistema foi entregue em 31/10/X1.

No dia 01/11/X1 foram identificados problemas em sua utilização, dado o envio incompleto de informações por parte da empresa XYZ. Isso gerará mais dois meses de trabalho para que o sistema funcione adequadamente. A empresa ABC cobrará mais R$ 30.000,00 pelos ajustes.

O registro da operação no mês de outubro é
Alternativas
Q396747 Direito Administrativo
O tratamento constitucional dado em matéria de responsabilidade civil do Estado é no sentido de que:
Alternativas
Q373307 Legislação da Defensoria Pública
Em 2015 a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro terá um novo chefe. De acordo com a Lei Complementar nº 80/94, o Defensor Público Geral;
Alternativas
Q372942 Português
                                                         XÓPIS

        Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

        Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

        As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.

                                                                                                          (Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.) 



O autor do texto prepara informações pertinentes para que chegue a tratar dos “rolezinhos”; a informação que antecipa uma posição contrária a esse tipo de ocorrência é
Alternativas
Q372938 Português
                                                         XÓPIS

        Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

        Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

        As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.

                                                                                                          (Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.) 



Ao dizer que os shoppings são “cidades”, o autor do texto faz uso de um tipo de linguagem figurada denominada
Alternativas
Respostas
101: B
102: D
103: A
104: C
105: E
106: A
107: A
108: C
109: B
110: E
111: A
112: D
113: C
114: A
115: B
116: A
117: A
118: E
119: A
120: D